Repensando a Educação
Elementos Pedagógicos Alternativos para uma Aprendizagem de Qualidade
1. Princípios e Valores são necessários
Uma Pedagogia boa e de qualidade, com conteúdo rico e de virtude excelente, requer Princípios de Vida adequados que visam dar uma ótima orientação existencial para o estudante a fim de que este siga bem o seu caminho, vivendo com saúde e bem-estar sua trajetória de vida, insistindo em valores de crescimento e estabilidade, seguros e tranquilos, o que possibilitará à sua realidade cotidiana momentos de paz e repouso físico, mental e emocional, psicológico e espiritual, condições de sucesso e prosperidade para o aluno(a), que assim progredirá nos estudos, evoluirá nas suas atitudes e relacionamentos na rua, na família e no trabalho, se desenvolverá eficazmente a partir do uso de sua criatividade original, a construção de carismas e talentos, e de sua satisfação vocacional e realização profissional. Eis que o cultivo de raizes normativas como a liberdade, a criatividade, o respeito mútuo, a responsabilidade recíproca, o direito interpessoal, a bondade e a amizade, a fraternidade e a solidariedade, a autenticidade, a verdade e a transparência, a justiça social, o bem que devemos fazer, a paz que precisamos viver, o equilíbrio mental e emocional, o bom-senso das coisas, o bem-comum da sociedade, o otimismo de vida, o sorriso no rosto, a alegria de viver, o silêncio e a tranquilidade do espírito e a calma da alma, são remédios de um bom ensino e medicina de uma ótima aprendizagem, garantidores de uma vivência sustentável e de uma experiência de vida duradoura, constante e sempre renovável. Bem orientados, os discentes têm tudo para serem felizes de verdade.
2. Fundamentar o Conhecimento
Por meio de leituras profundas e constantes, debates em sala de aula, pesquisas individuais e coletivas, trabalhos de grupo, redações e monografias quando se exercita o ato de escrever, a escola e seus profissionais de educação, professores e demais membros, tornam fecundos os conhecimentos e conteúdos de saber dos estudantes, o que com certeza servirão de fundamentação de seus pontos de vista e visões da realidade e da sociedade, base de seus bancos de dados e informações, fonte e sustentáculo de suas histórias e ideologias, raiz de seus pensamentos de idéias ricas e de virtudes excelentes, contribuindo deste modo para a obtençao de uma qualidade de vida e educação insofismáveis, gerando em si e a sua volta oportunidades de crescimento para alunos e comunidades, desenvolvimento de talentos, evolução das consciências e progresso das experiências dentro e fora de sala de aula. Assim se construirão os princípios de uma sociedade feliz, com mais liberdade de ação, alternativas de trabalho e emprego, oportunidades em shows, eventos e espetáculos, produzindo em seu entorno um ambiente de bem-estar social e coletivo e saúde mental, física e espiritual. Tendo os fundamentos do saber e as raizes do conhecimento, alunos e alunas desenvolverão a criatividade e aptidões variadas, que indubitavelmente possibilitarão trabalhos e atividades mais ricos em conteúdo e com interpretações pessoais e interpessoais que mostrarão e demonstrarão o bom desempenho dos estudantes na escola e suas habilidades e competências em produzir atividades de qualidade reconhecida por todos. É fundamental buscar os fundamentos do saber, a fim de conquistar o discernimento psicológico e ideológico, esclarecimento de repertórios culturais e lucidez na geração de conhecimentos importantes e interessantes para a sociedade.
3. Respeitar as Diferenças
O Professor, Profissional de Educação, deve ser soberano em sala de aula e usar sua hegemonia pedagógica para qualificar o processo ensino-aprendizagem, respeitando as particularidades de seus alunos e alunas, sua liberdade de expressão, seu desejo de autonomia, seu intercâmbio com outras disciplinas, programas e conteúdos, sua criatividade, enfim, seguindo um Plano de Curso elaborado em Conselhos de Classe e que deve representar o consenso de toda a escola, desde o diretor, coordenadores de plantão, inspetores de turnos, os outros professores, entidades estudantis e até a participação dos funcionários do colégio, assim como a interação com a comunidade de moradores e trabalhores local, o que não significa estar preso e escravo de uma programação escolar, todavia permitir igualmente a liberdade e criatividade do mestre, tornando suas aulas didaticamente mais animadas e participativas, criando então um clima de tempestade cerebral no lugar de ensino, permitindo assim o debate e a pesquisa, como ainda a leitura silenciosa e o projeto de escrever redações e monografias, enriquecendo pois o Plano de Aula cuja experiência refletirá a qualidade de educação que se espera apresentar pelo Sistema Integrado de Ensino. Que as Secretarias de Educação aplaudam esse Projeto Pedagógico em que ao lado de seguir uma programação de interatividades interdisciplinares o docente entra também com sua originalidade, criatividade e liberdade a fim de fazer excelentes suas abordagens e métodos de ensino em sala de aula. Afinal, todos saem ganhando quando o professor trabalha bem, tem boas condições de serviço, é bem remunerado, tem ótimos salários, e grande repertório de conhecimentos e conteúdos de saber para passar aos seus alunos e alunas, engajados nessa dinâmica de valorização dos detalhes de sua aprendizagem onde são reverenciadas a sua consciência moral e social, a sua liberdade de ação e seus talentos em prol de um ensino rico e de qualidade.
4. Valorizar os pequenos detalhes
Os programas didáticos e curriculares de cada Escola Estadual e Municipal do país e seus planos de aula e de curso, suas grades de matérias e disciplinas interativas, as atividades do magistério e a gestão pública e privada dos profissionais de educação devem privilegiar em suas unidades de ensino e aprendizagem a singularidade da vida cotidiana, a particularidade das coisas e o lado pessoal dos estudantes, ensinando-os a valorizar os seus direitos individuais e coletivos em sociedade, o cumprimento de seus deveres e obrigações civis e de cidadania, cultivando neles o anseio por zelar por sua privacidade, cuidar de suas atividades íntimas, organizar documentos e afins, disciplinar suas consciências e ordenar sua vida de cada dia e de toda noite, buscar fazer de sua existência diária e noturna um caminho de evolução física e mental, emocional e espiritual, psicológica e social, ambiental e cultural, o que contribuirá efetivamente no empenho participativo das decisões de suas comunidades, procurando nelas qualidade de vida cotidiana, riqueza de conteúdo de ser e saber, poder e fazer, e excelência de virtudes na ética e na espiritualidade, fontes seguras de uma vida de tranquilidade e estabilidade para si e suas famílias. Esse zelo pelas pequenas coisas tornará possível sua auto-estima elevada, o bem de sua alma e a paz de seu espírito, o repouso do seu corpo e a calma de sua mente. Tal inteligência de ação pedagógica promoverá nas Escolas maior participação das comunidades de pais e moradores circunvizinhos a essas casas de ensino nos destinos de seus filhos e amigos, capacitando-lhes uma educação rica e elevada, e uma comunhão de interesses e intencionalidades voltadas ao bem-estar de todos os envolvidos nesse processo educacional. Desenvolvendo esse momento particular de seus alunos e alunas, o Sistema de Ensino terá alcançado a sua meta de incentivar a criatividade, promover cidadania, fazer evoluir talentos e carismas, progredir na geração de vocações naturais fecundas e de profissões assumidas com respeito e seriedade, compromisso e responsabilidade. É a Escola cumprindo com sua função social e seu papel político: construir uma geração de bons cidadãos e cidadãs voltados para o progresso material e espiritual de suas cidades e de toda a conjuntura da humanidade.
5. Buscar a Interatividade
Na Educação Física, nos Jogos Eletrônicos, nas atividades de recreio e entretenimento, nos exercícios de arte e ciência, esporte e lazer, nas feiras de tecnologia e em eventos, shows e espetáculos artísticos, musicais e culturais, nos trabalhos de pesquisa e nos debates em sala de aula, nas ações de grupo ou em afazeres junto à comunidade local, criando espaços de aprendizagem dentro e fora da escola ou estabelecendo tempos e momentos de compartilhamento de conteúdos e idéias, vivências e experiências, diferentes pontos de vista e visões de mundo e realidade bastante adversas e até contrárias umas às outras, consolidando práticas de ensino onde a liberdade seja o centro da didática e o sentido dos planos de curso e de aula, a razão da interdisciplinaridade e o ponto mais importante da interatividade de grupos e pessoas, indivíduos e comunidades, enfim, ao se produzir intercâmbios e interdependências interpessoais, se encontrará a porta de entrada e saída para o exercício da liberdade, em função da qual se construirão o bem e a paz da coletividade, a saúde mental, física e espiritual, o bem-comum da sociedade e o bem-estar do corpo docente e dos membros discentes da organização da escola e sua disciplina de matérias engajadas na produção de ordem e justiça social em volta de sua localidade. Fazer interações e gerar dependências é algo em que se mostra e demonstra a verdadeira política de liberdade com respeito e responsabilidade, boa educação e boa ética e espiritualidade, o que não significa gerar laços de escravidão entre os indivíduos nem o auto-aprisionamento de comunidades entre si, descartando-se o monopólio interpessoal que uma poderia exercer sobre a outra. A boa liberdade cria interdependências e não o encarceramento de conteúdos e programas, matérias e disciplinas subjugadas umas às outras. Somos livres quando dependemos uns dos outros sem as cadeias da escravidão nem os laços da prisão. Livres, celebramos a vida saudável e agradável em que ninguém se apropria de ninguém ainda que possamos depender natural e culturalmente uns dos outros. Na dependência não há escravidão. No intercâmbio não pode haver cadeias. Na interpessoalidade não existem prisões. Fomos feitos para a liberdade.
6. Compartilhar sentimentos, experiências de vida e conteúdos de saber
No dia a dia interativo existente no local de ensino, onde convivem diretor, coordenadores de plantão, inspetores de turno, mestres e mestras, alunos e alunas, funcionários da escola, e comunidades de amigos, moradores e trabalhadores da região, deve-se incentivar o troca-troca de idéias, culturas e pontos de vista, o intercâmbio de vivências, mentalidades diversas e adversas, princípios morais e religiosos, valores sociais, éticos e espirituais, e todo o repertório de conhecimentos, sentimentos e experiências vividos pelos estudantes e seus parentes e familiares, promovendo assim dentro e fora do colégio um gigantesco e profundo debate, discutindo-se então assuntos cotidianos, temas de interesses da educação, títulos pedagógicos, conteúdos de interesse de todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem, o que certamente resultará em benefício para a sociedade, crédito para a comunidade local e seus parceiros escolares, favor social oportuno para quem faz do ensino uma porta para a liberdade, fonte da felicidade. Assim, se construirá no entorno um ambiente de solidariedade, paz e bondade, quando juntos e unidos procurarão solucionar os problemas comuns a todos e cada um, resolver interrogações existenciais e responder a perguntas de interesse individual e coletivo. O Debate de assuntos e temas do dia a dia, inclusive os da casa de ensino, resultará em qualidade de vida para as pessoas, riqueza de conteúdo político e cultural, e excelência de virtudes sociais e de interesse público e privado. Tal interatividade e compartilhamento de experiências possibilitará o progresso da atividade estudantil, a evolução do regime e estrutura escolar, o crescimento dos cidadãos participantes e o desenvolvimento de outras, novas e diferentes práticas de aprendizagem, ajudando pois a comunidade escolar a se comprometer responsavelmente com melhores condições e situações de vida e trabalho, saúde e educação, para todos. O Debate gerará coisas boas para a comunidade. Todos crescerão. Construir-se-á fraternidade e comunhão de bens e serviços. Todos sairão ganhando.
7. Procurar a Interdisciplinaridade
A Atividade Interdisciplinar, ao comungar matérias e disciplinas gerais e específicas, cada qual com seu conteúdo de saber, deve ter como objetivos incentivar o debate e a pesquisa entre alunos e alunas, fazer intercâmbios de culturas e mentalidades, trocar pontos de vista e diferentes visões da realidade, desenvolver a interatividade e o compartilhamento de idéias e ideais, conhecimentos e sentimentos, consciências e experiências diversas e adversas, sempre visando o crescimento da escola, a qualificação dos professores e o enriquecimento dos estudantes, o progresso do processo ensino-aprendizagem capaz de promover em seu entorno cidadania e qualidade de vida, evolução do pensamento, da ética e da espiritualidade, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável e renovável das sociedades como um todo, priorizando pois a justiça social e a solidariedade entre comunidades, a partir da integração entre esporte e lazer, arte e ciência, filosofia e história, moral e religião, política e sociedade, cultura e economia, matemática e física, química e biologia, português e literatura, geografia e engenharia, direito e medicina, e demais entidades interdisciplinares que compõem o plano de curso e de aula de escolas, colégios e faculdades, cujos resultados positivos serão certamente a saúde interpessoal e o bem-estar individual e coletivo de todos os integrantes do Sistema Integrado de Ensino, principalmente docentes e discentes. Desta maneira, pode-se otimizar a dinâmica de grupo e o trabalho em equipe, a criatividade e os talentos de cada um, enfatizando a educação aberta, esse movimento contínuo e progressivo de construção do saber; a escola móvel, de possibilidades polivalentes e de tendências globalizantes; além de incentivar o ensino global e diferencial, gerando deste modo um repertório de consciências em que os estudantes se tornam dispostos a olhar a sociedade interpretando-a de acordo com sua ótica universalista ou particularizada, o que transforma nosso campo de discernimento mais rico e profundo, quando podemos então relativamente fazer a diferença entre as coisas, ver a totalidade dos problemas que interessam à coletividade, e assumir posturas críticas e comportamentos dialéticos que provavelmente construirão um cotidiano mais saudável e agradável, bom para todos e cada um. Surge assim a escola-cidadã.
8. Independência e Interdependência
A Escola ou a casa pedagógica deve sempre fomentar o lado pessoal e social do estudante, ensinando-o a cultivar valores fraternos e princípios solidários, e ao mesmo tempo desenvolver a sua independência, a sua cidadania, a sua autonomia perante os outros, a fim de que ele seja alguém na vida, ocupado com sua saúde individual e o bem-estar coletivo, e preocupado igualmente com a garantia de felicidade para a sua família, seu ambiente de trabalho, seu mundo de criatividade, seu universo de sentimentos positivos e conhecimentos ricos em conteúdo, o que o inserirá na conjuntura global dessa sociedade em transformação, que busca espaços para crescer mental e emocionalmente, física e espiritualmente, evoluir em qualidade de vida, progredir etica e moralmente, e se desenvolver sustentavelmente, interagindo em sua realidade de cada dia e de toda noite com grupos e pessoas interessados em sua excelência de virtudes, integrando quando possível o progresso da tecnologia e da internet com o respeito ao meio-ambiente, qualidades importantes e essenciais para a sua superação de conflitos cotidianos, ultrapassar dificuldades e problemas de sua natureza, e transcender os limites de sua cultura renovável e de sua mentalidade fértil em boas tendências e grandes possibilidades. Assim, o aluno(a) aprende a comungar com todos e participar de seu presente e futuro assumindo responsavelmente e com compromisso político e social o seu lugar no convívio cotidiano, interferindo no processo de metamorfose de sua comunidade e intervindo no movimento de mudança para melhor dos destinos existenciais dessa humanidade ansiosa por tempos bons e oportunidades para uma vida de ótimas realizações profissionais e gigantescas satisfações vocacionais. Independente, o estudante aprende a se virar na vida; e interdependente é ensinado a compreender que não é ilha neste mundo de alteridades e alternativas interativas, mas depende dos outros, a fim de usufruir bem e melhor de seus desejos humanos e necessidades naturais. Deste modo, seguirá o seu caminho construindo o bem e a paz e evitando toda sorte de violência e agressividade, a loucura do mundo moderno.
9. Fazer Intercâmbios Culturais
É de responsabilidade dos agentes de educação e gestores da instituição de ensino e administradores da atividade escolar, a produção de eventos culturais, exercícios de cidadania, festivais de música, feiras de arte, ciência e esporte, campeonatos de futebol de salão, de voleibol e basquetebol, olimpíadas de ginástica e educação física, gincanas e concursos, laboratórios de pesquisa e inovação tecnológica, empreendimentos laboriais em sintonia com o mercado de trabalho como artes gráficas, carpintaria, gastronomia, contabilidade, enfermagem e secretariado, onde possam interagir a comunidade de estudantes e professores, moradores e trabalhadores da localidade, levando pois qualidade de educação e vida para a sociedade, saúde e bem-estar para a população e melhoria nas condições e situações de emprego e trabalho para as comunidades circunvizinhas. Nesse processo, ganham todos, cresce a produtividade econômica, a inclusão social, a emergência cultural e a emancipação política nos campos e nas cidades. Nesse jogo de unidade, diversidade e interatividade, progridem os cidadãos e evoluem as consciências e se desenvolvem as boas experiências de relacionamento e comportamento equilibrado, afastando de vez o fantasma da violência e da agressividade que assusta e aterroriza a todos. Tal compartilhamento de conteúdos e programas culturais só faz crescer a educação e como consequência todas as atividades cidadãs da sociedade como um todo. Esse o papel da aprendizagem: fazer evoluir a comunidade.
10. Politizar o cotidiano
É importante que os Sistemas Pedagógicos de Ensino e Aprendizagem, presentes em Estados e Municípios do país, empreendam esforços e realizem atividades que possam condicionar uma visão política da escola e da sociedade por parte dos estudantes, e destes para suas comunidades no entorno de suas casas de ensino. Porque politizar hoje é necessário. Urge oferecer aos professores e profissionais de educação fundamentos para o ensino e a prática da política incentivando valores de interatividade, compartilhamento, amizade, coletividade, bem-comum, bem-estar social, direitos humanos, participação, lutas de classe e de sindicatos de trabalhadores e associações de moradores, busca de melhores condições de família e trabalho, rua e emprego, qualidade de vida para as pessoas, diminuição da violência urbana e rural, enfraquecimento de grupos e indivíduos, tornando assim o convívio social mais saudável e agradável, fraterno e solidário, ordeiro e pacífico, justo e transparente, alimentando em todos o desejo de uma humanidade feliz e de bem com a vida, em paz com sua consciência, livre para fazer escolhas, cheia de alternativas culturais, carregada de oportunidades de trabalho e emprego, plena de possibilidades em todas as áreas do conhecimento, em quaisquer profissões liberais, em cada uma das atividades onde os talentos naturais são importantes e os princípios vocacionais têm um grau elevado de participação no destino de populações inteiras interessadas em sua saúde mental e física, psicológica e espiritual. Deste modo, cabe à escola dar aos seus alunos e alunas bases pedagógicas e educacionais que os motivem à participação política na sociedade lutando por direitos ao mesmo tempo que sejam cumpridores de seus deveres e obrigações. Em outras palavras, o Colégio deve ser o lugar da cidadania, educador de cidadãos e cidadãs, os futuros responsáveis pelos objetivos finais de uma sociedade que seja equilibrada, de juizo e bom-senso. Sim, porque política é cidadania.
11. Desenvolver a criatividade
O Processo criativo da criança, do jovem e do adolescente deve ser cultivado e desenvolvido desde os primórdios da escola até a universidade, e ser continuidade de ensino-aprendizagem durante toda a vida, quando o estudante deve criar hábitos e costumes geradores de originalidade e inovação na arte e na filosofia, na ciência e na tecnologia, na música e no cinema, na política e na economia, na cultura e na sociedade, na moral e na religião, na ética e na espiritualidade, no tempo e na história, na produção de atividades e eventos, shows e espetáculos culturais, na realização de trabalhos de pesquisa e na participação de debates em sala de aula, na construção de monografias e redações e na execução de leituras silenciosas, nas exposições para seus colegas e professores de turma e de série, nas discussões sobre direitos humanos e reivindicações estudantis, na luta por melhores condições de ensino e bons salários para os profissionais de educação, produzindo idéias e pensamentos constituidores de novos saberes e diferentes conhecimentos, na prática de esportes e lazer em comunidade, na solução de problemas, conflitos e dificuldades na família, no colégio e em seus contextos cotidianos, no questionamento de preconceitos e superstições bloqueadores da produtividade cultural e escolar, na desconstrução de barreiras e empecilhos que impeçam princípios e valores orientadores da realidade cotidiana, na procura pelo progresso dos alunos e alunas e sua evolução física e mental, psicológica e emocional, ética e espiritual, no engajamento político e na geração de cidadania para todos, sempre levando em conta a qualidade de vida das pessoas, a riqueza de conteúdos e programas de aprendizagem e a excelência de uma mentalidade voltada para a saúde social e o bem-estar coletivo de todos e cada um. Deste modo, crescerão os níveis de respeito e responsabilidade interpessoais e o modo interativo e compartilhado onde a liberdade é condição de felicidade geral. Tal a importância de se incentivar desde pequeno a criatividade nas escolas e institutos de ensino e aprendizagem.
12. Revelar Carismas
Ouvindo a voz da natureza e seus anseios profundos no ser humano em geral, a Escola pública e privada, federal, estadual e municipal, precisa trabalhar suscitando vocações diversas, incentivando a conquista de talentos, revelando os carismas naturais escondidos nos estudantes, e que agora devem desabrochar para o serviço da comunidade e desempenho de atividades na sociedade que reflitam a sua disponibilidade para empenhar-se por melhorias para a humanidade e esforçar-se por buscar a melhor resposta para tantas perguntas inquietantes que brotam do convívio humano e social, encontrar a solução adequada e de qualidade para várias interrogações da vida cotidiana, transformando-se pois esse trabalho ativo e meditativo em construção de comunidades felizes, de bem com a vida e em paz com sua consciência. Tal processo de descobrimento de carismas já predispostos na natureza do homem e da mulher deve fazer mudar para melhor a estrutura social, suas instituições e atividades em prol do progresso da inteligência, evolução da produção intelectual e experimental, crescimento sustentável das sociedades envolvidas, comungantes e participantes, desenvolvendo-se deste modo oportunidades de emprego para todos, alternativas de trabalho para cada um e possibilidades de desconstrução da violência nas ruas e a agressividade dentro e fora do colégio, na família e demais campos de ação da convivência humana. Precisamos de pessoas carismáticas que façam a diferença na sociedade.
13. Descobrir Talentos
O Papel da Escola na sociedade deve ser igualmente o de descobrir talentos, originais e criativos, em todas as áreas do saber como saúde e educação, ciência e tecnologia, arte e música, história e filosofia, moral e religião, ética e espiritualidade, política e economia, cultura e meio-ambiente, teatro e cinema, inserindo-os no mercado de trabalho, para isso devendo cultivar em suas interioridades o ensino técnico e profissional que corresponda à vocação dos estudantes satisfazendo seus anseios por qualidade de vida material, riqueza de conteúdo psicológico e espiritual e excelência de virtudes e atividades que reflitam sua alternativa por melhores condições de vida e trabalho para todos e cada um, maiores oportunidades de emprego, grandes possibilidades de realizações culturais em eventos, simpósios e conferências onde se sustentem a boa saúde individual e coletiva, o bem-comum das comunidades envolvidas e o bem-estar das pessoas inseridas nesse processo político e pedagógico de levar aos alunos e alunas uma aprendizagem cuja riqueza são os princípios e valores geradores de uma ótima orientação existencial definindo assim atitudes corretas e de bem coma vida e determinando comportamentos reveladores de uma consciência em paz e de experiências de fraternidade e solidariedade entre todos os cidadãos e cidadãs dessa Cidade Educadora de Mestres e Profissionais qualificados e com bom desempenho em seus campos de atuação junto a grupos e indivíduos comungantes e participantes desse progresso humanitário em que se luta constantemente para que os direitos de cada um sejam preservados ao mesmo tempo que cumpridores de seus deveres e obrigações, compromissos e responsabidades perante as instituições e autoridades desta realidade cidadã constituida por Estados e Municípios e o Governo Federal. Desenvolver cidadania é revelar talentos para o crescimento da sociedade e evolução da humanidade, de modo sustentável.
14. Despertar Vocações
Através do SOE(Serviço de Orientação Educacional) a Escola-Cidadã prepara os estudantes para a vida cotidiana despertando sua criatividade para assuntos interdisciplinares, descobrindo vocações para o trabalho e a relação familiar, incentivando as opções de cada um na área científica e tecnológica, arte e música, qualificando tecnica e profissionalmente os alunos e alunas interessados no mercado de trabalho podendo se informar e se formar nos diversos campos das ciências humanas e sociais, ou em temas específicos de engenharia, advocacia e medicina, buscando sempre os carismas naturais suscitados em cada um, definindo os talentos encontrados e ao mesmo tempo oferecendo todo um conteúdo básico e a programação necessária para que esses anseios estudantis sejam satisfeitos e realizados com coragem e determinação compartilhando então matérias do saber, alternativas de espiritualidade e ética, aprofundando os conhecimentos fundamentais indispensáveis para esse fim, acordando os jovens para a sua boa sexualidade, a atuação política e partidária, a procura do emprego e do capital, princípios originários do pão nosso de cada dia e do suprimento de desejos, aspirações e necessidades. Inserido pois na sociedade por meio de seu colégio os discentes e seus docentes caminham juntos construindo suas tendências vocacionais positivas e suas possibilidades de geração de sentimentos e atitudes interagidas com a boa saúde individual e coletiva, o bem-comum da sociedade e o bem-estar geral das pessoas. É função da Instituição de Ensino até a Universidade trabalhar nesse sentido: construindo vocações de qualidade e desconstruindo o lado agressivo e violento que acompanha esse interesse peculiar e essa intencionalidade própria da classe jovem estudantil. Devevos trabalhar todos pelo surgimento de ótimas vocações orientadas para o progresso sustentável da humanidade, a evolução das consciências, o crescimento da liberdade, base da verdadeira felicidade, e o desenvolvimento da sociedade e suas autoridades e povo e instituições engajadas e comprometidas responsavelmente com o bom destino de populações inteiras e suas comunidades, grupos e indivíduos.
15. O Mercado de Trabalho Técnico e Profissional
Inserir o estudante no contexto social onde o trabalho é a chave do negócio e o segredo da felicidade, eis uma das missões do ensino técnico e profissional, que deve articular a teoria pedagógica com a experiência real e atual, fazer mergulhar a categoria estudantil em uma realidade de empenhos diversos e esforços variados quando as atividades visam ganhar o pão de cada dia, satisfazer os desejos humanos e realizar as necessidades naturais de uma sociedade competitiva onde a disputa do emprego é um jogo de vida ou morte, levando a melhor quem se especializa em alguma área profissional ou campo técnico, como o secretariado, a contabilidade, a enfermagem, a tornearia mecânica, a eletricidade e a construção civil, cursos importantes cujo destino é encontrar uma boa colocação dentro de um mercado onde a luta é constante, a concorrência é enorme, a disponibilidade é carente, e exige uma qualidade de aprendizagem vital para a apropriação do primeiro emprego cujos efeitos serão o ótimo salário indispensável, as boas condições de empregabilidade e a especialização, algo necessário para uma carga horária identificada com bons momentos de trabalho, ambiente agradável e saudável, convívio humano rico em interatividade, compartilhando-se então os carismas naturais, a criatividade de cada um, a luta de todo dia, a disciplina comportamental, a seriedade e a assiduidade trabalhista e ao final a satisfação vocacional e a realização profissional, clima que identica a qualidade do ensino unida à boa prática da aprendizagem adquirida. Deste modo, o mercado apesar de difícil e bem disputado, favorecerá os melhores dotados, os mais qualificados em termos de cultura e conhecimento, tecnologia aplicada e experiência de trabalho consolidada com o tempo. Nesse processo de emprego e trabalho, impera a tendência à especialização, hoje a necessidade mais urgente.
16. Por uma Escola de Qualidade
Além de um bom conteúdo de conhecimentos, idéias, princípios de vida e valores éticos e espirituais, o Ensino e Aprendizagem feitos com qualidade devem levar em conta a formação para a liberdade, fonte da verdadeira felicidade, a prática da transparência, o uso da virtualidade, a projeção para o trabalho e o emprego, a busca por uma ótima sexualidade, o ordenamento de boas virtudes morais e religiosas, o desenvolvimento da criatividade dentro e fora da sala de aula, a descoberta de sentimentos e experiências de bom convívio social e interpessoal, a procura pelo progresso da sociedade e a evolução do corpo, da mente e do espírito, o crescimento sustentável do Planeta, o respeito e a valorização do meio-ambiente, o cuidado e o zelo pela saúde individual e coletiva, o excelente desempenho escolar, didático, programático e interdisciplinar, o cultivo de esportes e atividades de lazer e arte, a superação das fronteiras do saber mergulhando nos fundamentos de ideologias, doutrinas e filosofias de vida voltadas para o bem do estudante, a politização do cotidiano, enfim, gerar riqueza de vida material e grandeza de espírito, bem como o incremento do movimento físico, do seguimento à consciência e à natureza, a renovação constante das circunstâncias reais e cotidianas em que se insere o colégio ou a universidade, a libertação humana e natural, cultural e ambiental, a abertura a outros, novos e diferentes métodos de ensino e metodologias de aprendizagem cuja avaliação examine a assiduidade dos alunos e alunas, a boa resposta em sala de aula aos conteúdos e programas apresentados, o incentivo ao debate e à pesquisa em grupo ou individual, a realização de leituras silenciosas e de monografias sobre temas e assuntos do dia a dia. Sendo assim, é possível desconstruir a escola do bullyng, violenta e agressiva, e produzir um ensino onde a paz seja alcançada, o bem se pratique, a bondade entre as pessoas reine, impere a concórdia e a convergência na comunidade escolar, se trabalhe o lado solidário dos indivíduos e o anseio pela fraternidade entre diversas sociedades, desde os estudantes, passando pela associação de moradores e trabalhadores adjacente à escola e invadindo o conjunto da humanidade local, regional e global. Teremos pois deste modo uma Escola realmente de qualidade. Priorize-se pois então o Ensino Integrado, a Escola Plural, a diversidade da aprendizagem, a riqueza de conteúdo cultural e a qualidade de vida estudantil e de sos Profissionais de Educação envolvidos nesse processo pedagógico sempre aberto, renovador de ações e atitudes, e libertador dos estigmas, preconceitos e superstições de um sistema de ensino tradicionalista e ultrapassado, a requerer hoje inovação, pesquisa e abertura a novas e diferentes práticas de aprendizagem onde se busca o progresso escolar e o desenvolvimento para melhor das estruturas curriculares, didáticas, interdisciplinares e avaliadoras do bom desempenho dos estudantes.
17. O Ensino Virtual
Desenvolver a Virtualidade nas escolas públicas e privadas, federais, estaduais e municipais parece hoje ser não só um desejo de muitos como também uma necessidade social, tendo em vista o processo de globalização e interatividade que atravessa nossas sociedades modernas quando por meio da rede mundial de computadores, a Internet, pode-se realizar mobilizações de populações inteiras, conscientizar grupos e indivíduos sobre ações políticas, ideológicas e partidárias, produzir conteúdos de saber de qualidade, namorar garotas e viver uma espécie de romantismo eletrônico, fazer comércio via rede, trabalhar em lojas e serviços online, mergulhar em pesquisas e conhecimentos globais, experimentar jogos de lazer e entretenimento, tornar evolutiva nossa dinâmica mental e física, psicológica e social, ética e emocional, moral e espiritual, configurando em nós e em nosso entorno condições de vida e trabalho, saúde e educação, abertas ao progresso material, do corpo e da alma, renovando assim nosso modo de encarar a vida cotidiana, a partir de uma visão de mundo e de sociedade mais transparente e otimista, real e autêntica, o que certamente nos ajudará a termos mais qualidade de vida em nossos ambientes de casa e da rua, riqueza de conteúdo cultural junto a amigos e conhecidos, parentes e familiares, e excelência de virtudes sobretudo quando o nosso objetivo na sociedade é crescer de modo sustentável, evoluir na consciência e na liberdade, lutando por direitos e dignidade, todavia igualmente sendo cumpridores de nossos compromissos e responsabilidades, deveres e obrigações, levando então uma vida de direito e respeito, bases fundamentais da ordem social, da disciplina da inteligência e da organização de nossa existência interior, causas da ótima experiência que podemos ter quando no convívio uns com os outros. Tudo isso, enfim, são efeitos de uma vivência virtual, de trabalhos e atividades realizados na Internet, que possuem consequências imediatas no dia a dia das pessoas. De fato, o ensino à distância, a construção de sites e blogs, emails e redes sociais, nos ajudam a compartilhar nossas riquezas culturais, tornando viável a paz na sociedade e a prática do bem e da bondade, da concórdia e da convegência, princípios de uma realidade feliz fundamentada na fraternidade universal e na solidariedade entre os povos. Que o milagre da Internet gere um mundo de possibilidades para nós, alternativas de ensino e aprendizagem para todos, oportunidades de emprego e trabalho nessa área enfatizando deste modo as nossas tendências para uma experiência de vida onde reine o equilíbrio das mentes e o bom-senso das coisas ignorando pois toda e qualquer atitude e atividade produtora de violência interpessoal e agressividade mútua. Que entre os estudantes impere a virtualidade do bem e se exclua de seus computadores a corrupção moral e sexual, a pornografia, a pedofilia, o homossexualismo e o trafico de drogas e entorpecentes, o alcoolismo e o tabagismo patológicos. Sejamos virtuais.
17.a. EaD
Ensino a Distância
Uma oportunidade para todos
Uma alternativa para muitos
Uma necessidade para alguns
A Problemática Educacional real e atual brasileira e a emergência do EaD no tempo e na história das práticas pedagógicas em vigor neste país como solução urgente para as dificuldades de aprendizagem por parte da maioria de nossos estudantes
A crescente crise das aulas presenciais no contexto do ensino universitário no Brasil faz soar bem alto os problemas reais e atuais da Educação Brasileira contemporânea, para os quais contribuem efetivamente as mudanças velozes e repentinas de nossas sociedades, as contrariedades econômicas e financeiras de muitos grupos e indivíduos, a exclusão social e a marginalização política de grande parte dos estudantes ativos, o ativismo descontrolado e a cultura do descartável de grandes massas de populações, submetidas ao desequilíbrio moral e espiritual de seus líderes, partidos e elites, o que reflete profundamente nas orientações pedagógicas que todos os Profissionais da Educação anseiam por direcionar aos seus colegas de trabalho, funcionários de instituições públicas e privadas e é claro aos alunos e alunas dos cursos superiores do Brasil.
Esses antagonismos culturais da sociedade brasileira e a necessidade de um novo e diferente olhar pedagógico sobre as questões educacionais e suas interrogações mais agudas entre outros sintomas de dificuldade nessa área fez surgir, como uma indispensável alternativa para o Brasil, o EaD, que não deve é óbvio substituir a presença do estudante em sala de aula todavia complementar os seus conhecimentos até então adquiridos, enriquecer as suas idéias e seus conteúdos carregados de repertório cultural e aperfeiçoar os modelos pedagógicos que no momento presente tratam desse assunto a nós peculiar.
Muitas vantagens encontramos no EaD tais como a autonomia do aluno, a liberdade de opções, a elevação de sua auto-estima, o seu esforço de superação tendo em vista metas e resultados a serem alcançados, a sua livre iniciativa em dirigir o seu próprio curso de capacitação profissional ou de graduação universitária, a alternativa de tempo e lugar para estudar, sem esquecer o compromisso social que deve ter com as regras do ensino e as normas da universidade às quais precisa obedecer se é que aspira por chegar ao fim da caminhada.
Sinceramente, não vejo débitos ou prejuízos para quem escolhe o EaD.
Parece até que a Didática fica mais inteligente, a programação das aulas mais racional, o exame das matérias e disciplinas disponíveis mais equilibrado.
Creio que o EaD é e será daqui por diante um imenso crédito para o Brasil.
Créditos como uma Pedagogia mais realista e atualizada para a Educação Brasileira, a conscientização do povo brasileiro para a importância do ensino online e via internet, a libertação de preconceitos culturais em relação às urgentes necessidades de renovação de nossos modelos educacionais, o discernimento das diferentes práticas pedagógicas, o progresso do país nesse setor ainda tão carente de verbas e recursos financeiros, a qualificação das aulas ministradas pelos professores, a dignificação do magistério e demais profissionais ligados a esse campo, a melhoria das condições e relações trabalhistas entre patrões e empregados, o maior desempenho dos estudantes na sociedade, o bom relacionamento social e familiar da parte dos envolvidos, e o ótimo comportamento ético e espiritual que se pode esperar de todos.
Certamente, o EaD vai dar certo no Brasil, como vem acontecendo em outras nações no mundo inteiro.
Somente a sabedoria do tempo mostrará para nós a verdadeira identidade do EaD no Brasil.
Enquanto isso, vamos lutando para que a Educação Brasileira nessa área tenha já os razoáveis e positivos resultados esperados.
Sem batalha, não se vence a guerra.
18. Um pouco de Romantismo
Faz parte do Projeto Escola do Futuro desenvolver nos jovens estudantes atitudes e atividades voltadas à vida romântica onde se aprende a conquistar parceiros, namorar com bom desempenho e paquerar com transparência de virtudes, mostrando e refletindo para todos e cada um dos discentes o quão é elevado interagir com as pessoas e com elas compartilhar sentimentos e corações, desejos e paixões, o que torna a existência humana mais saudável e agradável, mais animada e contente, quando ora a juventude estudantil faz acordar seu lado sexual e emocional desejando pois assumir compromissos responsáveis com quem compactue com seus bons interesses e intencionalidades, superando juntos assim problemas, conflitos e dificuldades, ultrapassando barreiras físicas, psicológicas e espirituais, e transcendendo se possível as limitações da natureza e os obstáculos humanos a uma grande conquista de amor. Fertilizar essa área romântica, cordial e sentimental da existência humana deve ser também uma das funções da Escola-Cidadã voltada para o bem individual e social das pessoas, seu progresso espiritual e crescimento interior e externo. Produzir amores gigantes igualmente deve ser um dos objetivos da Escola Romântica, a Escola que faz dos jogos esportivos, atividades de lazer e ações de entretenimento oportunidades para fazer evoluir o momento romântico da classe estudantil. A Escola deve procurar a felicidade de seus componentes pedagógicos e educacionais, o que ultrapassa o espaço interno e mergulha em seu entorno, atingindo famílias e comunidades participantes de seus eventos e que comungam com suas tarefas de boa aprendizagem em todos os sentidos da vida humana.
19. A importâcia de uma boa sexualidade
Despertar os estudantes para uma consciência sexual de qualidade, rica de conteúdo e de excelência comportamental aprimorada, eis uma das principais tarefas da Nova Escola onde o saber junta-se à prática, as emoções e os sentimentos se unem às experiências de vida, e a teoria da sexualidade orienta os alunos e alunas sobre a melhor atitude perante os parceiros e parceiras, companheiros e companheiras de caminhada, optando por uma satisfação de desejos equilibrada e sensata e por vivências sexualizantes bem administradas por quem faz da sexualidade a condição para uma vida de liberdade e felicidade. Essa condição sexual, descoberta por todos, conduzirá ou não à constituição de uma família e à continuidade da espécie humana além de contribuir para a realização feliz de sua natureza humana, envolvida pelos condicionamentos de uma sexualidade aberta e liberta, renovada em suas raízes naturais e humanas. Sendo assim, uma boa sexualidade assumida com responsabilidade e comprometida com a felicidade dos parceiros contribuirá efetivamente para a saúde da família, o bem-estar da sociedade e o bem-comum de toda a humanidade. Sexualmente felizes, os futuros cidadãos e cidadãs da Cidade educada e de respeito tornar-se-ão o capital humano transformador para melhor de toda a estrutura social, política, econômica e cultural. Nessas circunstâncias sociais onde as opções devem ser veneradas e as diferenças respeitadas, urge incentivar a diversidade de pontos de vista e a pluralidade de caráter e personalidade. Nesse jogo e guerra dos sexos, a vida se anima, a sociedade se entusiasma e os humanos e terrestres trabalham mais e melhor, o progresso invade a humanidade então cada vez mais e melhor, capaz assim de se desenvolver sustentavelmente. A Base sexual de qualidade é condição para uma cidadania feliz e uma sociedade de bem com a vida e em paz com sua consciência.
20. A Escola-Cidadã
A Instituição de Ensino e Aprendizagem Social-Democrata deve ser o reflexo de uma sociedade igualmente socialista e democrática, provedora de suas necessidades básicas, incentivadora de políticas públicas voltadas para o ressarcimento dos direitos e deveres dos estudantes, do cumprimento de suas obrigações, compromissos e responsabilidades sociais, interpessoais e ambientais, culturais e financeiras, de família e trabalho, desenvolvendo para melhor sua estrutura sistêmica onde evoluem a arte e a ciência, a tecnologia e a informação, a virtualidade e a internet, o cinema e a música, o teatro e a televisão, o rádio e as redes sociais e sites de entretenimento, a informática e seus emails e blogs, a tecnologia e a pesquisa científica, a história e a filosofia, a moral e a religião, a ética e a espiritualidade, a cultura do bem e da paz e a sociedade da concórdia e da convergência, o que certamente revelará uma Escola da Cidadania comungante entre si e participante dos debates e discussões que resolvam os problemas de suas comunidades adjacentes, responda às interrogações dos profissionais de educação como diretores, coordenadores, inspetores, professores e professoras, solucione as questões emergentes ou não dos Sistemas Integrados de Ensino constituindo assim uma Escola de qualidade de conteúdos de conhecimentos gerais e específicos, de riqueza de sentimentos e de experiências dentro e fora da sala de aula, e de excelência de virtudes educacionais que identifiquem a ótima pedagogia desenvolvida, porta sempre aberta para a evolução do saber, do querer e do poder, do ser e do ter, transformando-se sempre para melhor no canal positivo e otimista entrea educação e a sociedade, ponte de interações em que se compartilham a grandeza da cultura desenvolvida, as diferenças geradoras de liberdade, os detalhes da aprendizagem diversificada e a beleza da pluralidade de consciências que fazem de sua busca por liberdade a base da felicidade. Eis a Escola-Cidadã. A Escola interativa, participante, comprometida com a coletividade ainda que precise salvar seu alto astral no meio de todos e preservar sua auto-estima elevada junto a cada um, fazer ligar necessariamente a unidade com a diversidade, a individualidade com o social e coletivo, caminhando todos para o bem-comum das sociedades e o bem-estar geral de toda a humanidade. É a Escola do aqui e agora. A Escola Cotidiana.
21. Bullyng
Violência nas Escolas
Fenômenos escolares entre os estudantes tais como um xingar o outro, criar apelidos para humilhar seus colegas, bater nos mais novos, explorar os companheiros, manipular a consciência alheia, um fazer a cabeça dos demais, um querer ser mais malandro que a maioria, um ou dois desejarem estar acima dos parceiros, um ou mais elevar-se, orgulhar-se, envaidecer-se e assim rebaixar, rejeitar e excluir alguns, um ou outro monopolizar a turma ou a reunião, buscar ser mais, maior e melhor que os outros, usar de autoritarismo no relacionamento com seus amigos, mandar ou dar ordens porém não querer também obedecer, procurar ser o chefe sem possuir condições de chefia, anseiar por ser o líder sem ter liderança, favorecer alguns em prejuízo da maioria, beneficiar-se das fraquezas e limitações dos outros, enriquecer pisando nos demais, subir destruindo os colegas, estragar os outros quando todo mundo está numa boa, querer ser feliz sozinho, desejar ser livre e não dar condições de liberdade para os outros, mentir quase sempre, ser egoísta na maioria das vezes, usar de soberba quando deveria ser humilde, complicar ao invés de simplificar, confundir em vez de iluminar, enfraquecer quando teria que fortalecer, entristecer os outros, desanimar seus companheiros, desmotivar a turma, não incentivar quem precisa de ajuda, não gostar de ajudar, não gostar de gostar, ignorar o bem que deve fazer, não viver em paz nem deixar a paz acontecer, odiar quando precisava amar, detestar e arrasar os outros, deprimir, oprimir e reprimir na maioria das vezes, ser violento permanentemente, querer sempre brigar, contrariar os demais, contradizer de propósito sem necessidade, determinar condições de maldade e violência entre seus colegas do colégio, criar insatisfação e mal-estar na escola, gerar um clima doentio, inconsciente e irracional a sua volta, produzir ambientes de medo e covardia, construir a destruição dos outros e de si mesmo, isolar-se ao humilhar os outros, desestimular o entusiasmo que existe ao seu redor, em torno de si condicionar momentos desagradáveis e desfavoráveis, criar situações de risco de vida que atraem a morte, definir circunstâncias de divisão e desunião, exclusão e marginalização entre seus amigos, inimigos e adversários, enfim, produzir junto a si um ambiente adverso e controverso provocando a ira, a raiva e a cólera dos demais.
Tudo isso caracteriza o Bullyng, a violência nas escolas.
Como combater o Bullyng ?
Através de uma boa educação onde se procure enfatizar as boas idéias e conhecimentos, a boa ética comportamental e a boa espiritualidade natural.
A Boa consciência, as boas intenções e os bons interesses.
Os bons valores e princípios e as boas vivências.
Observe: cuidar do lado bom da vida.
Ser bom e fazer o bem.
Acreditar em Deus e confiar no Senhor.
Deus, a Bondade em pessoa.
Como é bom ser bom!
Fazer bem todas as coisas e trabalhar sempre com alegria.
Respeitar para ser respeitado.
Ser responsável por seus atos.
Usar de juizo e bom-senso em suas atitudes.
Porque somos felizes quando fazemos os outros felizes.
Somos livres quando deixamos os outros serem livres também.
Devemos ser uma luz para os outros.
Animá-los, motivá-los e incentivá-los sempre.
Viver a vida com energia e entusiasmo.
Enfim, ser um tesão para as mulheres.
Deste modo, o Bullyng não existiria nunca mais.
Graças a Deus e Glória a Vós, Senhor.
22. Aprovação Automática
Sistema de Progressão Continuada
Programa de Avaliação Positiva da Evolução do Conteúdo Interdisciplinar
Tradicionalmente, a realidade escolar desde os colégios municipais até a Universidade tem sido avaliada, examinada e investigada por meio de letras e números, como se o estudante pudesse ser medido ou mensurado matematicamente, ignorando-se que na prática – como se tem visto – a frustração por não passar de ano, ou a rejeição de matérias e disciplinas violentadoras da criatividade e da boa disposição de estudar e conhecer da parte de alunos e alunas, a repressão psicológica e a agressividade ideológica, os traumas obtidos por ser reprovado em sala de aula, as turbulências causadas por uma didática de ensino e aprendizagem que não leva em conta as diferenças dos discentes e os limites do professor, os transtornos de planos de curso e de aula irrealistas que ignoram o cotidiano das comunidades, pais e famílias dos jovens ansiosos por aprender alguma coisa, e os distúrbios oriundos de uma programação pedagógica imaginária sem chão nem teto sem portas nem janelas onde os diretores cobram disciplina nas instituições de ensino, o magistério insiste em testemunhar o saber de especialistas excluindo de suas salas de aula a amizade e o respeito interpessoal, a responsabilidade na boa transmissão de seu repertório de idéias, pensamentos e conhecimentos, a ética profissional e um caminho de vida em que devem imperar a fraternidade mútua e a solidariedade recíproca, a formação de valores e princípios orientadores da existência, a informação planejada, séria e realista sem mentir ou soltar piadas dentro do local de aprendizagem, enfim, tal desejo de fazer da educação não um lugar de amigos ou de respeito entre si, compreensão e tolerância entre todos e cada um, todavia ao contrário o reino da hipocrisia e da falsidade, onde se articulam o bullyng estudantil, a violência interativa e o compartilhamento de atitudes agressivas, o que define entre nós a cultura da morte e uma mentalidade onde a maldade de alguns faz a cabeça da maioria determinando comportamentos de ansiedade e inquietude, aflição e desespero, pânico e medo, comprometendo assim a boa pedagogia de vida e a ótima educação dentro e fora das escolas, atingindo então as famílias dos estudantes e seu meio de vida e trabalho, contagiando suas boas relações com os vizinhos e de um certo modo corrompendo ações individuais e coletivas de interesse positivo e otimismo onde se integram o bem que devem fazer e a paz que precisam viver, atividades de concórdia e a convergência de pontos de vista e visões novas e diferentes da realidade. Deste modo, urge implementar a AA(Aprovação Automática) ou o SPC(Sistema de Progressão Continuada) ou PAPECONI(Programade Avaliação Positiva da Evolução do Conteúdo Interdisciplinar) a fim de se superar preconceitos, ultrapassar traumas e frustrações e transcender com uma outra interpretação pedagógica da realidade dos estudantes a matemática ideológica e psicológica com a qual as pessoas humanas viram letras e são transformadas em números, uma avaliação negativa e pessimista da verdadeira condição natural de alunos e alunas que só anseiam por viver bem a vida e ser alguém no presente e no futuro que os esperam. Assim compreendida a nova pedagogia de ensino teremos então uma bopa educação e as comunidades adjacentes às escolas realizadas com o bom panorama escolar empreendido onde todos se respeitam e levam a aprendizagem com qualidade de vida, riqueza de conteúdo e excelência de virtudes e boas experiências educacionais. Consequentemente, conseguiremos uma sociedade mais feliz, de bem com a vida e em paz com sua consciência. No final, nossa missão cumprida, nossa vocação bem construida e nossa profissão bem produzida e executada. Todos ganharão com isso. Principalmente a classe estudantil e a categoria do magistério. Que nossas Secretarias de Educação despertem para esse fato e acordem de vez e de verdade para essa realidade humana que aspira por melhores dias para a educação. Queremos cidadania nas escolas.
23. Reciclagem, Atualização e Formação permanente do Magistério
Os Ciclos Pedagógicos de formação e informação continuada do Professor devem ser estimulados, neles inserindo programas e conteúdos e didáticas de ensino e aprendizagem onde a cultura geral seja valorizada, a luta da categoria por melhores salários e condições de trabalho dignas e justas seja reavaliada, os direitos e interesses do professorado levados em conta, o contato com a realidade de docentes e discentes em sala de aula seja aquecida e as boas intenções de seus superiores contribuam para a qualidade de vida dos mestres, sua riqueza existencial e excelência de virtudes educacionais e sociais de modo a contribuir para a sua inclusão cotidiana em políticas públicas onde a solidariedade da classe seja avivada buscando pois fazer intercâmbios éticos e espirituais uns com os outros, elevando assim o seu astral e a sua auto-estima, o que na verdade tornará viável uma educação de qualidade sustentável, em que os participantes e integrantes dessa nova e diferente interpretação pedagógica sobre as tendências, oportunidades e possibilidades educacionais chegarão a construir um ensino quase perfeito com uma visão de mundo e de sociedade aberta, renovada e liberta de preconceitos e obstáculos de conhecimento, livre de barreiras e estigmas capazes de fechar a evolução física e mental de todos os profissionais da educação, tornando possível então mais saúde emocional e psicológica para todos e bem-estar generalizado para quem faz da profissão um meio de crescer com os outros, progredir na matéria e no espírito e desenvolver carismaticamente seus talentos e criatividade, fontes de um ensino rico em potencialidades, grande na interpretação moderna dos fatos pedagógicos e gigante acolhedor de profissionais bem capacitados que ofereçam aos estudantes saberes bem ordenados, disciplinados e organizados, uma condição necessária para a superação dos limites da natureza cognitiva, ultrapassagem das fronteiras de uma vivência não só racional mas também sentimental e experimental, e transcendência positiva de critérios de abordagem tradicionais e ultrapassados, voltando-se ao contrário para políticas educacionais onde as diferenças sejam enriquecidas, a diversidade de princípios e valores orientada para o bem de alunos e alunas e a pluralidade de normas psicossociais enfatize as raizes humanas e naturais, bases de uma sociedade cidadã e de comunidades felizes pois se produz a liberdade de escolha, fonte de uma vida vivida com qualidade de conteúdo espiritual. Desse modo, os ciclos pedagógicos possibilitarão a felicidade constante do professor em sala de aula. Isso com efeito é tudo o que a sociedade quer.
24. Didática Produtiva
A Metodologia virtual ou presencial a ser abordada dentro ou fora de sala de aula pode levar em consideração 2 modelos de prática de ensino e aprendizagem que são: o modelo de tempestade cerebral quando o espaço de ensino se abre a um questionamento integral, onde perguntas procuram respostas que se transformam em outros, novos e diferentes problemas, as questões são colocadas para debate em grupos com a presença ou ausência do professor, e as interrogações entre matérias e disciplinas exigem uma auto crítica bastante séria por parte de mestres e alunos, tentando assim solucionar indagações novas e antigas, conteúdos culturais atuais e tradicionais, sempre com o objetivo final de levar ao progresso pedagógico a educação empreendida: o outro modelo pedagógico enfoca um sistema de respostas onde o docente é testemunha do conhecimento e os estudantes se submetem fidedignamente ao seu discurso orientador das práticas de ensino e aprendizagem. Nesse campo, evolui-se pouco, todavia sua consistência educacional é reconhecida por todos.
A partir desses 2 modelos pedagógicos de ensino e aprendizagem pode-se obter uma Didátiva evolutiva e produtiva onde todos ganham com o trabalho desenvolvido, os esforços de cada um e o empenho da maioria.
São métodos progressivos de aprendizagem.
ANEXOS:
1. Parangolé
A Arte da Interatividade
De acordo com o artista Hélio Oiticica, o Parangolé – uma forma de arte ou uma manifestação cultural que extrapola a própria obra de arte – deve sempre unir a arte com a vida, tornando a obra que cria maior e melhor do que si mesma, onde para isso o autor deve interagir com o receptor , transformando-o em co-criador, produtor de conteúdo, e não apenas este assumir uma atitude passiva diante de quem gera a mensagem. Em outras palavras, emissor e receptor da mensagem da obra de arte interagem entre si, compartilham das mesmas idéias e conhecimentos, cabendo ao ouvinte ou objeto da informação completar, e não só contemplar, a obra, acrescentando-lhe outras, novas e diferentes representações ou alternativas e possibilidades de enriquecimento e aperfeiçoamento do trabalho em referência. Assim, o autor cria a arte e o receptor completa-a, aperfeiçoa-a, enriquece-a, acrescentando-lhe ou somando a ela diversas matérias como variados conteúdos de conhecimento.
Por exemplo, se Aleijadinho, artista mineiro, ao criar a imagem de Moisés de modo escultural, visse no observador dessa escultura que ele poderia enriquecê-la ou aperfeiçoá-la transformando-a em uma música, ou um texto de redação, ou em uma galeria de fotos, ou ainda em um vídeo ou filme de cinema, ele na verdade estaria refletindo o Parangolé.
Assim se traduz o Parangolé.
Nele, a obra em si está incompleta, precisando do receptor de sua mensagem para completá-la, inserindo-lhe novas mídias ou outras maneiras de enriquecer e aperfeiçoar a mensagem do artista, isso de modo musical, teatral, cinematográfico, audiovisual, monografia do estudante ou fotográfico.
Isso em síntese é o Parangolé, que une a arte com a vida, faz interagir o emissor e o receptor de sua mensagem, contribuindo este com diferentes qualidades de conteúdo conforme se viu acima.
No campo da educação à distância ou do ensino presencial e virtual, online e offline, a mensagem do Parangolé é a de que professores e alunos interajam na construção dos conhecimentos propostos e oferecidos, os quais deixam de ser apenas transmissores ou monologais para se fazerem agora comunicadores, dialógicos, interativos e compartilhados, passando o estudante a ajudar o mestre acrescentando-lhe novas mensagens e conhecimentos, tornando o ensino mais completo, que soma forças, mais rico, mais perfeito, e de excelente qualidade.
Observa-se ainda que o ensino online ou virtual vê-se então enriquecido com a possibilidade de participação dos alunos e alunas co-criando e co-construindo com os docentes o conteúdo necessário para que os conhecimentos fiquem completos.
No Parangolé como no ensino virtual e online, a participação é importante, é interessante a interatividade e o compartilhamento, e sobretudo neles sobressaem a co-autoria dos estudantes que ora aperfeiçoam os conhecimentos dados pelo professor.
Para isso, usam-se ferramentas de fotos e vídeos, música e cinema, textos e audiovisuais.
O Parangolé na verdade é um processo em construção.
2. Parangolé
A Pedagogia da Interatividade
De acordo com o artista Hélio Oiticica, o Parangolé – uma forma de arte ou uma manifestação cultural que extrapola a própria obra de arte – é um paradigma exemplar que serve como instrumento gerador de diversas possibilidades, alternativas e oportunidades para todas as matérias e disciplinas da educação, possuindo pois uma pedagogia, didática, avaliação e programação próprias
Um Diferente e Alternativo Modelo de Ensino-Aprendizagem
Educação Aberta
O Processo Permanente de Construção Interativa do Saber Compartilhado
A Pedagogia das Possibilidades de Geração de Novos Conhecimentos Libertadores
Professor e Aluno interagem, cooperam entre si, em mútua colaboração, compartilhando seus próprios conteúdos culturais
Como o Mestre, o Estudante é também co-Autor e co-Construtor da Aprendizagem
Este Modelo Pedagógico é Aberto, Construtor, Processual, Renovador, Permanente, Libertador
Nele, todos crescem, progridem e evoluem
A Criatividade é a Ferramenta da Produção do Conhecimento
Em si, o saber é incompleto, precisando ser completado, suplementado, replementado, enriquecido e aperfeiçoado constantemente por ambos, docente e discente, em um processo sem fim de construção de seu conteúdo e essência
Aqui e agora, sobressai a pessoa do estudante, como agente pedagógico criador de novas possibilidades
Unindo a vida com a pedagogia, então se complementa o ensino e seu movimento contínuo de aprendizagem, acrescentando-lhe outros repertórios de interação e comunicação tais como o texto de redação e a leitura, a galeria de fotos e a música, o audiovisual e o filme de cinema, os vídeos em forma de documentários e as imagens de um projeto de boa educação, a dança e o teatro, o rádio e a televisão, o computador e a internet, os jogos eletrônicos e o esporte e o lazer, as mensagens instantâneas e as teleconferências
Baseia-se em uma filosofia de vida processual construtivista
Seu trabalho educacional é articular diferentes saberes que liberem novos conhecimentos
Eterno é o seu projeto pedagógico tendo em vista que a vida e a construção do homem e da mulher são eternas
Com anseios infinitos, deseja sempre criar e co-criar novas idéias, construir e co-construir diferentes conhecimentos, a partir do intercâmbio professor-aluno
Como processo em construção permanente, caminha sempre, destruindo jamais
Tem uma visão da realidade aberta onde interpreta os acontecimentos procurando sempre superá-los, transcender os seus limites e ultrapassar as suas fronteiras temporais e históricas, reais e atuais, locais e regionais, globais e universais
Como tendência presente e futura, não se basta a si mesma, todavia vive a possibilidade, busca alternativas e gera oportunidades, sempre construindo o conhecimento
Faz da sua abertura ao saber uma opção pedagógica capaz de se renovar com constância e de se libertar crescentemente à medida em que outras possibilidades se experimentem, novos conteúdos se acrescentem e diferentes repertórios lhe sejam adicionados
Planeja como meta chegar à felicidade e bem-estar da sociedade e como resultados imediatos atingir a cultura do bem e da paz e a mentalidade sem violência ou agressividade
Com dinâmicas de grupo e debates em sala de aula, pesquisas individuais e coletivas, monografias e leituras silenciosas aspira assim produzir seus conteúdos de saber e repertórios de conhecimento de qualidade e excelência
Sua produtividade é obtida com o ponto de vista de cada um, com a participação de todos inclusive da comunidade de amigos e moradores em volta da escola
No movimento, a sua marca
Na interatividade, o seu propósito
No compartilhamento, a sua riqueza
Na criatividade, a sua possibilidade
Nos novos conteúdos, a sua diferença
Na co-autoria, a sua beleza
Na co-construção, a sua grandeza
No intercâmbio, a sua abertura
Na renovação, a sua libertação
Respeitar as diferenças, valorizar os pequenos detalhes e observar as pequenas coisas é uma das condições indispensáveis impostas pelos administradores da educação aberta
Nos exercícios físicos e mentais, e nas operações materiais e espirituais, deve sempre prevalecer a ordem e o equilíbrio da mente, a disciplina ética e espiritual e a organização das emoções vividas e dos sentimentos praticados, bem como o controle consciente e racional e o domínio de si mesmo
Na prática cotidiana, todos devem ajudar-se uns aos outros, satisfazendo os desejos de uns e realizando as necessidades de outros
Que o otimismo de vida e o pensamento positivo, assim como o alto astral e a auto-estima elevada sejam as prioridades no relacionamento entre as pessoas, sejam elas os profissionais de educação como diretores, coordenadores, inspetores, orientadores, planejadores, programadores, professores e professoras, ou os estudantes e funcionários dessa casas de ensino e ambientes de aprendizagem
No amor recíproco e na interdependência de relações, nos encontros interpessoais e nos diálogos intercambiais, na cooperação interativa e na colaboração compartilhada, reinem sempre o bem que se deve fazer e a paz que se deve viver, a bondade que constrói e a concórdia que acalma e tranqüiliza
No império dos valores da boa consciência, das virtudes da boa ética comportamental e das vivências morais e experiências espirituais que todos devemos ter privilegiem-se a fé em Deus e a oração ao Senhor, fundamentos de uma boa vida e garantias seguras de uma ótima existência
Que o sorriso produtor de esperança e a alegria curadora de todos os males sejam partes integrantes do cotidiano das escolas e das atividades que nelas se operam com freqüência diariamente
Praticando a justiça no compromisso responsável de pessoas direitas, todos mantenham o respeito mútuo, ajam com juízo e usem o bom-senso, gerando liberdade em seus deveres e obrigações cumpridas e produzindo felicidade no abraço aos direitos que todos devem compreender e venerar
Na busca do conhecimento verdadeiramente possível, professores e estudantes encontrem a sua saúde mental e o bem-estar pessoal e social
Ao pensar idéias e valores, discernir símbolos e imagens e conhecer outros conteúdos do saber, os interesses públicos e as intencionalidades coletivas sejam preferidos em suas práticas pedagógicas
Nesse campo de atividades e relacionamentos educativos, deve-se enfatizar as ações fraternas e as atitudes solidárias, as boas amizades e a generosidade dos comportamentos
Um exemplo da aplicação dessa Pedagogia da Interatividade é considerarmos o fato da “Independência do Brasil” às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, e rechear a sua abordagem e colorir o seu conteúdo com apresentações de trabalhos e pesquisas sobre o tema, através de vídeos e audiovisuais, concursos de redação, painéis de fotos e imagens, conferências e debates com assuntos diversificados, criação de músicas de cunho popular, filmes de cinema com títulos interessantes e atraentes, jogos educativos, produção de blogs e sites da internet, palestras na rádio globo, programa na TV Bandeirantes, representações teatrais enfatizando as principais figuras como o Imperador Dom Pedro I, o Patriarca José de Alencar, Dom João VI, a família real portuguesa, os indígenas brasileiros, e assim por diante.
Esses fluxo de conhecimentos proporcionados e seu complexo de informações e comunicações serviriam de ilustrações para esse acontecimento tão importante para o Brasil, de tal modo que com essa luz mental se entenderia melhor o seu episódio, se observaria os vários ângulos de sua compreensão, se aumentaria o saber em torno dele, se dilatariam as várias interpretações sobre essa realidade, se obteria um outro, novo e diferente olhar sobre a história do Brasil.
Com esse panorama global e diferencial sobre o fenômeno real e histórico em referência, teríamos então um maior conhecimento acerca dele.
Tal é o Parangolé, a Pedagogia da Interatividade.
Na origem do Parangolé está a preocupação de fazer os estudantes interagirem com o professor a fim de se possibilitar a produção do conhecimento cujo processo é permanente, criativo, evolutivo, aberto, renovador e libertador, alcançando outros, bons, novos e diferentes conteúdos capazes de propiciar saúde pessoal e bem-estar coletivo para todos e cada um dos que assumem o compromisso responsável de gerar liberdade de criação, a partir da qual se constrói a cultura do bem físico, mental e espiritual e suas conseqüência na vida cotidiana para a qual contribuem as variadas funções e diversos recursos de elucidação e esclarecimento de seu repertório rico de saberes então compartilhados.
Nesse movimento de aprendizagem, o ensino se torna mais eficaz e produtivo, mais claro e lúcido, mais rico e desenvolvido, mais qualificado e excelente.
Eis sua constante abertura a novas possibilidades e diferentes alternativas de conhecimento.
Nessa proposta de ensino aberto, a aprendizagem se renova a cada instante e se libertam os talentos de cada um, e o carismas se complementam criando novas e diferentes possibilidades de co-construção do conhecimento, fazendo então a verdadeira diferença que caracteriza essa pedagogia intercambial, que faz da interação de professores e estudantes o caminho certo para o compartilhamento de seus conteúdos produzidos tendo em vista o crescimento de todos, o enriquecimento das matérias e disciplinas e o aperfeiçoamento do saber agora bem pensado, bem discernido e bem gerado como outro repertório cultural de conhecimentos adquiridos.
Nessa abertura cheia de alternativas e possibilidades, reina a diferença, a co-autoria entre mestres e alunos transformando a cultura e sua essência renovadora e libertadora em fonte de saúde pedagógica e bem-estar educacional para todos e cada um dos envolvidos nesse processo de educação aberta, propiciadora das diferenças criadoras que com seus detalhes construtivos faz a educação avançar, progredir bem e evoluir com qualidade de vida e excelente trabalho de interatividades que se complementam, esclarecendo assim a temática em referência, elucidando seus objetivos finais e evidenciando as suas raizes responsáveis pela luz do conhecimento obtido.
No Parangolé, imperam as diferenças.
Dos discentes, alunos, discípulos e estudantes esperam-se a sua co-autoria de idéias e a sua co-construção de conhecimentos, o que se dá através dos debates dentro e fora da sala de aula, das pesquisas individuais e coletivas, das monografias solicitadas pelos mestres, das apresentações discursivas e participativas, dos trabalhos de grupo, dos audiovisuais visualizados, das representações teatrais em torno do tema, das danças sobre o assunto em referência, das músicas geradas em prol da mensagem que se tenta oferecer, das criações artísticas e literárias, das atividades esportivas, recreativas e de lazer, e assim por diante.
Esse jogo interpessoal de conteúdos que se produzem e se complementam, o intercâmbio de culturas diversas e mentalidades diferentes, o fluxo de interatividades que colaboram entre si, o complexo de matérias e disciplinas compartilhadas e a cooperação mútua aliada com a reciprocidade de intenções e interesses semelhantes ou não, faz da pedagogia do parangolé uma novidade que precisa ser cultivada, explorada, enriquecida, desenvolvida e aperfeiçoada por todos os que comungam e participam de sua geração e propagação, transformando-o positivamente em ferramenta de renovação pedagógica e instrumento de libertação dos exercícios educacionais que então se empreendem.
O Parangolelismo pedagógico e sua teia interativa com sua rede de intercâmbios culturais e mentalidades compartilhadas é responsável pela boa qualidade de sua produção educacional, determinadora dos seus ótimos conteúdos de conhecimento e das idéias fecundas e profundas que faz surgir, causando entre os que dele participam e com ele comungam saúde física e mental, e bem-estar material e espiritual, a partir de que é possível a construção de uma sociedade mais livre e feliz, mais ordeira e pacífica, mais fraterna e solidária, de bem com a vida, que faz do seu amor pleno pela educação das pessoas o sentido de sua vida e a razão de seu existir.
3. A Escola Móvel
Projeto Alternativo de Aprendizagem
O Ensino Interativo e Compartilhado
1. As Aulas Presenciais e
o Ensino a Distância
Seus ambientes móveis, mutáveis e rotativos tornam o processo de ensino-aprendizagem mais renovado e liberto de suas prisões ideológicas e escravidões psico-sociais, possibilitando então a criatividade dos estudantes e a produtividade dos professores, a flexibilidade de seus coordenadores e funcionários, a legalidade de suas transparências comportamentais e a legitimidade que a própria sociedade lhe confere, reconhecendo nessas atividades móveis de educação a porta aberta para uma outra realidade social, política, econômica e cultural em nosso país.
Tal clima renovador e libertador de diferentes possibilidades e alternativas se observa em suas aulas presenciais e em suas práticas de ensino a distância, o que reflete hoje as exigências do mundo moderno nessa área, os desejos das comunidades educacionais envolvidas e as necessidades de crescimento interior e exterior por parte daqueles e daquelas que abraçam essa idéia e a transformam em esperança de vida melhor para a humanidade.
2. A Educação Aberta,
Construtiva e Processual
Em função de uma filosofia de mudanças permanentes e movimentos contínuos, a Escola Móvel se realiza por meio de uma pedagogia com orientações abertas, construtivas e processuais, onde a produção do conhecimento é criativa e interativa, que encontra no compartilhamento de seu repertório de conteúdos o sentido de sua existência e a razão de sua mobilidade e mutabilidade, raiz de seus trabalhos cooperativos e fonte de sua dinâmica colaborativa, geradoras de ricos debates e excelentes discussões descobridoras de novas idéias e consciências, de experiências emergentes e práticas emancipadoras que possam trazer favores e benefícios para a sociedade, como o seu progresso material e espiritual, uma diversa visão da sua realidade, boa saúde individual e bem-estar coletivo, equilíbrio mental e social, conscientização de suas realidades políticas, econômicas e culturais, uma nova cultura do bem e da paz para os seus ambientes antes dominados pela violência e a agressividade, e uma diferente mentalidade fundada em atitudes amigas e generosas, fraternas e solidárias.
Tais os objetivos centrais da Escola Móvel e suas conseqüências na experiência real cotidiana.
3. A Aprendizagem em Movimento
Cursos de Alfabetização, aulas de informática ou de ensino supletivo e programas de especialização e capacitação profissional, bem como a graduação e pós-graduação de faculdades e mestrados e doutorados de universidades diversas, serviços de orientação psicológica, espiritual e educacional, práticas de estágio ou exercícios de ensino-aprendizagem, operações físicas e mentais, e demais atividades da Escola Móvel, podem ser ministradas e concretizadas em casa e no trabalho, no escritório e no consultório, nas ruas e praças da Cidade, nos shoppings e supermercados do bairro, nos hotéis e restaurantes da região, em suas ferroviárias e rodoviárias, nos heliportos e aeroportos, nas lan houses e cybercafés distribuídos por suas localidades, através do rádio e da televisão, do telefone celular, do computador e da internet, dos CDs e DVDs, dos audiovisuais e teleconferências, dos torpedos e mensagens instantâneas, das redes sociais e comunidades virtuais tais como o Twitter, o Orkut, o Youtube, o Facebook, o MySpace, os blogs e emails e os sites das redes mundiais de computadores, tudo isso pois em tempos e espaços diferentes, contudo sempre articulando o movimento constante de professores e estudantes cujos efeitos cotidianos certamente serão um ensino de qualidade com perspectivas de progresso no presente e no futuro.
4. A Pedagogia da Interatividade
Parangolé: um exemplo de ensino móvel, aberto, mutável, interativo, construtivo e compartilhado
De acordo com o artista Hélio Oiticica, o Parangolé – uma forma de arte ou uma manifestação cultural que extrapola a própria obra de arte – é um paradigma exemplar que serve como instrumento gerador de diversas possibilidades, alternativas e oportunidades para todas as matérias e disciplinas da educação, possuindo pois uma pedagogia, didática, avaliação e programação próprias
Um Diferente e Alternativo Modelo de Ensino-Aprendizagem
Educação Aberta
O Processo Permanente de Construção Interativa do Saber Compartilhado
A Pedagogia das Possibilidades de Geração de Novos Conhecimentos Libertadores
Professor e Aluno interagem, cooperam entre si, em mútua colaboração, compartilhando seus próprios conteúdos culturais
Como o Mestre, o Estudante é também co-Autor e co-Construtor da Aprendizagem
Este Modelo Pedagógico é Aberto, Construtor, Processual, Renovador, Permanente, Libertador
Nele, todos crescem, progridem e evoluem
A Criatividade é a Ferramenta da Produção do Conhecimento
Em si, o saber é incompleto, precisando ser completado, suplementado, replementado, enriquecido e aperfeiçoado constantemente por ambos, docente e discente, em um processo sem fim de construção de seu conteúdo e essência
Aqui e agora, sobressai a pessoa do estudante, como agente pedagógico criador de novas possibilidades
Unindo a vida com a pedagogia, então se complementa o ensino e seu movimento contínuo de aprendizagem, acrescentando-lhe outros repertórios de interação e comunicação tais como o texto de redação e a leitura, a galeria de fotos e a música, o audiovisual e o filme de cinema, os vídeos em forma de documentários e as imagens de um projeto de boa educação, a dança e o teatro, o rádio e a televisão, o computador e a internet, os jogos eletrônicos e o esporte e o lazer, as mensagens instantâneas e as teleconferências
Baseia-se em uma filosofia de vida processual construtivista
Seu trabalho educacional é articular diferentes saberes que liberem novos conhecimentos
Eterno é o seu projeto pedagógico tendo em vista que a vida e a construção do homem e da mulher são eternas
Com anseios infinitos, deseja sempre criar e co-criar novas idéias, construir e co-construir diferentes conhecimentos, a partir do intercâmbio professor-aluno
Como processo em construção permanente, caminha sempre, destruindo jamais
Tem uma visão da realidade aberta onde interpreta os acontecimentos procurando sempre superá-los, transcender os seus limites e ultrapassar as suas fronteiras temporais e históricas, reais e atuais, locais e regionais, globais e universais
Como tendência presente e futura, não se basta a si mesma, todavia vive a possibilidade, busca alternativas e gera oportunidades, sempre construindo o conhecimento
Faz da sua abertura ao saber uma opção pedagógica capaz de se renovar com constância e de se libertar crescentemente à medida em que outras possibilidades se experimentem, novos conteúdos se acrescentem e diferentes repertórios lhe sejam adicionados
Planeja como meta chegar à felicidade e bem-estar da sociedade e como resultados imediatos atingir a cultura do bem e da paz e a mentalidade sem violência ou agressividade
Com dinâmicas de grupo e debates em sala de aula, pesquisas individuais e coletivas, monografias e leituras silenciosas aspira assim produzir seus conteúdos de saber e repertórios de conhecimento de qualidade e excelência
Sua produtividade é obtida com o ponto de vista de cada um, com a participação de todos inclusive da comunidade de amigos e moradores em volta da escola
No movimento, a sua marca
Na interatividade, o seu propósito
No compartilhamento, a sua riqueza
Na criatividade, a sua possibilidade
Nos novos conteúdos, a sua diferença
Na co-autoria, a sua beleza
Na co-construção, a sua grandeza
No intercâmbio, a sua abertura
Na renovação, a sua libertação
Respeitar as diferenças, valorizar os pequenos detalhes e observar as pequenas coisas é uma das condições indispensáveis impostas pelos administradores da educação aberta
Nos exercícios físicos e mentais, e nas operações materiais e espirituais, deve sempre prevalecer a ordem e o equilíbrio da mente, a disciplina ética e espiritual e a organização das emoções vividas e dos sentimentos praticados, bem como o controle consciente e racional e o domínio de si mesmo
Na prática cotidiana, todos devem ajudar-se uns aos outros, satisfazendo os desejos de uns e realizando as necessidades de outros
Que o otimismo de vida e o pensamento positivo, assim como o alto astral e a auto-estima elevada sejam as prioridades no relacionamento entre as pessoas, sejam elas os profissionais de educação como diretores, coordenadores, inspetores, orientadores, planejadores, programadores, professores e professoras, ou os estudantes e funcionários dessa casas de ensino e ambientes de aprendizagem
No amor recíproco e na interdependência de relações, nos encontros interpessoais e nos diálogos intercambiais, na cooperação interativa e na colaboração compartilhada, reinem sempre o bem que se deve fazer e a paz que se deve viver, a bondade que constrói e a concórdia que acalma e tranqüiliza
No império dos valores da boa consciência, das virtudes da boa ética comportamental e das vivências morais e experiências espirituais que todos devemos ter privilegiem-se a fé em Deus e a oração ao Senhor, fundamentos de uma boa vida e garantias seguras de uma ótima existência
Que o sorriso produtor de esperança e a alegria curadora de todos os males sejam partes integrantes do cotidiano das escolas e das atividades que nelas se operam com freqüência diariamente
Praticando a justiça no compromisso responsável de pessoas direitas, todos mantenham o respeito mútuo, ajam com juízo e usem o bom-senso, gerando liberdade em seus deveres e obrigações cumpridas e produzindo felicidade no abraço aos direitos que todos devem compreender e venerar
Na busca do conhecimento verdadeiramente possível, professores e estudantes encontrem a sua saúde mental e o bem-estar pessoal e social
Ao pensar idéias e valores, discernir símbolos e imagens e conhecer outros conteúdos do saber, os interesses públicos e as intencionalidades coletivas sejam preferidos em suas práticas pedagógicas
Nesse campo de atividades e relacionamentos educativos, deve-se enfatizar as ações fraternas e as atitudes solidárias, as boas amizades e a generosidade dos comportamentos
Um exemplo da aplicação dessa Pedagogia da Interatividade é considerarmos o fato da “Independência do Brasil” às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, e rechear a sua abordagem e colorir o seu conteúdo com apresentações de trabalhos e pesquisas sobre o tema, através de vídeos e audiovisuais, concursos de redação, painéis de fotos e imagens, conferências e debates com assuntos diversificados, criação de músicas de cunho popular, filmes de cinema com títulos interessantes e atraentes, jogos educativos, produção de blogs e sites da internet, palestras na rádio globo, programa na TV Bandeirantes, representações teatrais enfatizando as principais figuras como o Imperador Dom Pedro I, o Patriarca José de Alencar, Dom João VI, a família real portuguesa, os indígenas brasileiros, e assim por diante.
Esses fluxo de conhecimentos proporcionados e seu complexo de informações e comunicações serviriam de ilustrações para esse acontecimento tão importante para o Brasil, de tal modo que com essa luz mental se entenderia melhor o seu episódio, se observaria os vários ângulos de sua compreensão, se aumentaria o saber em torno dele, se dilatariam as várias interpretações sobre essa realidade, se obteria um outro, novo e diferente olhar sobre a história do Brasil.
Com esse panorama global e diferencial sobre o fenômeno real e histórico em referência, teríamos então um maior conhecimento acerca dele.
Tal é o Parangolé, a Pedagogia da Interatividade.
Na origem do Parangolé está a preocupação de fazer os estudantes interagirem com o professor a fim de se possibilitar a produção do conhecimento cujo processo é permanente, criativo, evolutivo, aberto, renovador e libertador, alcançando outros, bons, novos e diferentes conteúdos capazes de propiciar saúde pessoal e bem-estar coletivo para todos e cada um dos que assumem o compromisso responsável de gerar liberdade de criação, a partir da qual se constrói a cultura do bem físico, mental e espiritual e suas conseqüência na vida cotidiana para a qual contribuem as variadas funções e diversos recursos de elucidação e esclarecimento de seu repertório rico de saberes então compartilhados.
Nesse movimento de aprendizagem, o ensino se torna mais eficaz e produtivo, mais claro e lúcido, mais rico e desenvolvido, mais qualificado e excelente.
Eis sua constante abertura a novas possibilidades e diferentes alternativas de conhecimento.
Nessa proposta de ensino aberto, a aprendizagem se renova a cada instante e se libertam os talentos de cada um, e o carismas se complementam criando novas e diferentes possibilidades de co-construção do conhecimento, fazendo então a verdadeira diferença que caracteriza essa pedagogia intercambial, que faz da interação de professores e estudantes o caminho certo para o compartilhamento de seus conteúdos produzidos tendo em vista o crescimento de todos, o enriquecimento das matérias e disciplinas e o aperfeiçoamento do saber agora bem pensado, bem discernido e bem gerado como outro repertório cultural de conhecimentos adquiridos.
Nessa abertura cheia de alternativas e possibilidades, reina a diferença, a co-autoria entre mestres e alunos transformando a cultura e sua essência renovadora e libertadora em fonte de saúde pedagógica e bem-estar educacional para todos e cada um dos envolvidos nesse processo de educação aberta, propiciadora das diferenças criadoras que com seus detalhes construtivos faz a educação avançar, progredir bem e evoluir com qualidade de vida e excelente trabalho de interatividades que se complementam, esclarecendo assim a temática em referência, elucidando seus objetivos finais e evidenciando as suas raizes responsáveis pela luz do conhecimento obtido.
No Parangolé, imperam as diferenças.
Dos discentes, alunos, discípulos e estudantes esperam-se a sua co-autoria de idéias e a sua co-construção de conhecimentos, o que se dá através dos debates dentro e fora da sala de aula, das pesquisas individuais e coletivas, das monografias solicitadas pelos mestres, das apresentações discursivas e participativas, dos trabalhos de grupo, dos audiovisuais visualizados, das representações teatrais em torno do tema, das danças sobre o assunto em referência, das músicas geradas em prol da mensagem que se tenta oferecer, das criações artísticas e literárias, das atividades esportivas, recreativas e de lazer, e assim por diante.
Esse jogo interpessoal de conteúdos que se produzem e se complementam, o intercâmbio de culturas diversas e mentalidades diferentes, o fluxo de interatividades que colaboram entre si, o complexo de matérias e disciplinas compartilhadas e a cooperação mútua aliada com a reciprocidade de intenções e interesses semelhantes ou não, faz da pedagogia do parangolé uma novidade que precisa ser cultivada, explorada, enriquecida, desenvolvida e aperfeiçoada por todos os que comungam e participam de sua geração e propagação, transformando-o positivamente em ferramenta de renovação pedagógica e instrumento de libertação dos exercícios educacionais que então se empreendem.
O Parangolelismo pedagógico e sua teia interativa com sua rede de intercâmbios culturais e mentalidades compartilhadas é responsável pela boa qualidade de sua produção educacional, determinadora dos seus ótimos conteúdos de conhecimento e das idéias fecundas e profundas que faz surgir, causando entre os que dele participam e com ele comungam saúde física e mental, e bem-estar material e espiritual, a partir de que é possível a construção de uma sociedade mais livre e feliz, mais ordeira e pacífica, mais fraterna e solidária, de bem com a vida, que faz do seu amor pleno pela educação das pessoas o sentido de sua vida e a razão de seu existir.
5. A Didática da Mudança
Por meio de debates e pesquisas individuais e coletivas, leituras silenciosas e monografias(redações), apresentações e audiovisuais, mensagens instantâneas e teleconferências, notícias de rádio e programas de televisão, uso do computador e a internet, sites e blogs, emails e chats(salas de bate-papo), redes sociais e comunidades virtuais, trabalhos de grupo e provas, testes e exercícios, opera-se a didática de ensino móvel, cuja mobilidade e mutabilidade ajudam na construção de uma rede interativa de relacionamentos de qualidade e de uma teia de compartilhamento de conteúdos de conhecimentos de excelência, o que enriquece a boa aprendizagem dos estudantes e aprimora a ótima produtividade dos professores, tornando pois o sistema pedagógico de ensino bem mais saudável e agradável, onde todos e cada um através de sua natural criatividade e de seus dons, talentos e carismas, pode buscar uma vida escolar de grandeza social e de beleza universal.
Da mudança, pela mudança e para a mudança vive-se o desenvolvimento de uma educação voltada para o condicionamento de atitudes de bem e de paz, fraternas e solidárias, amigas e generosas.
Desse modo, construiremos a sociedade do conhecimento e seu mundo de possibilidades interativas e de alternativas de compartilhamento, em que a vida humana se transforma em uma metamorfose de conteúdos bem repartidos e distribuídos.
Então, nos tornamos processo, processo em construção, construção da bondade nas relações e concórdia nas atividades que empreendemos.
6. O Professor Perambulante
À Semelhança do filósofo grego Aristóteles(século VI a.C.), que, na sua escola o Liceu ensinava caminhando, circulando pelas ruas, praças e avenidas de Atenas, andando em volta da Cidade, perambulando ao mesmo tempo em que ministrava as suas aulas de biologia, ciência natural, lógica, metafísica, matemática e outros, também nós integrantes da Pedagogia Móvel devemos tomar consciência da necessidade de nos mobilizarmos tendo em vista a qualidade do ensino oferecido, a excelência do seu conteúdo bem produzido, a eficiência da didática da aprendizagem, a riqueza dos resultados obtidos, o aperfeiçoamento do seu processo construtivo, o aprimoramento de sua gestão bem sucedida, o que na verdade contribui para o fortalecimento dos princípios éticos e espirituais de uma sociedade, a consolidação de suas bases científicas e psicológicas, a estabilidade das razões que fundamentam tal prática educacional, e sem dúvida a crescente conscientização de sua liberdade, fonte da sua verdadeira felicidade.
Na Educação Móvel, por conseguinte, o mestre é ambulante, indo e vindo em suas andanças pedagógicas, perambulando em diversos tempos e lugares, em diferentes momentos e situações da vida cotidiana, nas circunstâncias fáceis e difíceis e até aparentemente impossíveis, quando agora interfere no processo de conhecimento de seus alunos e alunas, aumentando o seu repertório de saberes e o contingente de conteúdos qualificados, fazendo assim desse movimento de ensino e aprendizagem o caminho para o sucesso vocacional e o bem-estar profissional de todos os envolvidos nesse ambiente de créditos, favores e benefícios educacionais, razão de uma vida com sentido e de uma existência livre e boa de se viver, feliz em si mesma.
O Professor Perambulante é então o interventor pedagógico que gera a boa educação de todos, seja ela a partir de uma base de conhecimentos adquiridos seja em função de uma ética comportamental bem desenvolvida ou seja ainda de acordo com a espiritualidade natural ali bem articulada, transformando docentes e discentes em agentes de mudança, ferramentas de transformação e instrumentos de abertura das consciências envolvidas, de renovação das culturas e mentalidades participantes e de libertação dos corpos, mentes e espíritos daquelas pessoas que fazem da mobilidade do ensino a porta da liberdade de suas vidas de cada dia, princípio da autêntica felicidade que passam desde então a administrar.
7. O Aluno Nômade
Estar sempre em movimento, eis a inteligência do estudante, o seu trabalho constante, a sua atividade permanente, a partir do qual ele constrói a sua vida de liberdade, de sonhos que se realizam, de realidades novas e diferentes, de felicidade com bem-estar, de saúde com otimismo, de alegria com positivismo, de equilíbrio com bom-senso, de respeito com responsabilidade, de bondade com concórdia, de vida com amor, de bem com paz, de verdade com justiça, de direito com transparência, de fraternidade e solidariedade, de amizade e generosidade, sempre construindo – e jamais destruindo – a experiência cotidiana, criando condições saudáveis de existência para todos, interagindo para gerar as boas coisas da vida, compartilhando para enriquecer os conhecimentos das pessoas, colaborando para que a criatividade se desenvolva, os talentos se reproduzam, os dons e os carismas sejam postos em prática, as vocações naturais surjam e o seu lado profissional se articule com outras alternativas de trabalho, com novas possibilidades de emprego e com diferentes tendências do mercado atual.
No cotidiano, alunos e alunas se mobilizam para estudar bem, criar boas idéias, atingir ótimos conhecimentos em função de um razoável discernimento, sempre pois fazendo a diferença entre os seres e as coisas, pensando bem a cada momento, fazendo de cada instante uma oportunidade para progredir na vida, e evoluir com a certeza de que está no caminho certo, o caminho bom da boa educação, do respeito às pessoas, da responsabilidade por seus atos, e sobretudo por uma vida de inteira oração a partir de que Deus, o Senhor, terá vez e voz na sua vida, favorecendo-lhe continuamente com seus inúmeros benefícios, grandes graças e gigantescas maravilhas sem fim durante toda a sua jornada terrestre e celeste, temporal e eterna, histórica e infinita.
Na condição de nômades, os estudantes podem movimentar a vida lá fora buscando sempre em si, de si, por si e para si a fonte de toda essa dinâmica de processos interativos e construtivos, abertos e libertos de todos os obstáculos da mente e do corpo, de todos os preconceitos e superstições morais e religiosas.
O Movimento liberta as pessoas.
O fato de ser nômades transforma os estudantes em metamorfoses ambulantes, agentes de mudança e mobilização social, ferramentas de transformação política e econômica, e instrumentos de libertação social e cultural, fazendo sempre emergir para realidades mais saudáveis e agradáveis o conjunto de suas comunidades, a totalidade da sociedade e a globalidade de toda a humanidade.
Nesse sentido, o nomadismo dos estudantes torna-se elemento de transformação social, de emergência das consciências e de emancipação das liberdades humanas individuais e coletivas.
Em movimento, somos livres.
Livres, somos felizes.
8. Conhecimentos Compartilhados
Com o advento em nossos dias atuais do fenômeno da globalização no mundo inteiro, a vida humana passou a ser mais interligada, interativa e compartilhada, fazendo-se desde então intercâmbios de idéias e conhecimentos, de culturas e mentalidades, de valores e virtudes, de consciências e experiências, de vivências e existências, de teorias e práticas, sempre com a boa intenção de assim trazer progresso para as pessoas, saúde e bem-estar para as comunidades, bem e paz para as sociedades, liberdade e felicidade para toda a humanidade.
Temos crescido desse modo ultimamente.
Também a aprendizagem móvel percebeu tal necessidade de cooperação mútua entre grupos e indivíduos, e a colaboração recíproca, de tal modo que hoje aqui e agora os homens e as mulheres satisfazem mais os seus desejos e realizam melhor as suas necessidades, trazendo pois a todo o Planeta Global boa qualidade de vida e excelente repertório de saberes, maior transparência em suas atitudes e ótimo aperfeiçoamento de seus pensamentos criativos, de seus sentimentos românticos e de seus comportamentos razoáveis, justos e equilibrados.
Assim mobilizados, os gestores e colaboradores da Escola Móvel empenham-se atualmente em fundamentar seus conteúdos gerados, propagá-los com bons interesses de desenvolvimento em conjunto e consolidá-los no interior da sociedade, que agora vê nesse compartilhamento rico e quase perfeito a chance de melhorar os seus ambientes de vida e a oportunidade de produzir alternativas de felicidade para todos e cada um a partir é claro das possibilidades de liberdade respeitosa e responsável que juntos e unidos procuramos adquirir.
Nasce assim pois o Conteudista, o produtor de conteúdos.
9. Produtores de conteúdos novos e diferentes
O Conteudista – profissional competente que produz conteúdos de conhecimento de qualidade e excelência reconhecidos pelo mercado – é hoje não só uma novidade no Ensino Móvel como também uma necessidade dos tempos modernos sobretudo na área de educação fundamental, média e superior, porque esse profissional aumenta o repertório do saber em determinado sistema pedagógico, qualifica o conhecimento, sempre enriquecendo-o e aperfeiçoando-o, aprimora a visão que a partir de então temos da realidade da experiência cotidiana, abre-nos para as novidades da natureza e do universo, renova a nossa vida física e mental, material e espiritual, e liberta-nos sempre de preconceitos tradicionais e superstições antigas que bloqueiam a busca do pensar, do conhecer e do discernir, ajudando-nos pois a levar uma boa vida dentro da existência humana e social, política e econômica, cultural e ambiental.
Um professor ou outro qualquer que tenha competência e qualidade pode ser um Conteudista, o responsável direto e indireto pelo aprimoramento de nossos conhecimentos em todas e quaisquer situações de vida pedagógica, contribuindo portanto para a evolução da ciência e da tecnologia, o progresso da educação em todos os sentidos, o desenvolvimento das matérias e disciplinas da escola como também os seus programas e planejamentos de curso e de aula semestrais e anuais.
Com novos e diferentes conteúdos que se produzem, avançamos nas nossas boas idéias, crescemos na ótima interpretação dos fenômenos da consciência e da experiência, vivemos melhor a realidade cotidiana, procuramos mais a nossa saúde individual e bem-estar coletivo, caminhamos emergentemente para uma vida de fraternidade e solidariedade, construtora de boas amizades a partir da nossa feliz generosidade mútua em função da qual é possível condicionar um presente e futuro equilibrado, racional e cordial para toda a humanidade.
10. A Metamorfose Pedagógica
As transformações na educação contemporânea que ora se verificam refletem as exigências da história atual, as necessidades da vida humana presente e os desejos de homens e mulheres que aspiram por um novo modelo pedagógico de ensino onde se observe os fatores de mobilidade, mutabilidade, transparência ética, valores morais e virtudes espirituais, nova visão da realidade, diferente interpretação dos seres e das coisas, outro olhar sobre os ambientes de vida em que vivemos, interatividade de pessoas, compartilhamento de conhecimentos, produção de bons conteúdos de saber, progresso material e espiritual, evolução física e mental, crescimento interior e exterior, desenvolvimento sustentável, ordem mental, disciplina racional, organização das idéias e vivências, equilíbrio mental e emocional, controle da mente, domínio de si mesmo, juízo e bom-senso, globalização, cultura ambiental e ecológica, capacitação técnica e orientação vocacional e profissional, criatividade, investimento nos dons, talentos e carismas de todos e cada um, satisfação de desejos e realização de necessidades, enfim, intenções e interesses da sociedade moderna, os quais encontram na Escola Móvel uma oportunidade de concretizar esses objetivos e experimentar essas finalidades assumidas responsavelmente pela Pedagogia de hoje, comprometida de fato com a saúde e o bem-estar da humanidade cuja alavanca de liberdade, fonte da verdadeira felicidade, está na educação, raiz de uma boa vida social, política, econômica e cultural, a começar pelas crianças e adolescentes, os jovens estudantes do ensino médio e fundamental, e superior.
Tais exigências do contexto temporal atual, em suas localidades específicas e em suas regiões globalizadas, torna a Escola Móvel um motor articulador e propiciador de desenvolvimento em todas as camadas sociais, em cada uma das instituições constituídas pelo Poder Público e em quaisquer áreas da vida humana que vêem na educação a chave do sucesso e o segredo da felicidade.
Que a Escola Móvel nos ajude a realizar essas boas idéias.
11. Uma Nova Visão da Realidade
Os defensores da Escola Móvel – professores, pedagogos e especialistas em educação – olham a realidade de uma outra maneira, tentando compreender os sinais dos tempos atuais que refletem as exigências do mundo moderno, as necessidades presentes da vida humana e os desejos emergentes e emancipadores de quem luta por um ensino melhor para os estudantes, pela qualidade dos conteúdos apresentados, pela renovação dos conhecimentos sugeridos e pela libertação de tradições pedagógicas que atuam apenas como preconceitos mentais e superstições dogmáticas, travando pois o processo evolutivo dos sistemas educacionais espalhados por toda parte e bloqueando à vista de todos o progresso das escolas e sua diferente observação dos ambientes reais das instituições de ensino, procurando portanto a partir de agora não só reformar o modo de apresentar a educação mas sobretudo revolucionar a consciência pedagógica em geral, a cultura de hoje dos mestres e alunos, propagando então uma diversa mentalidade educacional onde sobressaiam os direitos e as necessidades de todos, os favores e benefícios da boa aprendizagem, o ensino de maior qualidade e sua melhor estratégia de crescimento, a excelência da didática e os ótimos resultados de uma política de educação mais razoável e equilibrada, mais positiva e otimista, que possa a partir desse momento resgatar os bons valores da consciência docente e as ótimas virtudes do comportamento estudantil, aprimorando assim as vivências escolares e aperfeiçoando os sentimentos da sociedade em relação à prática de ensino, bem como enriquecendo o olhar mais fértil, mais fundo e mais profundo dos responsáveis e gestores dessa nova proposta educacional, a Escola Móvel.
Tais são as boas perspectivas desse novo paradigma de ensino.
Eis as esperanças para todos, sobretudo mestres e estudantes, de um presente de mais qualidade para a educação moderna e um futuro de mais excelência para a pedagogia descentralizadora, móvel, mutável, dinâmica, operadora, ativa, nova e liberta de uma tradição cultural que até o presente instante só vem prejudicando os novos modelos de educação, antes paralisados por ideologias estáticas, teorias imóveis, pensamentos inconstantes e valores educacionais hoje já ultrapassados, superados pela urgência do momento atual, o qual exige novas mudanças para a educação tendo em vista qualificar o ensino e aperfeiçoar o projeto de ensino-aprendizagem, tão indispensável em nossos instantes de aqui e agora.
Renovemos pois a educação.
Procuremos ouvir os apelos da sociedade moderna.
Escutemos a voz do tempo e da história.
E então nos mobilizemos, tomando consciência de nossas responsabilidades ao mesmo tempo em que fazemos uma opção radical pela qualidade da estrutura pedagógica e com o seu novo sistema libertador, a que chamamos a Escola Móvel.
12. A Abertura a outras possibilidades
O Exemplo da Educação Móvel oferece muitas possibilidades de trabalho interativo e compartilhado dentro das áreas política, econômica, social, cultural, ambiental, artística, científica, tecnológica, histórica, filosófica, moral e religiosa.
Seus raios de possibilidades são verdadeiras alternativas de conscientização da importância da mobilidade e da mutabilidade hoje aqui e agora no mundo contemporâneo, o que certamente trará grandes créditos, inúmeros favores e imensos benefícios a todas as sociedades humanas engajadas nesse Projeto Alternativo de Aprendizagem onde todos e cada um são respeitados nas suas diferenças, valorizados nos seus pequenos detalhes e reverenciados nas pequeninas coisas que fazem, proporcionando então ao conjunto de toda a humanidade a curtos, médios e longos prazos um maior bem-estar individual e coletivo, mais saúde mental, física e espiritual, melhor qualidade de vida, mais oportunidades de bom trabalho e trabalhar bem em prol do bem e da paz de todos os seres humanos que habitam esse Planeta Terra.
Seus efeitos temporais de certo modo atingirão a eternidade.
Sim, seremos felizes para sempre.
Que Deus, o Senhor, logo, abençoe os frutos e conseqüências desse Projeto de Liberdade.
13. Favorecendo as boas tendências do momento
Se o contexto histórico e social apresenta certas tendências de comportamento, refletindo a consciência geral da sociedade, as idéias dominantes e as práticas cotidianas mais comuns exercidas pela população como um todo, então o que se cria, constitui e estabelece nesse ambiente propício deve reproduzir tais sentimentos tendenciosos, revelando-se um seguimento de tal experiência e sua moda política, social, econômica e cultural.
Igualmente o Ensino Móvel segue essa tendência do mundo atual.
Ele procura seguir os passos e compassos da sociedade contemporânea, dançando conforme a música que todos cantam e cada um estabelece como padrão de vida e regra social.
Busca pois então essa prática de ensino mobilizadora do povo em seu meio de vida e existência dinamizar a realidade cotidiana, animar os desanimados, alegrar os tristes, motivar os deprimidos, incentivar os aflitos e angustiados, entusiasmar a juventude e os espíritos com alma nova, desejosos de mudança no fluxo social e restauração do complexo sistêmico e estrutural da sociedade em que vivem.
Mobilizando-se como célula viva e ativa dessa sociedade dentro da qual se insere temporalmente, a Escola Móvel contagia os outros, inflama as pessoas, aquece o convívio, resgata o calor humano e recupera os ânimos antes sem vida dos que gerenciam o contexto escolar e administram a rede estudantil e a teia do magistério.
Assim, como motor que possibilita a energia do movimento, tal aprendizagem dinâmica sustenta a transformação do ambiente social, renova as culturas e liberta as mentalidades outrora prisioneiras de tradições insustentáveis hoje.
É mais um empurrão que a educação dá na sociedade tendo em vista levá-la ao progresso e ao desenvolvimento.
A Educação Móvel portanto é uma energia viva e ativa que redimensiona as atividades políticas, os exercícios do corpo e da mente, as operações financeiras e o processo de re-criação dos conhecimentos e re-construção das comunidades humanas.
Seu impulso é natural.
Sua alavanca é contextual.
Seu contexto é a história de cada dia.
14. Uma ótima alternativa de ensino
Entre tantos sistemas educacionais diferentes entre si, o ensino móvel é mais uma boa opção de vida pedagógica, com propriedades específicas que a diferenciam dos outros modelos existentes, como por exemplo a avaliação periódica baseada em testes e provas, pesquisas e trabalhos de grupo; a didática mutante cuja diversidade no tempo e espaço onde se encontra torna o ensino mais ágil, mais criativo, mais reflexivo, mais interessante, mais produtivo e mais agradável e saudável; a interdisciplinaridade em que as matérias e disciplinas propostas interagem entre si, compartilhando seus conteúdos e intercambiando os seus conhecimentos, enriquecendo assim pois o produto final de uma programação de ensino-aprendizagem onde a liberdade é a meta, e a felicidade o resultado desejado; essa mesma programação de curso com metas pré-definidas e resultados pré-determinados; o planejamento das aulas onde o plano de curso trimestral ou semestral é construído juntamente com a vida e a experiência adquirida em sala de aula, elaborando desse modo um processo de aprendizagem sempre aberto, construtivo, criativo, com imensas alternativas de ensino e inúmeras possibilidades de aperfeiçoamento dos conteúdos de conhecimentos apresentados, discutidos e assumidos diariamente durante esse movimento de aprendizagem; a criatividade nos conteúdos produzidos e nos pontos de vista debatidos; o respeito às diferenças de cada um, o que incentiva a participação do aluno, o qual então oferece a sua opinião construtiva, a sua crítica problemática e a sua dialética renovadora e libertadora; o valor dos detalhes na apreensão das matérias e na abstração das disciplinas, a partir de que se olha o que se aprendeu não mais apenas a partir do seu todo, porém principalmente em função de suas partes; a observação das pequenas coisas quando agora as mínimas posições são consideradas, os pequeninos objetos são valorizados e as mais fracas e humildes situações de vida são levadas a sério; enfim, todas as características dessa Pedagogia Móvel tornam a educação mais dinâmica e qualificada, mais respeitosa e transparente, mais autêntica e responsável, mais verdadeira e comprometida seriamente com uma política de aprendizagem onde a dignidade estudantil e a boa reputação do magistério são as realidades mais importantes.
Enfim, um ensino produtivo.
15. Um bom modelo de aprendizagem
Ao se observar que os alunos e alunas, após as suas aulas móveis, saem pelas ruas e avenidas de seus bairros debatendo os assuntos do dia a dia e discutindo os temas do momento atual em que vivem, a partir do que foi aprendido na escola, eis que se verifica a importância desse modelo de ensino onde se liga as matérias e disciplinas de sala de aula com a vida cotidiana, buscando-se desse modo transformar a realidade que nos envolve, renovando os seus ambientes de comunicação e relacionamento e libertando os seus agentes humanos de seus obstáculos mentais – como os preconceitos morais e as superstições religiosas – e bloqueios sociais, aberrações políticas e desvirtuamentos econômicos, como que querendo ajudá-los a abraçar uma vida melhor de saúde pessoal e bem-estar coletivo, saudável no equilíbrio que tem e agradável no bom-senso que realiza, de respeito e responsável, livre e feliz, fraterna e solidária, amiga e generosa.
Através, portanto, da dialética das vivências e da crítica das idéias, procura-se criar boas condições de vida e trabalho, saúde e educação, para todos e cada um, porque nessa tempestade cerebral em que se constroem os conhecimentos e se produzem novos e diferentes conteúdos de saber se encontra a raiz da liberdade, fonte da felicidade, o princípio gerador de um processo educacional de construção da cultura do bem e da bondade, e de uma mentalidade baseada na paz vivida e na concórdia praticada, alternativas boas para o desenvolvimento sustentável, possibilidades produtoras de diversas oportunidades de satisfação vocacional e realização profissional, instrumentos da boa sociedade e ferramentas do bom convívio humano e natural.
Por conseguinte, por meio dessa boa aprendizagem móvel, onde o conhecimento de junta e se une à vida, o saber se liga à experiência cotidiana, a teoria escolar se compromete com a prática do dia a dia, é possível se construir uma ótima sociedade do conhecimento e do compartilhamento, isso usando-se a crítica como caminho de libertação das idéias, utilizando-se a dialética como motor renovador de atitudes e restaurador de comportamentos outrora indispensáveis, elevando-se o debate dentro e fora de sala de aula ao nível do resgate da cidadania, da recuperação de direitos e da regeneração dos deveres e obrigações que devem ser efetivados, discutindo-se assim as idéias da vida e a vida das idéias, ligando-as aos bons valores da nossa consciência e às boas virtudes da nossa experiência, tornando nossas vivências diárias e noturnas os grandes canais do progresso da humanidade, sustentada pelos fundamentos de sua fé em Deus e confiança no Senhor.
16. O Respeito às Diferenças
Considerar o todo e as partes, valorizar a criatividade e os pontos de vista de cada um, os seus carismas e talentos, os seus dons naturais recebidos de Deus, as suas idéias novas e diferentes e os seus ideais de vida e esperanças de uma vida melhor, os seus desejos construtivos e as suas necessidades naturais e culturais, as suas opções políticas e os seus valores sociais e econômicos, as suas alternativas de trabalho e ensino e as suas possibilidades de conhecimento e aprendizagem, as suas diferenças de personalidade e os seus detalhes de caráter, as pequenas coisas que cada qual dá importância, os seus interesses públicos e privados e as suas intencionalidades racionais e conscientes, o seu cotidiano específico e o seu ambiente de amor e amizades cultivadas, a sua realidade interior e o seu mundo exterior, as suas aparências externas e as suas essências internas, os seus conteúdos prediletos e os seus contatos preferidos, o seu repertório cultural e a sua educação familiar recebida, os seus valores morais e a sua ética espiritual, enfim, olhar o estudante ou cada pessoa e toda a sociedade a partir das suas diferenças, respeitando-as sempre pelo que são e representam para nós e para os outros,
eis a via de liberdade que nos oferece o Ensino Móvel, base da verdadeira felicidade escolar, princípio da verdade libertadora e origem da saúde pessoal e bem-estar coletivo que devem gozar todos os cidadãos e cidadãs das sociedades humanas a que pertencemos.
Cultivar as diferenças dos alunos e alunas portanto é acender a chama da liberdade, de onde devem brotar o respeito mútuo e a responsabilidade social e ambiental.
De posse dessas diferenças, fundamentos da feliz liberdade, procuremos desenvolver a Escola Móvel, o princípio da felicidade livre.
17. O Valor dos Detalhes
A Vida humana e a realidade cotidiana são feitas de pequenos detalhes, que somados e multiplicados formam e constituem as estruturas da sociedade e seus sistemas políticos e institucionais, econômicos e financeiros, sociais e culturais.
Esses detalhes de vida ganham força quando se transformam em energias vivas que movimentam o comportamento das pessoas e seu mútuo relacionamento e suas recíprocas relações individuais e coletivas.
Detalhes como o trabalho de cada dia, as aulas da minha escola, o atendimento médico de doentes, a oração de um padre ou sacerdote na hora da missa, a viagem de ônibus ou metrô para o local de emprego, o beijo de um homem na sua mulher, o abraço de um amigo no seu companheiro, a palavra de consolo para quem está triste ou desanimado, a ajuda ao pobre ou necessitado, os conselhos que ouvimos de um aposentado ou pensionista do INSS, as brincadeiras de uma criança, os sonhos de um jovem adolescente, o bate-papo no jornaleiro, o programa de televisão que assistimos de vez em quando, as compras que ora e outra fazemos no supermercado ou no shopping do bairro, o repórter e as notícias que escutamos em nosso rádio de casa, o cafezinho e a água que bebemos no botequim da esquina, o pão e o leite que compramos na padaria para os nossos filhos, os remédios que adquirimos na farmácia aqui ao lado, o almoço e o jantar que provavelmente faremos amanhã no restaurante mais perto do meu apartamento, o jogo de futebol que veremos no maracanã no próximo domingo, os preparativos das escolas de samba para o carnaval do ano que vem, o mergulho semanal que realizamos na internet para produzir conteúdos de conhecimento e compartilhá-los com os amigos, parentes e familiares, através de sites, blogs e emails, enfim, a vida detalhada que vivemos em nossas experiências cotidianas, tudo isso nos possibilita tornar cabível a interação entre a vida e o conhecimento, a escola e a sociedade, o ensino e a existência, a aprendizagem e as comunidades humanas e sociais das quais participamos e com as quais comungamos todos os dias e todas as horas de cada momento e de todo instante, intercâmbio esse construtor de uma humanidade mais livre e feliz, ordeira e pacífica, fraterna e solidária, respeitosa e responsável, sensata e equilibrada, qualidades tais que geram saúde e bem-estar para os grupos e indivíduos e populações inteiras que a constituem.
São esses detalhes existenciais que movem a educação móvel e a tornam ao mesmo tempo uma organização sistemática mobilizadora, ferramentas de mudanças e instrumento de renovação e libertação de estudantes e professores e seus agentes pedagógicos.
De detalhes pois vive a Pedagogia Móvel.
18. Observar as pequenas coisas
Pequenas coisas em nosso cotidiano escolar são as avaliações em aulas móveis, o debate de idéias e as discussões de assuntos e temas atuais, a freqüência e assiduidade dos estudantes, a boa vontade dos professores na condução da mobilidade do ensino e da mutabilidade da aprendizagem, a didática de boas análises dos cursos apresentados, a programação realista das matérias e disciplinas e o seu desenvolvimento curricular, o planejamento de aulas e cursos trimestrais, semestrais e anuais, a gerência das aulas, a boa administração dos diretores e seu quadro de funcionários, a interferência das comunidades no andamento escolar e no processo de construção de conteúdos e conhecimentos de qualidade, a co-autoria e a co-construção de alunos e alunas na elaboração das aulas e seu modo de ordená-las, discipliná-las e organizá-las, o salário do magistério e as suas boas condições de trabalho, a preocupação com a qualidade dos cursos e a boa produção da essência dos saberes a ser compartilhados, o estado constante de mobilização das comunidades estudantis, a ocupação com a transformação dos ambientes de ensino-aprendizagem, a metamorfose permanente das relações humanas e sociais estabelecidas entre todos os responsáveis pelo processo de construção da Escola Móvel, e assim por diante.
Ocupar-se com essas pequenas e grandes coisas pedagógicas, eis a chave do sucesso educacional e o segredo de sua qualidade docente e discente.
19. Renovar as Consciências
“Quem vive de passado é cemitério”, diz o ditado popular.
Para bem experimentar o presente e bem preparar o futuro, urge sempre renovar a mente com diferentes idéias e bons conhecimentos, ótimos valores e boas virtudes, sentimentos cordiais e atitudes racionais e realistas, comprometidas com a realidade da experiência cotidiana cujo campo é fértil, propício a novos ambientes e diferentes comportamentos, descobridor de outros talentos, dons bem seguros e carismas blindados, revelador da boa criatividade e da ótima produtividade, desvelador de verdades relativas e de certezas bem fundamentadas, de culturas fundas e profundas e de mentalidades baseadas no bem que se faz e na paz que se vive, no amor que se pratica e na vida que se cultiva, ordenador da inteligência, disciplinador da razão e organizador dos conhecimentos que se obtêm durante a vida.
Uma consciência renovada é aquela que tem uma outra visão da realidade diferente do comum da sociedade, um ponto de vista mais equilibrado que os outros, um pensamento mais criativo que os demais, uma boa interpretação dos seres reais e das coisas do dia a dia, um olhar mais fecundo sobre os acontecimentos de cada momento e sobre os fenômenos da vida de cada instante.
É a consciência aberta a novas possibilidades, a diversas alternativas de trabalho e diferentes oportunidades de crescimento interior e exterior.
É a cabeça sempre fresca, que supera preconceitos mentais, superstições religiosas e tradições morais, bem como sabe ultrapassar a confusão de idéias que de vez em quando se nos apresenta, e transcender desequilíbrios comportamentais, transtornos físicos e distúrbios da mente, desvios de caráter e aberrações da personalidade, falta de controle de suas paixões e emoções e ausência de domínio sobre si próprio.
Essa racionalidade equilibrada, que usa sempre o bom-senso em suas decisões e escolhas diárias, que abraça o bom juízo nos relacionamentos e a sensatez nas palavras refletidas e nas posturas assumidas, nas vivências de toda hora e nas práticas de cada situação vivida, nas circunstâncias mais difíceis e aparentemente impossíveis, nas condições naturais e culturais experimentadas de dia e de noite, enfim, a consciência do equilíbrio eficaz e do bom-senso eficiente, segura em si mesma, garantida por sua fé em Deus e confiança no Senhor, eis a cabeça boa que encontra no bem que vive a sustentabilidade de sua segurança e a garantia de uma existência bem fundamentada.
É a consciência divinamente humana.
20. Libertar-se de Tradições Insustentáveis
Os novos Modelos de Ensino-Aprendizagem – como a Escola Móvel – precisam se libertar de vez de preconceitos mentais, de valores ultrapassados, de teorias superadas, de superstições religiosas, de transtornos morais, de distúrbios da consciência, de desvios educacionais e de aberrações pedagógicas, que só desestabilizam tais Pedagogias Libertadoras, bloqueando pois as suas novidades metodológicas, a sua criatividade sistêmica, a sua abertura a novas idéias e conhecimentos, o seu fator renovador de atitudes e consciências ocupadas com o bem-estar de alunos e professores e demais agentes pedagógicos.
Superar esses limites preconceituais e tradicionais só trará benefícios para a educação.
Ultrapassar essas barreiras mentais e esses bloqueios ideológicos e psicológicos será sem dúvida um favor que faremos aos Sistemas Pedagógicos modernos.
Transcender as fronteiras da irrealidade e da irracionalidade, do desequilíbrio da mente, da falta de controle da consciência e da ausência de domínio de si mesmo, que não toleram o bom juízo e o bom-senso, eis um dever dos produtores de conteúdo, dos gestores educacionais, dos que tornam a interatividade de pessoas e o compartilhamento de seus conhecimentos e relacionamentos um instrumento de mudança no ambiente pedagógico, mudança para melhor, creditando-lhes assim pois os beneplácitos de um ponto de vista bem fundamentado, de princípios bem fundados, transformando portanto esses Modelos atuais de Libertação Educacional em um motivo a mais de crescimento para o país, de progresso para a sociedade, de evolução para a humanidade e de desenvolvimento das fontes sustentáveis presentes e futuras que agüentam o Planeta Global.
Abracemos pois a novidade permanente.
domingo, 13 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Quem é Ele ?
Quem é Ele ?
Está no mais alto das montanhas
e no mais fundo dos oceanos, na barriga gorda dos elefantes
e no coração grande das baleias,
na música doce, leve e suave, e macia, dos passarinhos,
e no perfume azul das rosas vermelhas, no verde que respira o ar puro das matas e florestas, e no grito do leão no seu reino da África.
É a voz libertadora das Américas,
a força cultural da Europa,
a sabedoria da Ásia,
o céu da Oceania.
Ele é o Silêncio das Madrugadas.
É o Fogo que acende o Sol todas as manhãs, as Flores mais lindas da Primavera,
a Geladeira do Inverno
e o Fogão e as brasas ardentes do Verão.
É o infinito das areias das praias ensolaradas com suas garotas de biquini e maiô e fio dental e seus jovens com suas sungas e tangas porque assim é a moda,
e a eternidade das estrelas do Paraíso apaixonadas pela vida e o amor,
o Amor Sexual de homens e mulheres que se amam,
a Família direita e de respeito,
o Trabalho sério e responsável,
a alegria dos amigos e a beleza das mulheres,
o sorriso das crianças que brincam no meio da rua,
o bate-papo dos idosos e aposentados nas esquinas do bairro,
o namoro e a paquera de jovens românticos,
o emprego dos pais de família que vão ganhar o pão de todas as horas
e as donas de casa e mães de família que vão otimistas ao supermercado fazer as compras de cada dia.
É o botequim da praça onde tomo sempre minha água e meu cafezinho.
É a padaria do beco onde compro meus sonhos, doces e salgados, e bebo um guaraná ou uma coca-cola para alegrar o ambiente.
É o jornaleiro no meio da avenida onde debato e discuto com amigos os temas e assuntos dos jornais e revistas do dia a dia.
É a farmácia onde adquiro remédios e injeções para me curar de doenças, gripes e resfriados, ou do diabetes ou do colesterol alto.
É a lan house onde envio meus emails, acesso meus blogs e compartilho meus sites com parceiros da vida e companheiros do momento, “curtindo” meu computador gigante em que mergulho, nado e navego pela rede internet.
É o rádio que me informa as notícias diárias e noturnas.
É a televisão que me oferece a riqueza das novelas e o entusiasmo do Fantástico e do Faustão.
É o restaurante farto que recebe trabalhadores para almoçar
e o shopping da cidade que acolhe moças e rapazes e seus presentes de Natal.
É o Carnaval de Fevereiro com muito samba, suor e cerveja.
É a Festa de aniversário de uma colega de trabalho.
Quem é Ele ?
Ele é Alguém,
Alguém Superior,
Alguém que não é ninguém,
Alguém aquém e além,
Alguém mais,
mais que mais,
muito mais que mais.
Ele sou eu sem mim.
Ele é aquele que eu sou sem ser,
abaixo dos abismos e acima dos céus.
Quem é Ele ?
Ele propõe, não impõe,
Ele faz a proposta, nós damos a resposta.
Quem é Ele ?
Está no mais alto das montanhas
e no mais fundo dos oceanos, na barriga gorda dos elefantes
e no coração grande das baleias,
na música doce, leve e suave, e macia, dos passarinhos,
e no perfume azul das rosas vermelhas, no verde que respira o ar puro das matas e florestas, e no grito do leão no seu reino da África.
É a voz libertadora das Américas,
a força cultural da Europa,
a sabedoria da Ásia,
o céu da Oceania.
Ele é o Silêncio das Madrugadas.
É o Fogo que acende o Sol todas as manhãs, as Flores mais lindas da Primavera,
a Geladeira do Inverno
e o Fogão e as brasas ardentes do Verão.
É o infinito das areias das praias ensolaradas com suas garotas de biquini e maiô e fio dental e seus jovens com suas sungas e tangas porque assim é a moda,
e a eternidade das estrelas do Paraíso apaixonadas pela vida e o amor,
o Amor Sexual de homens e mulheres que se amam,
a Família direita e de respeito,
o Trabalho sério e responsável,
a alegria dos amigos e a beleza das mulheres,
o sorriso das crianças que brincam no meio da rua,
o bate-papo dos idosos e aposentados nas esquinas do bairro,
o namoro e a paquera de jovens românticos,
o emprego dos pais de família que vão ganhar o pão de todas as horas
e as donas de casa e mães de família que vão otimistas ao supermercado fazer as compras de cada dia.
É o botequim da praça onde tomo sempre minha água e meu cafezinho.
É a padaria do beco onde compro meus sonhos, doces e salgados, e bebo um guaraná ou uma coca-cola para alegrar o ambiente.
É o jornaleiro no meio da avenida onde debato e discuto com amigos os temas e assuntos dos jornais e revistas do dia a dia.
É a farmácia onde adquiro remédios e injeções para me curar de doenças, gripes e resfriados, ou do diabetes ou do colesterol alto.
É a lan house onde envio meus emails, acesso meus blogs e compartilho meus sites com parceiros da vida e companheiros do momento, “curtindo” meu computador gigante em que mergulho, nado e navego pela rede internet.
É o rádio que me informa as notícias diárias e noturnas.
É a televisão que me oferece a riqueza das novelas e o entusiasmo do Fantástico e do Faustão.
É o restaurante farto que recebe trabalhadores para almoçar
e o shopping da cidade que acolhe moças e rapazes e seus presentes de Natal.
É o Carnaval de Fevereiro com muito samba, suor e cerveja.
É a Festa de aniversário de uma colega de trabalho.
Quem é Ele ?
Ele é Alguém,
Alguém Superior,
Alguém que não é ninguém,
Alguém aquém e além,
Alguém mais,
mais que mais,
muito mais que mais.
Ele sou eu sem mim.
Ele é aquele que eu sou sem ser,
abaixo dos abismos e acima dos céus.
Quem é Ele ?
Ele propõe, não impõe,
Ele faz a proposta, nós damos a resposta.
Quem é Ele ?
domingo, 30 de outubro de 2011
Monitoramento
Monitorar a própria consciência
Cuidar de sua cabeça procurando o melhor para si, o que é bom e lhe faz bem, zelando para que nada perturbe a sua paz interior, nada incomode a sua tranquilidade ou atrapalhe a calma da alma ou o repouso do espírito, blindando seu corpo das ameaças das violências de fora e fugindo ao mesmo tempo da agressividade de outros que possam quebrar seu equilíbrio interno, destruir o descanso de seu físico e mente ou estragar a boa saúde corporal, material e espiritual, e seu bem-estar natural e humano. Por isso, devemos nos dominar a nós mesmos, controlar nossos excessos e exageros, e buscar como alternativa de bem-viver o bom relacionamento com grupos e indivíduos, um convívio social e familiar onde impere a sensatez da inteligência e o bom-senso da razão, a experiência ajuizante de quem sabe o que quer e procura o que é bom para si e lhe faz bem na convivência humana, familiar e social. Assim, urge monitorar a sua própria cabeça, para que nada destrua a sua paz interna ou o seu equilíbrio interior. Deste modo, poderá viver tranquilamente, com segurança e estabilidade, sabendo que tudo está sob controle e consegue dominar toda a sua interioridade, para que nada possa interferir em seu bem-estar físico, mental e espiritual e em sua saúde psicológica e mental. É preciso vigiar. Estar atento ao que acontece em sua interioridade. Zelar pela sua boa consciência, por seus valores morais e princípios sociais e espirituais. Urge buscar para si o que é bom e lhe faz bem, como disse. Tal será a sua felicidade. Que Deus o ajude.
Cuidar de sua cabeça procurando o melhor para si, o que é bom e lhe faz bem, zelando para que nada perturbe a sua paz interior, nada incomode a sua tranquilidade ou atrapalhe a calma da alma ou o repouso do espírito, blindando seu corpo das ameaças das violências de fora e fugindo ao mesmo tempo da agressividade de outros que possam quebrar seu equilíbrio interno, destruir o descanso de seu físico e mente ou estragar a boa saúde corporal, material e espiritual, e seu bem-estar natural e humano. Por isso, devemos nos dominar a nós mesmos, controlar nossos excessos e exageros, e buscar como alternativa de bem-viver o bom relacionamento com grupos e indivíduos, um convívio social e familiar onde impere a sensatez da inteligência e o bom-senso da razão, a experiência ajuizante de quem sabe o que quer e procura o que é bom para si e lhe faz bem na convivência humana, familiar e social. Assim, urge monitorar a sua própria cabeça, para que nada destrua a sua paz interna ou o seu equilíbrio interior. Deste modo, poderá viver tranquilamente, com segurança e estabilidade, sabendo que tudo está sob controle e consegue dominar toda a sua interioridade, para que nada possa interferir em seu bem-estar físico, mental e espiritual e em sua saúde psicológica e mental. É preciso vigiar. Estar atento ao que acontece em sua interioridade. Zelar pela sua boa consciência, por seus valores morais e princípios sociais e espirituais. Urge buscar para si o que é bom e lhe faz bem, como disse. Tal será a sua felicidade. Que Deus o ajude.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Governo Dilma
Governo Dilma
Problemas e Soluções
1.Dilma, Mulher Brasileira
Dilma Rousseff, um Brasil mais Braseiro e mais Braseileiro
Mulher de Minas, Aluna do PT, Filha de Lula e Presidenta do Brasil
24 anos de Poder
Quando o Presidente atual Luís Inácio Lula da Silva pensou no Projeto-Dilma(2011-2018), sabia que assim daria continuidade ao seu governo de compromisso humano e social de caminhada junto e unido aos trabalhadores do Brasil cuja importância tem reflexos no exterior sendo bem visto pelos países do mundo inteiro que observaram em suas políticas públicas de Fome Zero e Bolsa-Família, Eliminação da Pobreza e erradicação da miséria e do analfabetismo, o PAC e o Luz para todos, Programas de Moradia e Emprego, aumento da aposentadoria e elevação do salário mínimo, incentivo à saúde e valorização da educação, o etanol e os bio-combustíveis, o ProÁlcool e a Petrobrás e o Pré-Sal, o respeito à Economia Verde da Amazônia e do Planalto Central, enfim, toda a jornada presidencial de 8 anos passados até aqui e agora por administração do Partido dos Trabalhadores, que antevê o processo histórico que fará retornar Lula ao Poder Brasileiro, quem sabe após a reeleição de Dilma Rousseff, após 2018, permanecendo sua gestão política até provalvelmente 2026 quando o Plano do PT completaria 24 anos de Força Nacional em regiões brasileiras, um eterno Poder Provisório do Governo do Torneiro Mecânico Luís Inácio, dado seguimento por seus adeptos e partidários.
Mas Dilma chegou forte para ser a Primeira Mulher Presidenta do Brasil ao longo desses anos passados, presentes e futuros.
Dilma Rousseff é uma pessoa correta, rigorosa, disciplinada, trabalhadora, educada e inteligente, sensível aos problemas e dificuldades do Brasil, engajada social e politicamente, de boas idéias e grandes conhecimentos, eticamente bem ordenada e bem organizada nos seus tratos com a família e o trabalho. Aparentemente, uma mulher como tantas no Brasil. Todavia, há uma diferença substancial em seu empenho histórico pela administração pública brasileira: sempre foi séria em seus esforços por um Brasil maior e melhor, responsável em suas diretrizes e normas, valores e princípios, que estabeleceram, consolidaram e estabilizaram por exemplo o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de inúmeros favores, créditos e benefícios para os trabalhadores de baixa renda e pessoas menos favorecidas, como infraestrutura de saneamento básico em morros e favelas e comunidades carentes, além do Programa Minha Casa, Minha Vida, de habitação popular para muita gente trabalhadora do Brasil.
Acredito em Dilma Rousseff.
Creio que ela será para o povo brasileiro presente e futuramente uma verdadeira Macieira, cujos frutos do amor, as maças verdes e maduras, tornarão o Brasil mais amante e mais amado por compatriotas e estrangeiros que nos olham de todos os cantos do Planeta.
Seremos sim o Planeta Brasil.
Onde todos respirarão mais amor e saúde individual e coletiva.
Onde todos haverão de se respeitar mais uns aos outros.
Sou otimista nesse ponto.
Se nos respeitarmos mais mutuamente: teremos crescido bastante.
Sei que ela não é o Lula.
Certamente, seguirá os projetos políticos do PT e continuará o Governo Lulista, como se fez até aqui e agora.
Ela tem o poder na cabeça e um povo que espera dela reverência à continuidade, inovação ética e política, compromisso com os trabalhadores, responsabilidade social, cultural e ambiental, realismo econômico e financeiro, otimismo espiritual, alegria de sorrir fazendo bem todas as coisas, trabalho com alegria, ordem com progresso, saúde com bem-estar, direito com respeito, liberdade com responsabilidade, justiça com cidadania, direitos humanos com lutas trabalhistas, fraternidade com solidariedade, amizade com generosidade, registros e marcas positivas de quem deseja fazer do Brasil neste século XXI uma nação grande e um país gigante, onde todos se amem com respeito e valor.
Que essa mineira de natividade e gaúcha de trabalhos consumidos, com sua equipe de trabalho, faça do Brasil, nos próximos anos, um Território de Produtividade em termos humanos e sociais, culturais e ambientais, políticos e econômicos, científicos e tecnológicos, morais e religiosos, artísticos e de lazer e esporte.
Ela tem tudo para isso.
Porque acima de tudo é uma mulher.
Uma mulher feliz e bem resolvida.
Uma mulher trabalhadora.
E Deus está com as mulheres e com os trabalhadores.
Que Deus abençoe Dilma e ajude o Brasil, mais uma vez.
2. Até aqui, um pouco indefinido
Quase 7 meses de Governo e a Presidenta Dilma Roussef não disse ainda ao que veio, apresentando nestes últimos dias uma gestão imatura e uma administração inexperiente, vacilando em sua estratégia de conduzir a política partidária e dando muitos “furos” quando se trata de disciplinar a economia e regularizar a vida dos partidos de situação e de oposição, refletindo assim um estado de instabilidade governamental, insegurança no poder e um certo modo descartável de gerir seu cargo público, sem garantir a consistência do controle da inflação, fraca no vigor que se deve dar ao crédito, debilitada na aprovação do código florestal, insuficiente ainda na execução do Projeto de Banda Larga para o Brasil e tremendamente inconstante na condução do Ministério dos Transportes onde funções são desabilitadas e assessores demitidos e outrossim a turbulência do PR a querer pôr em questão sua hegemonia perante o país e sua soberania diante do Congresso Nacional. Eis o Governo Dilma até aqui e agora, igualmente em conflito com seu Partido que não vê confiança em sua diretriz política, parecendo ela não estar bem com sua própria consciência administrativa, sofrendo os efeitos das pressões populares como os Sem-Terra, a crise do ensino nas Universidades e a necessária produçao científica e tecnológica brasileira carente de recursos financeiros e doente em termos de profissionaise cientistas capacitados e habilitados para definir outras, novas e diferentes estradas para a inovação e a sustentabilidade dos conteúdos de qualidade e matérias ricas em excelência de pesqusas originais, determinismos quepodem causar grandes direções e alterações na sistêmica e estrutural forma de governo, em que ela se volta para a sua compostura ética e seu lado sentimental de mulher e o quadro negro de uma espiritualidade talvez enferma e quem sabe movida pelos discursos incompetentes de seus aliados, oposicinitas e correligionários, transformando enfim seu jogo político de gerenciamento das principais questões nacionais em polêmicas de um ou outro amigo e conhecido, destruindo pois a estabilidade que deveria reinar em sua proposta de levar o Brasil a um patamar de dsenvolvimento sustentável seguro e tranquilo, progressivo e que tenhaa garantia da opinião pública e da aprovação da sociedade brasileira, que parece já a começar a perder crédito em sua maneira de presidir os cidadãos e cidadãs brasileiros. Como se observa, Dilma Roussef nos demonstra isolamento no Poder e um tanto solitária ao tomar decisões apressadas, trabalhar com a relatividade da política onde os aspectos transitórios são mais importantes que a solidez de princípios, a firmeza de valores e a consolidação com o tempo de normas sociais e interpessoais que caracterizem um governosustentável, forte economicamente e rochoso em sua abordagem das respostas e soluções que devem ser dadas aos primordiais problemas brasileiros como a questão ambiental, a política partidária, o incremento da internet em nosso território, a globalização dos interesses públicos e privados e a atividade nômade que certamente é uma caacterística da gente brasileira e estrangeira desejosos de mudanças rápidas e velozes em sua conjuntura cultural, metamorfoses limpas e seguras na ações que envolvem a saúde coletiva e o bem-estar das comunidades locais, regionais e globais da nação chamada Brasil. Esperamos sim que o tempo nos revele de fato quem Dilma é e ao mesmo tempo lhe dê as condições indispensáveis para fazer evoluir a nossa consciência e liberdade, em busca de paz e felicidade para todos e cada um.
Que Deus ajude Dilma Roussef.
É o que ela está precisando nesta hora, minuto e segundo. Chega de ser ilha. Que ela se abra ao debate, articule a companhia de amigos e trabalhe junto para resolver as urgentes interrogações do povo brasileiro.
Pode contar comigo, Presidenta Dilma Roussef.
3. Uma Gestão Acéfala
A Sombra de Lula: uma Referência
Nesses exatos 7 meses de gerência do país, Dilma Roussef parece ainda desfigurada, ausente no poder, indefinida na condução dos problemas brasileiros, com seus colegas de Partido questionando sua autoridade e competência, senadores e deputados inseguros com sua administração, a sociedade e a mídia tentando evitar julgamentos precipitados, talvez porque o governo até aqui e agora esteja muito apagado, sem identidade nem personalidade, apesar do caráter disciplinado da Presidenta, seu rigorismo no gerenciamento dos gastos públicos, no declínio do crédito e na sustentação de uma baixa inflação, controlando os juros e evitando elevadas despesas no PAC, no programa Minha Casa Minha Vida, no Bolsa Família e esquema programado do Fome Zero. Contudo, se observa seu isolamento político e sua ausência no poder, o que demonstra talvez sua falta de experiência administrativa à frente do maior cargo da nação ou quem sabe seu fraco manejo da estrutura político partidária, seu jeito “estourado” tornando deficientes suas diretrizes orçamentárias, debilitando sua relação nacional e internacional com membros, adeptos e seguidores de sua filosofia de vida e mesmo os estrangeiros, todos considerando que o ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva continua uma referência gestora para os que ditam as regras do jogo do Brasil, dele contam para ouvir seus esclarecimentos e conselhos políticos e econômicos, dele esperam uma palavra animadora ou a resposta positiva a tantas interrogações da sociedade e da opinião pública, e da imprensa em geral, e dele desejam seu discernimento e experiência no prosseguimento de levar adiante a força das causas sociais e trabalhadoras, a manutenção da estabilidade da economia e um avivamento mais forte das estruturas dinâmicas de seu Partido, o PT, oferecendo-lhe então um caminho seguro de continuidade de suas estratégias de manipulação dos movimentos sindicais, do MST, das categorias de trabalhadores e de todo o alcance que sua orientação possa dar no sentido de fazer permanente o progresso brasileiro e o desenvolvimento sustentável de suas comunidades, grupos e indivíduos, na busca por saúde e educação de qualidade, trabalho e emprego com fertilidade, tornando a conjuntura da nação brasileira preparada para assumir seu papel de gigante Estado Emergente, encaminhador de soluções para as questões internas e externas, refletindo para todos a posição de destaque que o Brasil representa no cenário internacional. O que vemos na realidade no Brasil de aqui e agora é um país sem coordenação, um corpo sem cabeça, que neste momento precisa de modelos ou paradigmas e referências éticas e políticas que ajudem o Governo Dilma a bem conduzir os destinos do povo brasileiro. É o que notamos com a presença de líderes como Lula e Fernando Henrique Cardoso. Sim, o Brasil não pode ser governado por uma ilha.
Ele requer interatividade de gestores, uma cultura política legal, lúcida e legítima, uma mentalidade social que incentive e aprove, e trabalhe junto, com a Presidenta da República, no sentido de com ela colaborar no comando de todos os brasileiros e brasileiras. De fato, Dilma necessita de amigos e de referências, de conteúdo de idéias de qualidade, e de princípios e valores sustentáveis que lhe dêem uma boa orientação política , levando o país na continuidade de sua evolução ética, política e social, espiritual e cultural, econômica e financeira. Dilma precisa de todos nós.
4. No início, o Perfil da Presidenta
Exatamente 7 meses de governo, e a Presidenta da República Dilma Roussef apresenta os seguintes caracteres:
1) Parece uma Estadista, bastante autoritária e que exerce monopólio absoluto sobre todos os problemas brasileiros;
2) Muito agressiva, que grita com seus assessores e bate na mesa pedindo atenção e reverência;
3) Gestão turbulenta com distúrbios com o Congresso Nacional e transtornos no seu desempenho administrativo;
4) Violenta com seus colegas de trabalho talvez porque é tremendamente rígida e austera em sua personalidade e tem no seu caráter algo paradoxal pois uma hora está feliz e em outro tempo mostra-se preocupada e aflita com as críticas de seus opositores;
5) Algumas vezes estressada, ansiosa e como que em pânico com o andamento das negociações políticas, os preparativos da Copa 2014 e as Olimpíadas 2016, aflita quando questionada e talvez intranquila e insegura no comando do país;
6) Quem sabe irada com o PT, raivosa com seus ministros e encolerizada com os deputadores e senadores;
7) Negocia pouco pois se interessa mais por decisões próprias, e coloca o seu individualismo acima do debate e do diálogo;
8) Gosta do monólogo e por isso se vê instável, repentina e surpreendente;
9) Problemática até demais, reflete insegurança gerencial pois muitas vezes apela para o Lula, o Fernando Henrique, o Collor e o Sarney;
10) Péssima articuladora política, insensível ao comportamento alheio e aos sentimentos de seus adversários e correligionários, e não muito sujeita a mudanças, preferindo valores absolutos e princípios eternos, ainda que o cotidiano insista no provisório e no descartável.
Eis o Perfil até aqui e agora de uma Mulher-Presidenta que faz da disciplina a sua regra, do autoritarismo a sua norma gestora e do rigorismo político a sua estratégia de combate à inflação, contenção dos gastos públicos, diminuição do crédito e quase um equilíbrio nas taxas de juros.
Assim consegue regularizar a economia, bem administrar o PAC, conviver com o Fome Zero, o Luz para todos e o Bolsa-Família, o Minha Casa Minha Vida, e dizer para as brasileiras e brasileiros que “País rico é país sem pobreza”.
5. Algo de positivo, quem sabe
Em sua gerência do País chamado Brasil, a Presidenta também mostra seu lado otimista de encarar a vida, sua austeridade na economia, seu favorecimento do social, o bem-estar da população, o equilíbrio das finanças e seu desperto combate à inflação, seu convívio sensato com inimigos e amigos, seu gosto pelas novas tecnologias e o incremento da internet e da banda larga em nosso território, seu comportamento ético sem distorções, sua alegria com familiares e colegas de trabalho, seu discurso de esperança permanente para todos os cidadãos e cidadãs, seu interesse e boa vontade com os estrangeiros e as causas internacionais, sua boa intencionalidade na gestão pública e privada, ora admoestando companheiros e companheiras ora criticando parceiros do poder e da política, enfim, a Presidenta igualmente apresenta um fator psicológico cuja identidade é a busca da saúde coletiva e o bem-comum das sociedades e o bem-estar de cada um dos brasileiros e brasileiras. Leve-se em conta ainda sua tolerância com os contrários, sua compreensão das questões urgentes, interessantes e mais importantes do Brasil, sua convivência com aparentes adversários não perdendo a oportunidade para dar um conselho positivo, ou uma advertência administrativa ou mesmo acrescentar conteúdo às conversas com seu Partido e demais integrantes de seu governo. Dilma, ora austera ora repousante sabe fazer a diferença entre as coisas, e usa bem o seu discernimento para opinar na hora certa, interferir quando preciso e ajudar na construção de um país para todos onde todos sejam ricos embora a pobreza seja um fantasma que assombra nossos ambientes regionais. Com Dilma, a esperança continua.
6. Uma faxina em nome da austeridade, rigor e disciplina
Quase 8 meses de Governo e Dilma vem fazendo uma faxina geral em seus ministérios com 4 ministros já demitidos, críticas e turbulências entre seus aliados e adversários, apoio e negligência de muitos, contando com a atitude dialética do PT que insiste em sua independência do Poder da Presidenta embora se veja submetido ao seu apoio e disponibilidade em não se isolar da esfera política da Autoridade máxima do país, convergindo em alguns pontos – lembrando o ex-presidente Lula – ou divergindo em uma tentativa de elevar o Partido a uma condição de autonomia em relação à gestão presidencial. Com austeridade, Dilma conduz a economia, disciplina a luta interpartidária e atua com rigor na política de manter estabilidade e sustentabilidade em seu projeto de governo, consolidando iniciativas que revelam sua qualidade técnica de administradora pública – como as obras do PAC -, seu lado ético bastante respeitoso e reverenciado por quase todos ainda que em alguns momentos sua individualidade pareça acima do bem público, ou sua esfera pessoal, seu caráter e personalidade agressiva e explosiva tentem esconder sua obrigatoriedade de incentivar o campo social e coletivo de todos os brasileiros e brasileiras. Dilma age com vontade de acertar, mas precisa dominar-se a si mesma e controlar suas emoções e paixões, em nome de suas virtudes morais e espirituais, e do bem-estar do povo brasileiro. Embora no passado tenha conhecido a exclusão e a marginalidade política, consegue agora bem gerir seu governo, vacilando um pouco por causa de suas “razões instáveis”, “ações inconstantes” e “atividades ás vezes sem teto nem chão ou sem portas nem janelas”. Sua firmeza de caráter precisa igualmente da respiração saudável da amizade e boa companhia de seus adeptos, seguidores e simpatizantes. Dilma permanece a mesma. Aos poucos vai aprofundando sua ânsia de bem conduzir o país. Que ela no entanto não se esqueça que a natureza humana e seus efeitos políticos, econômicos e sociais caminham com o bem e o mal, com contradições profundas ou aparentes, contudo também com as virtudes de sua postura ética bem fundamentada. Dilma vai bem.
7. Tentando arrumar a casa
Até aqui, Agosto de 2011, a Presidenta vem buscando ajeitar a República, e, despossados 4 ministros – Antonio Palocci, da Casa Civil; Alfredo Nascimento, dos Transportes; Nélson Jobim, da Defesa; e Wagner Rossi, da Agricultura – ela e seu governo fazem “uma limpa” geral, procurando dissolver em seus quadros políticos e em sua base aliada no Congresso as estruturas de corrupção, imoralidade, falta de ética comportamental, ausência de transparência de virtudes, o que a faz ser aprovada pela sociedade, a imprensa e a opinião pública, que confirmam seu estilo austero de governar, batem palmas para a sua higienização da Presidência e ratificam seu modo disciplinado de conter os excessos, diminuir os gastos públicos, ignorar intemperanças e extravagâncias, colaborar no sentido de levar o Brasil às alturas de uma nação bem desenvolvida, convergente com os páíses emergentes, concordante com as sociedades plurais, ansiosas por saúde social e coletiva, e bem-estar individual e grupal. Deste modo, Dilma Roussef tenta arrumar a casa brasileira, e ninguém melhor que ela, mãe e mulher – apesar das ameaças do câncer e de seu estado de separação – para providenciar uma faxina geral nos contextos do Poder e sua gestão que com rigor, vigor e valor, consegue encaminhar soluções para as grandes questões nacionais e internacionais, responder com idoneidade e qualidade de conteúdo governamental às gigantescas interrogações da sociedade, aliviando problemas e projetando as mudanças necessárias para um outro, novo e diferente Brasil, em sintonia com sua natureza de país aberto a grandes possibilidades, que busca alternativas diversas para os seus imensos questionamentos, e que anseia por superar suas turbulências políticas e sociais, a crise financeira internacional, através da maneira simples e ética de bem gerir o governo, razão de Dilma trabalhar valorizando a boa consciência moral e uma certa espiritualidade natural em que sua autenticidade revela seu desejo positivo de metamorfosear a vida brasileira, nela inserindo novas esperanças de existência e variadas injeções de ânimo e entusiasmo para os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras. Assim, a Presidenta da República consegue ter ao seu lado quase todo o povo brasileiro, aparentemente satisfeito e realizado com sua gerência moralizadora do sistêmico aparelho de governo. Dilma sabe das coisas.
8. Crise no Governo ?
Talvez a sabedoria do tempo saberá dizer melhor do que nós se o atual momento da gestão de Dilma Roussef podeser chamado de crise, crise permanente ou transitória, todavia o fato de que em quase 8 meses de governo 4 ministros terem caido de seus cargos quem sabe vem preocupando a própria Presidenta e seus ministérios, os especialistas de plantão e seu quadro azul de adeptos, seguidores e simpatizantes, os amigos de seu Partido e seus correligionários, seus colegas do poder legislativo e judiciário, bem como toda a imporensa em geral, a opinião pública em particular e a maioria da sociedade civil, boqueabertos com a expectativa de que o que vem se passando no estado político do governo possa ser ou não uma crise duradoura, que tem consequências na área econômica e financeira, causando instabilidade e turbulência na administração pública, transtornos nas relações interpartidárias e distúrbios de ordem ética e espiritual nos comportamentos de alguns cidadãos e cidadãs do congresso nacional e demais pastas, cargos e funções da gerência presidencial, o que pode caracterizar certamente instantes decrise políticae gerencial, podendo afetar o transcurso do poder constituido e suas ações e atividades interventoras nos destinos presentes e futuros do povo brasileiro. O que se observa aqui e agora é um estado de confusão administrativa, complicações nas atuações dos demais ministérios, disputas interpartidárias e duelos de pontos de vista diferentes e contrários, diversos e adversos. Parece que um tufão político-ideológico vem sacudindo o Planalto, derrubando tradições antigas e dilatando os espaços para idéias e ideais reformadores capazes de realizar mudanças para melhor nas metas e resultados dos programas governamentais e seus efeitos na sociedade brasileira. Dilma com seu vigor ético e sua postura austera e rigorosa pode estar segurando o barco da crise sacudido pelas ondas de um mar onde as contradições ameaçam a estabilidade econômica, a tranquilidade das obras geridas e a segurança com que parece conduzir a Presidenta os objetivos centrais deseus programas de governo. Dilma resiste à crise e leva adiante o seu projeto de consolidação da ética e rejeição da corrupção administrativa e seus laços de imoralidade aparentemente reinante e de ignorância moral a imperar em seus quadros políticos. A Presidenta parece ignorar a crise. Para ela o mais importante é salvar a moralidade do seu governo e fazer com que as coisas caminhem segundo um padrão ético bem orientado, e que o tempo saberá aprovar com oportunidade e clarividência. Dilma, a ética acima de tudo e de todos.
9. Lutando pela transparência
O que vem marcando seu governo, em quase um ano de gestão, é a sua busca por uma ética comportamental bem lúcida, clara e distinta, a partir de que desenvolve rigor na economia, disciplina no convívio interpartidário, austeridade na administração de seus ministérios, sempre colocando em foco sua atitude de quem anseia por ordenar a casa, organizar sua gerência de obras e atividades múltiplas, polivalentes e multifuncionais, em que a regra tem sido a boa conduta de seus adeptos, amigos e seguidores, a boa consciência política no trato com as questões públicas, sociais e coletivas, a definição de uma lei gestora identificada com a procura de legitimidade governamental, para isso tem contado com o favor da sociedade civil, com o olhar positivo da mídia e da imprensa em geral, com a aprovação da opinião pública segundo as estatísticas do IBGE, fatos esses que vêm animando sua capacidadeadministrativa, impondo a seu governo uma certa espiritualidade natural onde a norma é a razoabilidade, o equilíbrio orçamentário, o bom-senso das coisas, a sensatez no convívio com as diferenças e contrariedades, a tolerãncia com os advesários e a compreensão com os pontos de vista diversos e adversos. A Presidenta Dilma se preocupa em personalizar sua gestão pública intervindo quando pode em nome de um perfil ético bem consolidado com o tempo, com conhecimento de suas potencialidades governamentais, conduzindo seu cargo de maneira autêntica, vedadeira e transparente ainda que a oposição a critique com veemência e assiduidade e a dialética de interferências pluridimensionais seja uma constante em sua alternativa administradora, o que apesar disso a faz uma lutadora por bem definir sua função presidencial, personalizando sua governabilidade, dando-lhe caracteres éticos e espirituais bem precisos e profundos, enriquecendo-a com a sua boa disposição ideológica, seu equilíbrio psicológico, mesmo que muitas vezes pareça “estourada”, “explosiva”, irritada com a turbulência governamental, preocupada com as contradições de seus correligionários, em dúvida quem sabe talvez quando seus colegas de trabalho “vacilam” na guerra contra a corrupção, na batalha a favor da disciplina moral e no combate que tende a afastar de si a violência convivencial e a agressividade de seus ministros ou membros do senado e da assembléia dos deputadosfederais. No convívio com o PT mostra-se independente de seu partido mesmo que interdependente de suas intervenções partidárias e interferências positivas no sentido de melhorar seu quadro gerenciador da política governamental. Dilma tem sido até aqui e agora bastante transparente. O tempo dirá de sua intencionalidade, boa ou má, na condução dessa ética que põe tudo claro em cima da mesa. Dilma é uma luz.
10. Corrupção
Um mal a ser vencido
A recente queda de 5 ministros do Governo Dilma – Antonio Palocci, da Casa Civil; Alfredo Nascimento, dos Transportes: Nélson Jobim, da Defesa; Pedro Novaes, do Turismo; e Wagner Rossi, da Agricultura, todos casos envolvendo desvio de dinheiro público para uso de iniciativas privadas, aliadas da perversão moral e turbulência espiritual, trantornos na ética e distúrbios na mente e no corpo, com alterações no comportamento de grupos e indivíduos, refletindo o desequilíbrio dos ministérios governamentais e a insensatez da má utilização do capítal em benefício de interesses piratas e de intencionalidades violentas e agressivas, eis apenas um exemplo da “cultura da corrupção e do roubo”, males que atingem o Brasil e o mundo afora, como os casos de Berlusconi, na Itália, e Sarcozy, na França; a crise financeira internacional que desde 2008 vem interferindo na economia e política dos Estados Unidos da América, países da Europa como Portugal, Grécia e Irlanda do Norte, talvez a Espanha e quem sabe a Itália de Napolitano; o engrossamento das finanças do ex-ministro Antonio Palocci cujo patrimônio financeiro cresceu de ora para outra sem ninguém saber como ou como o enriquecimento ilícito vem perturbando as sociedades brasileira e internacional com autoridades, chefes de governo e pessoas de alto gabarito que têm carregado no bolso o dinheiro do povo, os favores públicos e os créditos sociais, que deveriam ser utilizados na busca de melhoria de condições de vida e trabalho, saúde e educação das sociedades nacionais e estrangeiras, o que nos faz refletir sobre o papel do Estado e da Democracia urbana e rural que deveriam estar a serviço do bem geral de suas populações e não produzir aberrações sociais e econômicas como o mau uso do capital social e dinheiro público, desvios para satisfazer os interesses privilegiados de uma certa minoria tornando a maioria do povo isenta e alienada de seus créditos coletivos e bem-comum de suas sociedades e bem-estar de seus povos. Assim se constitui a corrupção no Planeta, invadindo governos inteiros e mergulhando em sociedades aparentemente de bem com a vida e ordenadas politica e financeiramente. Todavia as atividades corruptas e as atitudes corruptivas agem assim: trabalham sem ninguém ver, seu espaço está por debaixo dos panos, seus planos são ocultos da maioria e seus interesses, privilégios e intencionalidades são mal usados para servir aos gigantes da política, da economia e da sociedade, não só membros do governo como também empresários e banqueiros, ONGs e industriais, chefes do comércio e donos de multinacionais. Assim se espalha a corrupção: de modo veloz e apressado, rápido e ligeiro, e como o efeito cachoeira leva tudo pela frente, atropela os inocentes e maltrata quem não tem nada a ver com isso. É o jogo dos grandes e poderosos, gigantes do dinheiro e doutores do poder. Nós, sociedade de bem e do bem, somos na verdade as primeiras e grandes vítimas desse jogo de interesses escondidos, ocultos aos nossos olhos, manipuladores da verdade, corruptores do bem e das virtudes, e que desviam a sociedade, a imprensa e a opinião pública dos verdadeiros privilégios em jogo, dos grandes interesses por trás dos fatos e das más intencionalidades disputadas pela pequena minoria. A Corrupção está aí, por aqui e por aqui. No emprego dos trabalhadores, ou nos relacionamentos de rua e de família, ou mesmo na Igrejas e instituições variadas, no serviço militar e outros. As mulheres vendidas para o exterior, crianças e adolescentes que se tornam comércio de interesses estrangeiros, o trabalho comprado com intenções ruins de monopólio de dinheiro e desvios do bem público, a alienação de propriedades, a pirataria comercial, o trabalho escravo, o trafico de drogas e entorpecentes, a venda de maconha e cocaína a céu aberto nos morros e favelas, a polícia sendo comprada por bandidos e traficantes e assim por diante. Como se vê a corrupção está presente aqui eagora. E que a Presidenta Dilma Roussef que se cuide pois as ações corruptas e os atos corruptivos podem estragar o seu governo e destruir tudo de bom e de bem que ela e sua equipe de trabalho vêm fazendo até agora. Sim, a corrupção é um mal. Que pode destruir o mundo e a sociedade, caso não despertemos de nossos sonos metafísicos e acordemos de nossos sonhos azul-dourados. A corrupção é uma praga social. Um veneno político. Uma mancha negra da economia e da sociedade. Que Deus nos ajude a vencê-la em nossas casas e apartamentos, em nossos trabalhos e empregos, na rua e no comércio, na vida e na sociedade. Nessa luta, abracemos as armas do bem e de virtudes como o respeito mútuo, uma vida direita e responsável, o equilíbrio da mente e o bom-senso das coisas, o otimismo de uma vida levada com sorriso e alegria. Sim, apesar da corrupção, Deus é brasileiro e o Senhor é carioca. Sim, podemos vencê-la. Basta boa vontade política e uma vida de bem e de virtudes elevadas. Acredito nisso. Creio ainda que a boa educação e o equilíbrio ético ao lado de uma forte espiritualidade natural são iniciativas que a médio e longo prazos nos ajudariam a superar a corrupção no país e seus efeitos nocivos para toda a população. Virtudes como o respeito mútuo e a responsabilidade interpessoal garantiriam o bom-senso das coisas e a sensatez de quem ultrapassa o caos corruptivo e transcende os limites e fronteiras corruptoras da sociedade. Sim, onde há corrupção, a moral está lá embaixo. E para elevar o grau de moralidade da vida cotidiana é preciso de uma educação de qualidade a começar nas famílias e nas escolas percorrendo um quadro ético e um nível de espiritualidade onde os cidadãos e cidadãs e suas comunidades sejam levados a sério, assumidos com o compromisso de ajudá-los na obtenção de conteúdos de saúde social bem ordenada, de bem-estar individual e coletivo bastante disciplinados e do bem-comum da realidade humana grandemente organizado tornando assim as condições de vida e trabalho do povo em geral desenvolvidas com um processo de evolução da consciência e da liberdade, capazes de transmitir felicidade e otimismo para todos e cada um. Desse modo considero que ganharíamos da corrupção e seus efeitos negativos e pessimistas para todos. Urge trabalhar nesse sentido.
11. “Não inventamos a Crise,
mas devemos fazer a nossa parte”
Em relação à economia e à crise financeira internacional, Dilma considera que mesmo que não sejamos os responsáveis por sua iniciativa, ainda assim devemos trabalhar para não cairmos em depressão econômica, lutar por manter a estabilidade e buscar a autonomia e a independência nessa área embora seja preciso fazer intercâmbios e interatividades com os países emergentes, em desenvolvimento e os desenvolvidos, contudo garantindo nosso status quo, nossa supremacia sobre a inflação e boa gerência sobre as atividades e o fluxo da economia, procurando uma política de austeridade, rigor e disciplina que encaminhe com firmeza e solidez os problemas e soluções econômicas, e nos ajude a segurar o nosso equilíbrio fiscal e monetário e definir com sobriedade e sensatez os rumos de nossa opção financeira local, em sintonia com o estado internacional da economia, condicionando essa sintonia ao compartilhamento de nossa criatividade, talentos e carismas interventores da boa convivência mundial, base de princípios e valores orientadores do bom estado das relações e interesses plurais, polivalentes e multifuncionais existentes entre quase todos os países do Globo. Com efeitro, devemos fazer a nossa parte. E colaborarmos para o progresso dos povos e o desenvolvimento sustentável das sociedades, e com o processo evolutivo das economias que se cooperam mutuamente. Para Dilma, o importante é garantir a nossa estabilidade e sustentabilidade, embora a nossa volta as turbulências existam e as dificuldades se imponham globalmente. Somos uma nação que quer ser sustentável em todos os sentidos.
12. Dificuldade em manter a estabilidade
O estado de turbulência e dificuldades em seus ministérios e no convívio interpartidário e ainda com seus colegas do Congresso Nacional, tem feito o Governo Dilma lutar para sustentar sua estabilidade institucional, estrutural e sistêmica, manter a sua tranquilidade política, garantir a constância econômica e a permanente boa vida do social, transformando sua gestão em uma atividade cujo empenho é zelar pela saúde de sua ordem interna, disciplinar as bases aliadas e organizar com rigor o combate com adversários e não simpatizantes de sua linha direcional de onde carrega de boas alternativas e possibilidades sua administração pública. Sim, garantir a estabilidade governamental, manter a disciplina política e trabalhar com coragem para mudar para melhor quando necessário, eis a tarefa atual de Dilma Rousseff e seu governo de ética bem comportada ainda que surpresas aconteçam, atitudes grotescas dêem um colorido novo a sua gerência e ações inovadoras e do estilo “de repente” sejam uma permanência viável em suas estratégias de condução da política brasileira e seus contatos com o exterior. Embora criticada pelos inimigos, problematizada pelos partidos contrários a ela, contrariada muitas vezes pela imprensa e sofrendo da adversidade até da intimidade de seus colegas de partidos aliados, ela se mantém firme, conduz com seriedade e severidade seu caminhar, esforça-se por sustentar a boa harmonia e sintonia entre seus ministros e assessores, o que reflete seu estado deatenção e solicitude pelas causas nacionais e seu desejo sincero ou não de levar o Brasil a um progresso continuado, andando para a frente e para o alto, em direção dos países desenvolvidsos, qualificando-se como grande potência mundial daqui há alguns anos. Estabilizar a política e consolidar a economia e sustentar o social, eis sua estratégia de governo e seu artifício administrativo. Nesse processo, quem ganha somos todos nós. Ganhamos com sua pedagogia de busca de resultados positivos e metas e objetivos dequalidade para todas as instâncias governamentais, suas áreas de serviço e programas de execução orçamentária como o PAC, o Minha Casa Minha Vida e outros. São créditos que tornam saudável e agradável a vida cotidiana de brasileiras e brasileiros. Estamos com você, Dilma!
13. Administrar e controlar bem a inflação
Medidas antiinflacionárias como a elevação das taxas de juros, a diminuição do crédito no mercado, o aumento de impostos e taxas, são estratégias de governo que visam o aumento das despesas populares e o enfraquecimento do consumo interno, artifícios que geram uma sociedade mais austera e equilibrada, mais rigorosa e sensata, mais severa e disciplinada, mais ordenada e organizada, talvez mexendo na saúde social ou causando transtornos no convívio cotidiano, contudo são freios de uma economia que quer avançar e luta por conquistar o seu espaço na sociedade, garantir sua sustentabilidade e manter a sua estabilidade financeira ainda que as contradições culturais e as turbulências sociais sejam oposição às suas normas de conduta bem ajuizada, definidas como necessidade estrutural e indispensável na manutenção do progresso do país, seu desenvolvimento sustentável, seu crescimento científico e tecnológico e sua evolução positiva em uma consciência aberta a outras, novas e diferentes alternativas e possibilidades, construtoras de uma liberdade autêntica, verdadeira e transparente, portas da felicidade coletiva e individual. Tais prerrogativas sugerem uma nação de bem com seu povo e em paz com suas comunidades, tendo o Estado assumido o seu papel de regularizar a economia e regulamentar a política, inserindo na sociedade brasileira conteúdos e programas capazes de articular o seu bem-estar social, a sua saúde coletiva e o bem-comum de toda a sociedade. Dilma está ciente disso e conta com seus adeptos e seguidores, parceiros de caminhada na condução dessa política de bem geradora da verdadeira paz interior e externa. Precisamos dealguém disciplinado que ordene todas as coisas e organize todas as atividades sociais, culturais eambientais. Dilma e sua equipe de trabalho parecem desempenhar bem essa função. Seu jeito tranquilo aparenta seu anseio por ordem no governo,o que deve refletir a paz e a calma que devem orientar toda a sociedade brasileira. Que o Brasil assim seja um exemplo para outros países Que todos cresçamos com sustentabilidade, trabalho e estabilidade, consolidando entre todos e cada um nossos princípios e valores de boa convivência orientadores do bom respeito entre as pessoas e do compromisso responsável com a evolução da nação brasileira. Queremos progredir sempre.
14. A Vida é processo
A História política dos governos brasileiros, desde a proclamação da República com Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto até José Sarney, os 8 anos de Fernando Henrique Cardoso, os 8 anos de Lula, até chegar a Dilma Rousseff, mostra claramente que a vida não é feita de “milagres”, todavia ela é um processo contínuo de construção de estabilidades e instabilidades, de crises e dialéticas, de reformas e revoluções, de instantes tranquilos e de momentos turbulentos, o que nos faz entender porque a atual Presidenta se dê tão bem com seus apadrinhados no caso Collor, Fernando Henrique, Sarney e Lula, pois sabe que se chegamos até aqui e agora, isso se deve à luta e trabalho de cada governo, que produziu e se deixou produzir por gestões anteriores, a partir de que temos o Brasil de hoje, resultado desse processo político de geração de metas, objetivos e resultados que cada qual foi propagando ao longo do tempo, cada um em seu lugar na história, porém usando de sua criatividade e tradição, hábitos e costumes para transformar para melhor o povo e o território brasileiros. Assim, através de um método histórico crítico e dialético foi se realizando o país que temos agora, com a economia estabilizada, a moeda constante, o avanço nas questões sociais, científicas e culturais, convivendo a sociedade nacional e internacional com os detalhes, diferenças e singularidades de cada governo, que fez resultar a nação brasileira de nossos dias atuais. De fato, a vida política é processo, e os “milagres” não existem. Somos movimento e não paralisia. Somos mobilidade e não repouso. O Tempo não pára e prossegue a caminhada dos homens e das mulheres. Dilma compreendeu esse fato. O Passado construiu o presente de hoje. Por isso, devemos ser amigos de todos os presidentes e suas administrações geradas. O Mundo é processo.
15. Personalizando o seu governo...
A Presidenta Dilma internamente e com suas viagens ao exterior tem procurado caracterizar a sua gestão nela imprimindo seu caráter sério e disciplinado, seu rigor na administração pública, sua sensibilidade nas questões relativas à inflação e seu controle, o convívio interpartidário, sua relação positiva com senadores e deputados federais, prefeitos e governadores, seu interesse pelo PAC e demais programas governamentais, sua boa intenção em dar esperança e entusiasmo ao povo brasileiro na sua luta por bem-estar social e progresso cultural, evolução da economia e desenvolvimento sustentável de toda a nação, inserindo ainda seu jeito feminino de ser, seu modo romântico de tratar a política nacional e internacional, sua maneira calma e tranquila, educada e inteligente, e bastante ética, de conduzir os destinos do país, incluindo em sua agenda presidencial conteúdos de governo onde salienta e enfatiza o lado social dos brasileiros e brasileiras, o incentivo aos trabalhadores e seu Partido o PT, animando ministros e assessores na gerência regulada por normas de conduta muito moralizantes e espiritualizadas, o que propriamente enriquece seu gerir presidencial com a excelência de seu bom comportamento equilibrado, sua visão otimista da história, sua alegria de tratar a todos mesmo que mantenha a suaseriedade gestora, seu sorriso quando nos fala discursivamente, apontando outros, novos e diferentes caminhos para o presente e futuro da realidade brasileira, tendo em vista a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, eventos que marcarão o posicionamento brasileiro perante o mundo interno e externo, deles dependendo a imagem do Brasil e a interpretação positiva ou negativa de todos os Estados estrangeiros sobre a eficácia, a qualidade e a profunda magnitude dos esforços do Brasil por garantir segurança e tranquilidade aos turistas estrangeiros e à população brasileira comungantes e participantes dos empenhos desse Brasil de Dilma Roussef. Como se observa, a mulher brasileira chamada Dilma vem arrumando bem a casa do Brasil, apesar da aparente crise do governo com a já queda de 5 ministros que se afastaram por motivos de aberração administrativa, corrupção moral e carência e insuficiência na disposição para seus cargos e funções. Dilma assim personaliza a sua boa gestão, todavia que ela não se esqueça que o mal existe e só a sabedoria do tempo e sua ética comportamental saberão sustentar o positivismo ou não de sua gestão presidencial. De fato, a Presidenta distancia-se de Sarney, afasta-se de Collor, fica longe de Fernando Henrique e mantém-se em seus caracteres próprios e específicos diante de Lula, divergindo destes ao posicionar-se publicamente e discordando de suas administrações ao dar ênfase ao momento seu de mulher e mãe, separada pode ser ou doente quem sabe, porém registra já sua personalidade concordante com alguns e convergente com outros, nela advogando sua definição de gestora competente, de administradora idônea e gerente do Brasil bem capacitada tecnicamente mas com o seu carinho feminino e romantismo peculiar expulsando do país o pessimismo de outrora e o negativismo que muitas vezes tomou conta da imprensa, da sociedade civil e da opinião pública. Dilma é a mulher trabalhadora brasileira, eis o seu perfil.
16. Volta o Fantasma da Inflação
Saber monitorar a expectativa inflacionária
Inflar ou inflacionar a economia é algo que pesa nas estratégias e artifícios de políticas públicas racionais, sensatas e equilibradas, instabiliza a sociedade e torna inconstantes as ações governamentais de controle da moeda e do câmbio, que passa a oscilar para cima ou para baixo dependendo da realidade de um mercado que precisa do controle gestor do governo e da boa vontade do comércio e da indústria, e dos empresários, a fim de que todos juntos inclusive a população possam monitorar esse fantasma inflacionário e dominar suas expectativas de risco para o setor financeiro do país, que fica desequilibrado e instável, segundo os gritos de uma economia mercadológica e macrolucrativa sem controle, pondo em perigo os créditos de uma área que deveria zelar pela qualidade da política econômica brasileira. Remédios como a diminuição dos gastospúblicos e aumento de taxas, tarifas e impostos, enfraquecimento do crédito bancário inclusive o consignado e elevação das taxas de juros, programas de incentivo educacional e de saúde, de infraestrutura urbana e rural, de aumento e valorização do trabalho e emprego, são não meros paliativos todavia uma verdadeira injeção positiva capaz de sarar os débitos da inflação, corrigir exageros e demasiadas políticas extravagantes, disciplinar o mercado e a vidasocial, ordenar a macroeconomia e organizar bem o andamento do intercâmbio de relações e conexões financeiras e políticas, sociais e culturais, o que ajuda muito no progresso da nação, no crescimento sustentável do país, na evolução otimista da consciência e da liberdade da sociedade rumo a um desenvolvimento alegre e equilibrado por parte do povo brasileiro. Deste modo, urge continuar monitorando a economia de modo positivo e otimista sem fugir da realidade, sensato e equilibrado sem cair na alienação dos fatos cotidianos, como o faz muito bem o governo e equipe de Dilma Roussef. É um trabalho que vale a pena fazer.
17. Um Governo que reflete um Mundo em crise
Os bem-te-vis que passam e circulam pelo céu nesta manhã de segunda-feira, dia 24 de Outubro de 2011, aqui no Rio de Janeiro, bairro da Tijuca, Cidade Maravilhosa, parecem profetizar: “Bem-te-vi, Dilma”. É verdade. Os passarinhos estão anunciando um presente e futuro para a Presidenta bastante promissores, positivos e otimistas, sem contudo fazer com que ela deixe de cair na real e constatar que o Mundo atual vive uma crise internacional do ponto de vista político e econômico e financeiro, de distúrbios em quase todas as sociedades modernas sobretudo na Ásia e no Norte da África como também na União Européia, e transtornos de ordem cultural, ambiental e espiritual. As experiências cotidianas são críticas e muito dialéticas, e talvez estejam fazendo a diferença e contaminando, afetando e contagiando o Governo de Dilma Roussef. Porque a queda de ministros, as críticas do PT, as turbulências com o Congresso Nacional, Senadores e Deputados, as ameaças da inflação, os conflitos internos entre seus correligionários, amigos e adeptos e seguidores, as dificuldades da política externa no relacionamento com alguns Estadistas da América e da Europa, os problemas enfrentados quando a nossa Mulher Superiora esteve recentemente abrindo a Conferência da ONU e ditando regras e condutas de boas intencionalidades para as nações integrantes da Organização, as contradições que envolvem seu contato com a imprensa e a opinião pública, e os meios de comunicação e a sociedade, a instabilidade de Programas como o PAC e Minha Casa Minha Vida, a insegurança muitas vezes demonstrada por seus assessores de plantão, a não tranquilidade refletida nos discursos e expressões de pontos de vista da sua equipe de trabalho, tudo isso, enfim, revela um reflexo de contexto interplenetário e global onde as pessoas vivem indefinições na sua conduta ética e moral, indeterminismos no seu empenho de trabalho e afazeres de rua e domésticos, vazios psicológicos que alimentam a confusão interministerial e complicam a vida governamental, apesar da compostura exemplar de Dilma, que exige moderação nas atividades presidenciais, rigor e austeridade na economia, trato sério com seus assessores, e uma linha de conduta em que a presença da mulher brasileira parece superar quaisquer crises de valores e insuficiência de princípios, falta de normas convergentes e ausência de raizes moralizantes que façam concordar os desejosos por contrariedades, que apelam para a violência no convívio com a coisa pública, e se tornam agressivos e insensatos, praticamente desequilibrados, quando assumem um bate-papo com os diversos escalões governamentais e demais estruturas sociais, como as instituições, ONGs e suas hierarquias administrativas. Quem sabe isso não seja um reflexo da crise internacional onde se vive sem regras, os valores estão alterados e os princípios sem fundamento, em que as normas sociais e as diretrizes políticas são desobedecidas em nome de uma liberdade que se identifica quase sempre com os apelos e anseios pela cultura descartável e uma mentalidade que tem na vida inútil e sem sentido e sem razão de ser, o motor das controvérsias e o operador sagaz das atitudes impensadas e discordantes e das ações divergentes e transtornadas. Talvez a crise mundial seja responsável por isso e esteja sim influenciando as atividades do Governo de Dilma Roussef. Parece normal esse reflexo. O que Dilma e sua equipe, assim como todo o povo brasileiro, não pode é perder a cabeça nessa hora, manter a sensatez e o bom-senso das coisas, agir com juizo e equilíbrio, e pôr um pouco de otimismo em suas políticas públicas sem ignorar ou deixar de sair da realidade. Abraçar sim o cotidiano, mas com a alegria de quem sabe o que quer e o que pode fazer pelo país. Isso me parece uma alternativa que a Presidenta da República do Brasil tem feito muito bem. Dar sempre esperança ao povo do Brasil. Aliás essa é asuafunção gestora e seu cargo de ocupante da maior tarefa nacional e internacional: dar a todos o seu sorriso bonito de mulher, e fazer com que seu romantismo natural seja um ponto de destaque e de alerta, uma porta aberta de esperança e paz e justiça social para todos os brasileiros e brasileiras, e a comunidade internacional. Dilma nesse aspecto tem se saido muito bem.
Problemas e Soluções
1.Dilma, Mulher Brasileira
Dilma Rousseff, um Brasil mais Braseiro e mais Braseileiro
Mulher de Minas, Aluna do PT, Filha de Lula e Presidenta do Brasil
24 anos de Poder
Quando o Presidente atual Luís Inácio Lula da Silva pensou no Projeto-Dilma(2011-2018), sabia que assim daria continuidade ao seu governo de compromisso humano e social de caminhada junto e unido aos trabalhadores do Brasil cuja importância tem reflexos no exterior sendo bem visto pelos países do mundo inteiro que observaram em suas políticas públicas de Fome Zero e Bolsa-Família, Eliminação da Pobreza e erradicação da miséria e do analfabetismo, o PAC e o Luz para todos, Programas de Moradia e Emprego, aumento da aposentadoria e elevação do salário mínimo, incentivo à saúde e valorização da educação, o etanol e os bio-combustíveis, o ProÁlcool e a Petrobrás e o Pré-Sal, o respeito à Economia Verde da Amazônia e do Planalto Central, enfim, toda a jornada presidencial de 8 anos passados até aqui e agora por administração do Partido dos Trabalhadores, que antevê o processo histórico que fará retornar Lula ao Poder Brasileiro, quem sabe após a reeleição de Dilma Rousseff, após 2018, permanecendo sua gestão política até provalvelmente 2026 quando o Plano do PT completaria 24 anos de Força Nacional em regiões brasileiras, um eterno Poder Provisório do Governo do Torneiro Mecânico Luís Inácio, dado seguimento por seus adeptos e partidários.
Mas Dilma chegou forte para ser a Primeira Mulher Presidenta do Brasil ao longo desses anos passados, presentes e futuros.
Dilma Rousseff é uma pessoa correta, rigorosa, disciplinada, trabalhadora, educada e inteligente, sensível aos problemas e dificuldades do Brasil, engajada social e politicamente, de boas idéias e grandes conhecimentos, eticamente bem ordenada e bem organizada nos seus tratos com a família e o trabalho. Aparentemente, uma mulher como tantas no Brasil. Todavia, há uma diferença substancial em seu empenho histórico pela administração pública brasileira: sempre foi séria em seus esforços por um Brasil maior e melhor, responsável em suas diretrizes e normas, valores e princípios, que estabeleceram, consolidaram e estabilizaram por exemplo o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de inúmeros favores, créditos e benefícios para os trabalhadores de baixa renda e pessoas menos favorecidas, como infraestrutura de saneamento básico em morros e favelas e comunidades carentes, além do Programa Minha Casa, Minha Vida, de habitação popular para muita gente trabalhadora do Brasil.
Acredito em Dilma Rousseff.
Creio que ela será para o povo brasileiro presente e futuramente uma verdadeira Macieira, cujos frutos do amor, as maças verdes e maduras, tornarão o Brasil mais amante e mais amado por compatriotas e estrangeiros que nos olham de todos os cantos do Planeta.
Seremos sim o Planeta Brasil.
Onde todos respirarão mais amor e saúde individual e coletiva.
Onde todos haverão de se respeitar mais uns aos outros.
Sou otimista nesse ponto.
Se nos respeitarmos mais mutuamente: teremos crescido bastante.
Sei que ela não é o Lula.
Certamente, seguirá os projetos políticos do PT e continuará o Governo Lulista, como se fez até aqui e agora.
Ela tem o poder na cabeça e um povo que espera dela reverência à continuidade, inovação ética e política, compromisso com os trabalhadores, responsabilidade social, cultural e ambiental, realismo econômico e financeiro, otimismo espiritual, alegria de sorrir fazendo bem todas as coisas, trabalho com alegria, ordem com progresso, saúde com bem-estar, direito com respeito, liberdade com responsabilidade, justiça com cidadania, direitos humanos com lutas trabalhistas, fraternidade com solidariedade, amizade com generosidade, registros e marcas positivas de quem deseja fazer do Brasil neste século XXI uma nação grande e um país gigante, onde todos se amem com respeito e valor.
Que essa mineira de natividade e gaúcha de trabalhos consumidos, com sua equipe de trabalho, faça do Brasil, nos próximos anos, um Território de Produtividade em termos humanos e sociais, culturais e ambientais, políticos e econômicos, científicos e tecnológicos, morais e religiosos, artísticos e de lazer e esporte.
Ela tem tudo para isso.
Porque acima de tudo é uma mulher.
Uma mulher feliz e bem resolvida.
Uma mulher trabalhadora.
E Deus está com as mulheres e com os trabalhadores.
Que Deus abençoe Dilma e ajude o Brasil, mais uma vez.
2. Até aqui, um pouco indefinido
Quase 7 meses de Governo e a Presidenta Dilma Roussef não disse ainda ao que veio, apresentando nestes últimos dias uma gestão imatura e uma administração inexperiente, vacilando em sua estratégia de conduzir a política partidária e dando muitos “furos” quando se trata de disciplinar a economia e regularizar a vida dos partidos de situação e de oposição, refletindo assim um estado de instabilidade governamental, insegurança no poder e um certo modo descartável de gerir seu cargo público, sem garantir a consistência do controle da inflação, fraca no vigor que se deve dar ao crédito, debilitada na aprovação do código florestal, insuficiente ainda na execução do Projeto de Banda Larga para o Brasil e tremendamente inconstante na condução do Ministério dos Transportes onde funções são desabilitadas e assessores demitidos e outrossim a turbulência do PR a querer pôr em questão sua hegemonia perante o país e sua soberania diante do Congresso Nacional. Eis o Governo Dilma até aqui e agora, igualmente em conflito com seu Partido que não vê confiança em sua diretriz política, parecendo ela não estar bem com sua própria consciência administrativa, sofrendo os efeitos das pressões populares como os Sem-Terra, a crise do ensino nas Universidades e a necessária produçao científica e tecnológica brasileira carente de recursos financeiros e doente em termos de profissionaise cientistas capacitados e habilitados para definir outras, novas e diferentes estradas para a inovação e a sustentabilidade dos conteúdos de qualidade e matérias ricas em excelência de pesqusas originais, determinismos quepodem causar grandes direções e alterações na sistêmica e estrutural forma de governo, em que ela se volta para a sua compostura ética e seu lado sentimental de mulher e o quadro negro de uma espiritualidade talvez enferma e quem sabe movida pelos discursos incompetentes de seus aliados, oposicinitas e correligionários, transformando enfim seu jogo político de gerenciamento das principais questões nacionais em polêmicas de um ou outro amigo e conhecido, destruindo pois a estabilidade que deveria reinar em sua proposta de levar o Brasil a um patamar de dsenvolvimento sustentável seguro e tranquilo, progressivo e que tenhaa garantia da opinião pública e da aprovação da sociedade brasileira, que parece já a começar a perder crédito em sua maneira de presidir os cidadãos e cidadãs brasileiros. Como se observa, Dilma Roussef nos demonstra isolamento no Poder e um tanto solitária ao tomar decisões apressadas, trabalhar com a relatividade da política onde os aspectos transitórios são mais importantes que a solidez de princípios, a firmeza de valores e a consolidação com o tempo de normas sociais e interpessoais que caracterizem um governosustentável, forte economicamente e rochoso em sua abordagem das respostas e soluções que devem ser dadas aos primordiais problemas brasileiros como a questão ambiental, a política partidária, o incremento da internet em nosso território, a globalização dos interesses públicos e privados e a atividade nômade que certamente é uma caacterística da gente brasileira e estrangeira desejosos de mudanças rápidas e velozes em sua conjuntura cultural, metamorfoses limpas e seguras na ações que envolvem a saúde coletiva e o bem-estar das comunidades locais, regionais e globais da nação chamada Brasil. Esperamos sim que o tempo nos revele de fato quem Dilma é e ao mesmo tempo lhe dê as condições indispensáveis para fazer evoluir a nossa consciência e liberdade, em busca de paz e felicidade para todos e cada um.
Que Deus ajude Dilma Roussef.
É o que ela está precisando nesta hora, minuto e segundo. Chega de ser ilha. Que ela se abra ao debate, articule a companhia de amigos e trabalhe junto para resolver as urgentes interrogações do povo brasileiro.
Pode contar comigo, Presidenta Dilma Roussef.
3. Uma Gestão Acéfala
A Sombra de Lula: uma Referência
Nesses exatos 7 meses de gerência do país, Dilma Roussef parece ainda desfigurada, ausente no poder, indefinida na condução dos problemas brasileiros, com seus colegas de Partido questionando sua autoridade e competência, senadores e deputados inseguros com sua administração, a sociedade e a mídia tentando evitar julgamentos precipitados, talvez porque o governo até aqui e agora esteja muito apagado, sem identidade nem personalidade, apesar do caráter disciplinado da Presidenta, seu rigorismo no gerenciamento dos gastos públicos, no declínio do crédito e na sustentação de uma baixa inflação, controlando os juros e evitando elevadas despesas no PAC, no programa Minha Casa Minha Vida, no Bolsa Família e esquema programado do Fome Zero. Contudo, se observa seu isolamento político e sua ausência no poder, o que demonstra talvez sua falta de experiência administrativa à frente do maior cargo da nação ou quem sabe seu fraco manejo da estrutura político partidária, seu jeito “estourado” tornando deficientes suas diretrizes orçamentárias, debilitando sua relação nacional e internacional com membros, adeptos e seguidores de sua filosofia de vida e mesmo os estrangeiros, todos considerando que o ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva continua uma referência gestora para os que ditam as regras do jogo do Brasil, dele contam para ouvir seus esclarecimentos e conselhos políticos e econômicos, dele esperam uma palavra animadora ou a resposta positiva a tantas interrogações da sociedade e da opinião pública, e da imprensa em geral, e dele desejam seu discernimento e experiência no prosseguimento de levar adiante a força das causas sociais e trabalhadoras, a manutenção da estabilidade da economia e um avivamento mais forte das estruturas dinâmicas de seu Partido, o PT, oferecendo-lhe então um caminho seguro de continuidade de suas estratégias de manipulação dos movimentos sindicais, do MST, das categorias de trabalhadores e de todo o alcance que sua orientação possa dar no sentido de fazer permanente o progresso brasileiro e o desenvolvimento sustentável de suas comunidades, grupos e indivíduos, na busca por saúde e educação de qualidade, trabalho e emprego com fertilidade, tornando a conjuntura da nação brasileira preparada para assumir seu papel de gigante Estado Emergente, encaminhador de soluções para as questões internas e externas, refletindo para todos a posição de destaque que o Brasil representa no cenário internacional. O que vemos na realidade no Brasil de aqui e agora é um país sem coordenação, um corpo sem cabeça, que neste momento precisa de modelos ou paradigmas e referências éticas e políticas que ajudem o Governo Dilma a bem conduzir os destinos do povo brasileiro. É o que notamos com a presença de líderes como Lula e Fernando Henrique Cardoso. Sim, o Brasil não pode ser governado por uma ilha.
Ele requer interatividade de gestores, uma cultura política legal, lúcida e legítima, uma mentalidade social que incentive e aprove, e trabalhe junto, com a Presidenta da República, no sentido de com ela colaborar no comando de todos os brasileiros e brasileiras. De fato, Dilma necessita de amigos e de referências, de conteúdo de idéias de qualidade, e de princípios e valores sustentáveis que lhe dêem uma boa orientação política , levando o país na continuidade de sua evolução ética, política e social, espiritual e cultural, econômica e financeira. Dilma precisa de todos nós.
4. No início, o Perfil da Presidenta
Exatamente 7 meses de governo, e a Presidenta da República Dilma Roussef apresenta os seguintes caracteres:
1) Parece uma Estadista, bastante autoritária e que exerce monopólio absoluto sobre todos os problemas brasileiros;
2) Muito agressiva, que grita com seus assessores e bate na mesa pedindo atenção e reverência;
3) Gestão turbulenta com distúrbios com o Congresso Nacional e transtornos no seu desempenho administrativo;
4) Violenta com seus colegas de trabalho talvez porque é tremendamente rígida e austera em sua personalidade e tem no seu caráter algo paradoxal pois uma hora está feliz e em outro tempo mostra-se preocupada e aflita com as críticas de seus opositores;
5) Algumas vezes estressada, ansiosa e como que em pânico com o andamento das negociações políticas, os preparativos da Copa 2014 e as Olimpíadas 2016, aflita quando questionada e talvez intranquila e insegura no comando do país;
6) Quem sabe irada com o PT, raivosa com seus ministros e encolerizada com os deputadores e senadores;
7) Negocia pouco pois se interessa mais por decisões próprias, e coloca o seu individualismo acima do debate e do diálogo;
8) Gosta do monólogo e por isso se vê instável, repentina e surpreendente;
9) Problemática até demais, reflete insegurança gerencial pois muitas vezes apela para o Lula, o Fernando Henrique, o Collor e o Sarney;
10) Péssima articuladora política, insensível ao comportamento alheio e aos sentimentos de seus adversários e correligionários, e não muito sujeita a mudanças, preferindo valores absolutos e princípios eternos, ainda que o cotidiano insista no provisório e no descartável.
Eis o Perfil até aqui e agora de uma Mulher-Presidenta que faz da disciplina a sua regra, do autoritarismo a sua norma gestora e do rigorismo político a sua estratégia de combate à inflação, contenção dos gastos públicos, diminuição do crédito e quase um equilíbrio nas taxas de juros.
Assim consegue regularizar a economia, bem administrar o PAC, conviver com o Fome Zero, o Luz para todos e o Bolsa-Família, o Minha Casa Minha Vida, e dizer para as brasileiras e brasileiros que “País rico é país sem pobreza”.
5. Algo de positivo, quem sabe
Em sua gerência do País chamado Brasil, a Presidenta também mostra seu lado otimista de encarar a vida, sua austeridade na economia, seu favorecimento do social, o bem-estar da população, o equilíbrio das finanças e seu desperto combate à inflação, seu convívio sensato com inimigos e amigos, seu gosto pelas novas tecnologias e o incremento da internet e da banda larga em nosso território, seu comportamento ético sem distorções, sua alegria com familiares e colegas de trabalho, seu discurso de esperança permanente para todos os cidadãos e cidadãs, seu interesse e boa vontade com os estrangeiros e as causas internacionais, sua boa intencionalidade na gestão pública e privada, ora admoestando companheiros e companheiras ora criticando parceiros do poder e da política, enfim, a Presidenta igualmente apresenta um fator psicológico cuja identidade é a busca da saúde coletiva e o bem-comum das sociedades e o bem-estar de cada um dos brasileiros e brasileiras. Leve-se em conta ainda sua tolerância com os contrários, sua compreensão das questões urgentes, interessantes e mais importantes do Brasil, sua convivência com aparentes adversários não perdendo a oportunidade para dar um conselho positivo, ou uma advertência administrativa ou mesmo acrescentar conteúdo às conversas com seu Partido e demais integrantes de seu governo. Dilma, ora austera ora repousante sabe fazer a diferença entre as coisas, e usa bem o seu discernimento para opinar na hora certa, interferir quando preciso e ajudar na construção de um país para todos onde todos sejam ricos embora a pobreza seja um fantasma que assombra nossos ambientes regionais. Com Dilma, a esperança continua.
6. Uma faxina em nome da austeridade, rigor e disciplina
Quase 8 meses de Governo e Dilma vem fazendo uma faxina geral em seus ministérios com 4 ministros já demitidos, críticas e turbulências entre seus aliados e adversários, apoio e negligência de muitos, contando com a atitude dialética do PT que insiste em sua independência do Poder da Presidenta embora se veja submetido ao seu apoio e disponibilidade em não se isolar da esfera política da Autoridade máxima do país, convergindo em alguns pontos – lembrando o ex-presidente Lula – ou divergindo em uma tentativa de elevar o Partido a uma condição de autonomia em relação à gestão presidencial. Com austeridade, Dilma conduz a economia, disciplina a luta interpartidária e atua com rigor na política de manter estabilidade e sustentabilidade em seu projeto de governo, consolidando iniciativas que revelam sua qualidade técnica de administradora pública – como as obras do PAC -, seu lado ético bastante respeitoso e reverenciado por quase todos ainda que em alguns momentos sua individualidade pareça acima do bem público, ou sua esfera pessoal, seu caráter e personalidade agressiva e explosiva tentem esconder sua obrigatoriedade de incentivar o campo social e coletivo de todos os brasileiros e brasileiras. Dilma age com vontade de acertar, mas precisa dominar-se a si mesma e controlar suas emoções e paixões, em nome de suas virtudes morais e espirituais, e do bem-estar do povo brasileiro. Embora no passado tenha conhecido a exclusão e a marginalidade política, consegue agora bem gerir seu governo, vacilando um pouco por causa de suas “razões instáveis”, “ações inconstantes” e “atividades ás vezes sem teto nem chão ou sem portas nem janelas”. Sua firmeza de caráter precisa igualmente da respiração saudável da amizade e boa companhia de seus adeptos, seguidores e simpatizantes. Dilma permanece a mesma. Aos poucos vai aprofundando sua ânsia de bem conduzir o país. Que ela no entanto não se esqueça que a natureza humana e seus efeitos políticos, econômicos e sociais caminham com o bem e o mal, com contradições profundas ou aparentes, contudo também com as virtudes de sua postura ética bem fundamentada. Dilma vai bem.
7. Tentando arrumar a casa
Até aqui, Agosto de 2011, a Presidenta vem buscando ajeitar a República, e, despossados 4 ministros – Antonio Palocci, da Casa Civil; Alfredo Nascimento, dos Transportes; Nélson Jobim, da Defesa; e Wagner Rossi, da Agricultura – ela e seu governo fazem “uma limpa” geral, procurando dissolver em seus quadros políticos e em sua base aliada no Congresso as estruturas de corrupção, imoralidade, falta de ética comportamental, ausência de transparência de virtudes, o que a faz ser aprovada pela sociedade, a imprensa e a opinião pública, que confirmam seu estilo austero de governar, batem palmas para a sua higienização da Presidência e ratificam seu modo disciplinado de conter os excessos, diminuir os gastos públicos, ignorar intemperanças e extravagâncias, colaborar no sentido de levar o Brasil às alturas de uma nação bem desenvolvida, convergente com os páíses emergentes, concordante com as sociedades plurais, ansiosas por saúde social e coletiva, e bem-estar individual e grupal. Deste modo, Dilma Roussef tenta arrumar a casa brasileira, e ninguém melhor que ela, mãe e mulher – apesar das ameaças do câncer e de seu estado de separação – para providenciar uma faxina geral nos contextos do Poder e sua gestão que com rigor, vigor e valor, consegue encaminhar soluções para as grandes questões nacionais e internacionais, responder com idoneidade e qualidade de conteúdo governamental às gigantescas interrogações da sociedade, aliviando problemas e projetando as mudanças necessárias para um outro, novo e diferente Brasil, em sintonia com sua natureza de país aberto a grandes possibilidades, que busca alternativas diversas para os seus imensos questionamentos, e que anseia por superar suas turbulências políticas e sociais, a crise financeira internacional, através da maneira simples e ética de bem gerir o governo, razão de Dilma trabalhar valorizando a boa consciência moral e uma certa espiritualidade natural em que sua autenticidade revela seu desejo positivo de metamorfosear a vida brasileira, nela inserindo novas esperanças de existência e variadas injeções de ânimo e entusiasmo para os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras. Assim, a Presidenta da República consegue ter ao seu lado quase todo o povo brasileiro, aparentemente satisfeito e realizado com sua gerência moralizadora do sistêmico aparelho de governo. Dilma sabe das coisas.
8. Crise no Governo ?
Talvez a sabedoria do tempo saberá dizer melhor do que nós se o atual momento da gestão de Dilma Roussef podeser chamado de crise, crise permanente ou transitória, todavia o fato de que em quase 8 meses de governo 4 ministros terem caido de seus cargos quem sabe vem preocupando a própria Presidenta e seus ministérios, os especialistas de plantão e seu quadro azul de adeptos, seguidores e simpatizantes, os amigos de seu Partido e seus correligionários, seus colegas do poder legislativo e judiciário, bem como toda a imporensa em geral, a opinião pública em particular e a maioria da sociedade civil, boqueabertos com a expectativa de que o que vem se passando no estado político do governo possa ser ou não uma crise duradoura, que tem consequências na área econômica e financeira, causando instabilidade e turbulência na administração pública, transtornos nas relações interpartidárias e distúrbios de ordem ética e espiritual nos comportamentos de alguns cidadãos e cidadãs do congresso nacional e demais pastas, cargos e funções da gerência presidencial, o que pode caracterizar certamente instantes decrise políticae gerencial, podendo afetar o transcurso do poder constituido e suas ações e atividades interventoras nos destinos presentes e futuros do povo brasileiro. O que se observa aqui e agora é um estado de confusão administrativa, complicações nas atuações dos demais ministérios, disputas interpartidárias e duelos de pontos de vista diferentes e contrários, diversos e adversos. Parece que um tufão político-ideológico vem sacudindo o Planalto, derrubando tradições antigas e dilatando os espaços para idéias e ideais reformadores capazes de realizar mudanças para melhor nas metas e resultados dos programas governamentais e seus efeitos na sociedade brasileira. Dilma com seu vigor ético e sua postura austera e rigorosa pode estar segurando o barco da crise sacudido pelas ondas de um mar onde as contradições ameaçam a estabilidade econômica, a tranquilidade das obras geridas e a segurança com que parece conduzir a Presidenta os objetivos centrais deseus programas de governo. Dilma resiste à crise e leva adiante o seu projeto de consolidação da ética e rejeição da corrupção administrativa e seus laços de imoralidade aparentemente reinante e de ignorância moral a imperar em seus quadros políticos. A Presidenta parece ignorar a crise. Para ela o mais importante é salvar a moralidade do seu governo e fazer com que as coisas caminhem segundo um padrão ético bem orientado, e que o tempo saberá aprovar com oportunidade e clarividência. Dilma, a ética acima de tudo e de todos.
9. Lutando pela transparência
O que vem marcando seu governo, em quase um ano de gestão, é a sua busca por uma ética comportamental bem lúcida, clara e distinta, a partir de que desenvolve rigor na economia, disciplina no convívio interpartidário, austeridade na administração de seus ministérios, sempre colocando em foco sua atitude de quem anseia por ordenar a casa, organizar sua gerência de obras e atividades múltiplas, polivalentes e multifuncionais, em que a regra tem sido a boa conduta de seus adeptos, amigos e seguidores, a boa consciência política no trato com as questões públicas, sociais e coletivas, a definição de uma lei gestora identificada com a procura de legitimidade governamental, para isso tem contado com o favor da sociedade civil, com o olhar positivo da mídia e da imprensa em geral, com a aprovação da opinião pública segundo as estatísticas do IBGE, fatos esses que vêm animando sua capacidadeadministrativa, impondo a seu governo uma certa espiritualidade natural onde a norma é a razoabilidade, o equilíbrio orçamentário, o bom-senso das coisas, a sensatez no convívio com as diferenças e contrariedades, a tolerãncia com os advesários e a compreensão com os pontos de vista diversos e adversos. A Presidenta Dilma se preocupa em personalizar sua gestão pública intervindo quando pode em nome de um perfil ético bem consolidado com o tempo, com conhecimento de suas potencialidades governamentais, conduzindo seu cargo de maneira autêntica, vedadeira e transparente ainda que a oposição a critique com veemência e assiduidade e a dialética de interferências pluridimensionais seja uma constante em sua alternativa administradora, o que apesar disso a faz uma lutadora por bem definir sua função presidencial, personalizando sua governabilidade, dando-lhe caracteres éticos e espirituais bem precisos e profundos, enriquecendo-a com a sua boa disposição ideológica, seu equilíbrio psicológico, mesmo que muitas vezes pareça “estourada”, “explosiva”, irritada com a turbulência governamental, preocupada com as contradições de seus correligionários, em dúvida quem sabe talvez quando seus colegas de trabalho “vacilam” na guerra contra a corrupção, na batalha a favor da disciplina moral e no combate que tende a afastar de si a violência convivencial e a agressividade de seus ministros ou membros do senado e da assembléia dos deputadosfederais. No convívio com o PT mostra-se independente de seu partido mesmo que interdependente de suas intervenções partidárias e interferências positivas no sentido de melhorar seu quadro gerenciador da política governamental. Dilma tem sido até aqui e agora bastante transparente. O tempo dirá de sua intencionalidade, boa ou má, na condução dessa ética que põe tudo claro em cima da mesa. Dilma é uma luz.
10. Corrupção
Um mal a ser vencido
A recente queda de 5 ministros do Governo Dilma – Antonio Palocci, da Casa Civil; Alfredo Nascimento, dos Transportes: Nélson Jobim, da Defesa; Pedro Novaes, do Turismo; e Wagner Rossi, da Agricultura, todos casos envolvendo desvio de dinheiro público para uso de iniciativas privadas, aliadas da perversão moral e turbulência espiritual, trantornos na ética e distúrbios na mente e no corpo, com alterações no comportamento de grupos e indivíduos, refletindo o desequilíbrio dos ministérios governamentais e a insensatez da má utilização do capítal em benefício de interesses piratas e de intencionalidades violentas e agressivas, eis apenas um exemplo da “cultura da corrupção e do roubo”, males que atingem o Brasil e o mundo afora, como os casos de Berlusconi, na Itália, e Sarcozy, na França; a crise financeira internacional que desde 2008 vem interferindo na economia e política dos Estados Unidos da América, países da Europa como Portugal, Grécia e Irlanda do Norte, talvez a Espanha e quem sabe a Itália de Napolitano; o engrossamento das finanças do ex-ministro Antonio Palocci cujo patrimônio financeiro cresceu de ora para outra sem ninguém saber como ou como o enriquecimento ilícito vem perturbando as sociedades brasileira e internacional com autoridades, chefes de governo e pessoas de alto gabarito que têm carregado no bolso o dinheiro do povo, os favores públicos e os créditos sociais, que deveriam ser utilizados na busca de melhoria de condições de vida e trabalho, saúde e educação das sociedades nacionais e estrangeiras, o que nos faz refletir sobre o papel do Estado e da Democracia urbana e rural que deveriam estar a serviço do bem geral de suas populações e não produzir aberrações sociais e econômicas como o mau uso do capital social e dinheiro público, desvios para satisfazer os interesses privilegiados de uma certa minoria tornando a maioria do povo isenta e alienada de seus créditos coletivos e bem-comum de suas sociedades e bem-estar de seus povos. Assim se constitui a corrupção no Planeta, invadindo governos inteiros e mergulhando em sociedades aparentemente de bem com a vida e ordenadas politica e financeiramente. Todavia as atividades corruptas e as atitudes corruptivas agem assim: trabalham sem ninguém ver, seu espaço está por debaixo dos panos, seus planos são ocultos da maioria e seus interesses, privilégios e intencionalidades são mal usados para servir aos gigantes da política, da economia e da sociedade, não só membros do governo como também empresários e banqueiros, ONGs e industriais, chefes do comércio e donos de multinacionais. Assim se espalha a corrupção: de modo veloz e apressado, rápido e ligeiro, e como o efeito cachoeira leva tudo pela frente, atropela os inocentes e maltrata quem não tem nada a ver com isso. É o jogo dos grandes e poderosos, gigantes do dinheiro e doutores do poder. Nós, sociedade de bem e do bem, somos na verdade as primeiras e grandes vítimas desse jogo de interesses escondidos, ocultos aos nossos olhos, manipuladores da verdade, corruptores do bem e das virtudes, e que desviam a sociedade, a imprensa e a opinião pública dos verdadeiros privilégios em jogo, dos grandes interesses por trás dos fatos e das más intencionalidades disputadas pela pequena minoria. A Corrupção está aí, por aqui e por aqui. No emprego dos trabalhadores, ou nos relacionamentos de rua e de família, ou mesmo na Igrejas e instituições variadas, no serviço militar e outros. As mulheres vendidas para o exterior, crianças e adolescentes que se tornam comércio de interesses estrangeiros, o trabalho comprado com intenções ruins de monopólio de dinheiro e desvios do bem público, a alienação de propriedades, a pirataria comercial, o trabalho escravo, o trafico de drogas e entorpecentes, a venda de maconha e cocaína a céu aberto nos morros e favelas, a polícia sendo comprada por bandidos e traficantes e assim por diante. Como se vê a corrupção está presente aqui eagora. E que a Presidenta Dilma Roussef que se cuide pois as ações corruptas e os atos corruptivos podem estragar o seu governo e destruir tudo de bom e de bem que ela e sua equipe de trabalho vêm fazendo até agora. Sim, a corrupção é um mal. Que pode destruir o mundo e a sociedade, caso não despertemos de nossos sonos metafísicos e acordemos de nossos sonhos azul-dourados. A corrupção é uma praga social. Um veneno político. Uma mancha negra da economia e da sociedade. Que Deus nos ajude a vencê-la em nossas casas e apartamentos, em nossos trabalhos e empregos, na rua e no comércio, na vida e na sociedade. Nessa luta, abracemos as armas do bem e de virtudes como o respeito mútuo, uma vida direita e responsável, o equilíbrio da mente e o bom-senso das coisas, o otimismo de uma vida levada com sorriso e alegria. Sim, apesar da corrupção, Deus é brasileiro e o Senhor é carioca. Sim, podemos vencê-la. Basta boa vontade política e uma vida de bem e de virtudes elevadas. Acredito nisso. Creio ainda que a boa educação e o equilíbrio ético ao lado de uma forte espiritualidade natural são iniciativas que a médio e longo prazos nos ajudariam a superar a corrupção no país e seus efeitos nocivos para toda a população. Virtudes como o respeito mútuo e a responsabilidade interpessoal garantiriam o bom-senso das coisas e a sensatez de quem ultrapassa o caos corruptivo e transcende os limites e fronteiras corruptoras da sociedade. Sim, onde há corrupção, a moral está lá embaixo. E para elevar o grau de moralidade da vida cotidiana é preciso de uma educação de qualidade a começar nas famílias e nas escolas percorrendo um quadro ético e um nível de espiritualidade onde os cidadãos e cidadãs e suas comunidades sejam levados a sério, assumidos com o compromisso de ajudá-los na obtenção de conteúdos de saúde social bem ordenada, de bem-estar individual e coletivo bastante disciplinados e do bem-comum da realidade humana grandemente organizado tornando assim as condições de vida e trabalho do povo em geral desenvolvidas com um processo de evolução da consciência e da liberdade, capazes de transmitir felicidade e otimismo para todos e cada um. Desse modo considero que ganharíamos da corrupção e seus efeitos negativos e pessimistas para todos. Urge trabalhar nesse sentido.
11. “Não inventamos a Crise,
mas devemos fazer a nossa parte”
Em relação à economia e à crise financeira internacional, Dilma considera que mesmo que não sejamos os responsáveis por sua iniciativa, ainda assim devemos trabalhar para não cairmos em depressão econômica, lutar por manter a estabilidade e buscar a autonomia e a independência nessa área embora seja preciso fazer intercâmbios e interatividades com os países emergentes, em desenvolvimento e os desenvolvidos, contudo garantindo nosso status quo, nossa supremacia sobre a inflação e boa gerência sobre as atividades e o fluxo da economia, procurando uma política de austeridade, rigor e disciplina que encaminhe com firmeza e solidez os problemas e soluções econômicas, e nos ajude a segurar o nosso equilíbrio fiscal e monetário e definir com sobriedade e sensatez os rumos de nossa opção financeira local, em sintonia com o estado internacional da economia, condicionando essa sintonia ao compartilhamento de nossa criatividade, talentos e carismas interventores da boa convivência mundial, base de princípios e valores orientadores do bom estado das relações e interesses plurais, polivalentes e multifuncionais existentes entre quase todos os países do Globo. Com efeitro, devemos fazer a nossa parte. E colaborarmos para o progresso dos povos e o desenvolvimento sustentável das sociedades, e com o processo evolutivo das economias que se cooperam mutuamente. Para Dilma, o importante é garantir a nossa estabilidade e sustentabilidade, embora a nossa volta as turbulências existam e as dificuldades se imponham globalmente. Somos uma nação que quer ser sustentável em todos os sentidos.
12. Dificuldade em manter a estabilidade
O estado de turbulência e dificuldades em seus ministérios e no convívio interpartidário e ainda com seus colegas do Congresso Nacional, tem feito o Governo Dilma lutar para sustentar sua estabilidade institucional, estrutural e sistêmica, manter a sua tranquilidade política, garantir a constância econômica e a permanente boa vida do social, transformando sua gestão em uma atividade cujo empenho é zelar pela saúde de sua ordem interna, disciplinar as bases aliadas e organizar com rigor o combate com adversários e não simpatizantes de sua linha direcional de onde carrega de boas alternativas e possibilidades sua administração pública. Sim, garantir a estabilidade governamental, manter a disciplina política e trabalhar com coragem para mudar para melhor quando necessário, eis a tarefa atual de Dilma Rousseff e seu governo de ética bem comportada ainda que surpresas aconteçam, atitudes grotescas dêem um colorido novo a sua gerência e ações inovadoras e do estilo “de repente” sejam uma permanência viável em suas estratégias de condução da política brasileira e seus contatos com o exterior. Embora criticada pelos inimigos, problematizada pelos partidos contrários a ela, contrariada muitas vezes pela imprensa e sofrendo da adversidade até da intimidade de seus colegas de partidos aliados, ela se mantém firme, conduz com seriedade e severidade seu caminhar, esforça-se por sustentar a boa harmonia e sintonia entre seus ministros e assessores, o que reflete seu estado deatenção e solicitude pelas causas nacionais e seu desejo sincero ou não de levar o Brasil a um progresso continuado, andando para a frente e para o alto, em direção dos países desenvolvidsos, qualificando-se como grande potência mundial daqui há alguns anos. Estabilizar a política e consolidar a economia e sustentar o social, eis sua estratégia de governo e seu artifício administrativo. Nesse processo, quem ganha somos todos nós. Ganhamos com sua pedagogia de busca de resultados positivos e metas e objetivos dequalidade para todas as instâncias governamentais, suas áreas de serviço e programas de execução orçamentária como o PAC, o Minha Casa Minha Vida e outros. São créditos que tornam saudável e agradável a vida cotidiana de brasileiras e brasileiros. Estamos com você, Dilma!
13. Administrar e controlar bem a inflação
Medidas antiinflacionárias como a elevação das taxas de juros, a diminuição do crédito no mercado, o aumento de impostos e taxas, são estratégias de governo que visam o aumento das despesas populares e o enfraquecimento do consumo interno, artifícios que geram uma sociedade mais austera e equilibrada, mais rigorosa e sensata, mais severa e disciplinada, mais ordenada e organizada, talvez mexendo na saúde social ou causando transtornos no convívio cotidiano, contudo são freios de uma economia que quer avançar e luta por conquistar o seu espaço na sociedade, garantir sua sustentabilidade e manter a sua estabilidade financeira ainda que as contradições culturais e as turbulências sociais sejam oposição às suas normas de conduta bem ajuizada, definidas como necessidade estrutural e indispensável na manutenção do progresso do país, seu desenvolvimento sustentável, seu crescimento científico e tecnológico e sua evolução positiva em uma consciência aberta a outras, novas e diferentes alternativas e possibilidades, construtoras de uma liberdade autêntica, verdadeira e transparente, portas da felicidade coletiva e individual. Tais prerrogativas sugerem uma nação de bem com seu povo e em paz com suas comunidades, tendo o Estado assumido o seu papel de regularizar a economia e regulamentar a política, inserindo na sociedade brasileira conteúdos e programas capazes de articular o seu bem-estar social, a sua saúde coletiva e o bem-comum de toda a sociedade. Dilma está ciente disso e conta com seus adeptos e seguidores, parceiros de caminhada na condução dessa política de bem geradora da verdadeira paz interior e externa. Precisamos dealguém disciplinado que ordene todas as coisas e organize todas as atividades sociais, culturais eambientais. Dilma e sua equipe de trabalho parecem desempenhar bem essa função. Seu jeito tranquilo aparenta seu anseio por ordem no governo,o que deve refletir a paz e a calma que devem orientar toda a sociedade brasileira. Que o Brasil assim seja um exemplo para outros países Que todos cresçamos com sustentabilidade, trabalho e estabilidade, consolidando entre todos e cada um nossos princípios e valores de boa convivência orientadores do bom respeito entre as pessoas e do compromisso responsável com a evolução da nação brasileira. Queremos progredir sempre.
14. A Vida é processo
A História política dos governos brasileiros, desde a proclamação da República com Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto até José Sarney, os 8 anos de Fernando Henrique Cardoso, os 8 anos de Lula, até chegar a Dilma Rousseff, mostra claramente que a vida não é feita de “milagres”, todavia ela é um processo contínuo de construção de estabilidades e instabilidades, de crises e dialéticas, de reformas e revoluções, de instantes tranquilos e de momentos turbulentos, o que nos faz entender porque a atual Presidenta se dê tão bem com seus apadrinhados no caso Collor, Fernando Henrique, Sarney e Lula, pois sabe que se chegamos até aqui e agora, isso se deve à luta e trabalho de cada governo, que produziu e se deixou produzir por gestões anteriores, a partir de que temos o Brasil de hoje, resultado desse processo político de geração de metas, objetivos e resultados que cada qual foi propagando ao longo do tempo, cada um em seu lugar na história, porém usando de sua criatividade e tradição, hábitos e costumes para transformar para melhor o povo e o território brasileiros. Assim, através de um método histórico crítico e dialético foi se realizando o país que temos agora, com a economia estabilizada, a moeda constante, o avanço nas questões sociais, científicas e culturais, convivendo a sociedade nacional e internacional com os detalhes, diferenças e singularidades de cada governo, que fez resultar a nação brasileira de nossos dias atuais. De fato, a vida política é processo, e os “milagres” não existem. Somos movimento e não paralisia. Somos mobilidade e não repouso. O Tempo não pára e prossegue a caminhada dos homens e das mulheres. Dilma compreendeu esse fato. O Passado construiu o presente de hoje. Por isso, devemos ser amigos de todos os presidentes e suas administrações geradas. O Mundo é processo.
15. Personalizando o seu governo...
A Presidenta Dilma internamente e com suas viagens ao exterior tem procurado caracterizar a sua gestão nela imprimindo seu caráter sério e disciplinado, seu rigor na administração pública, sua sensibilidade nas questões relativas à inflação e seu controle, o convívio interpartidário, sua relação positiva com senadores e deputados federais, prefeitos e governadores, seu interesse pelo PAC e demais programas governamentais, sua boa intenção em dar esperança e entusiasmo ao povo brasileiro na sua luta por bem-estar social e progresso cultural, evolução da economia e desenvolvimento sustentável de toda a nação, inserindo ainda seu jeito feminino de ser, seu modo romântico de tratar a política nacional e internacional, sua maneira calma e tranquila, educada e inteligente, e bastante ética, de conduzir os destinos do país, incluindo em sua agenda presidencial conteúdos de governo onde salienta e enfatiza o lado social dos brasileiros e brasileiras, o incentivo aos trabalhadores e seu Partido o PT, animando ministros e assessores na gerência regulada por normas de conduta muito moralizantes e espiritualizadas, o que propriamente enriquece seu gerir presidencial com a excelência de seu bom comportamento equilibrado, sua visão otimista da história, sua alegria de tratar a todos mesmo que mantenha a suaseriedade gestora, seu sorriso quando nos fala discursivamente, apontando outros, novos e diferentes caminhos para o presente e futuro da realidade brasileira, tendo em vista a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, eventos que marcarão o posicionamento brasileiro perante o mundo interno e externo, deles dependendo a imagem do Brasil e a interpretação positiva ou negativa de todos os Estados estrangeiros sobre a eficácia, a qualidade e a profunda magnitude dos esforços do Brasil por garantir segurança e tranquilidade aos turistas estrangeiros e à população brasileira comungantes e participantes dos empenhos desse Brasil de Dilma Roussef. Como se observa, a mulher brasileira chamada Dilma vem arrumando bem a casa do Brasil, apesar da aparente crise do governo com a já queda de 5 ministros que se afastaram por motivos de aberração administrativa, corrupção moral e carência e insuficiência na disposição para seus cargos e funções. Dilma assim personaliza a sua boa gestão, todavia que ela não se esqueça que o mal existe e só a sabedoria do tempo e sua ética comportamental saberão sustentar o positivismo ou não de sua gestão presidencial. De fato, a Presidenta distancia-se de Sarney, afasta-se de Collor, fica longe de Fernando Henrique e mantém-se em seus caracteres próprios e específicos diante de Lula, divergindo destes ao posicionar-se publicamente e discordando de suas administrações ao dar ênfase ao momento seu de mulher e mãe, separada pode ser ou doente quem sabe, porém registra já sua personalidade concordante com alguns e convergente com outros, nela advogando sua definição de gestora competente, de administradora idônea e gerente do Brasil bem capacitada tecnicamente mas com o seu carinho feminino e romantismo peculiar expulsando do país o pessimismo de outrora e o negativismo que muitas vezes tomou conta da imprensa, da sociedade civil e da opinião pública. Dilma é a mulher trabalhadora brasileira, eis o seu perfil.
16. Volta o Fantasma da Inflação
Saber monitorar a expectativa inflacionária
Inflar ou inflacionar a economia é algo que pesa nas estratégias e artifícios de políticas públicas racionais, sensatas e equilibradas, instabiliza a sociedade e torna inconstantes as ações governamentais de controle da moeda e do câmbio, que passa a oscilar para cima ou para baixo dependendo da realidade de um mercado que precisa do controle gestor do governo e da boa vontade do comércio e da indústria, e dos empresários, a fim de que todos juntos inclusive a população possam monitorar esse fantasma inflacionário e dominar suas expectativas de risco para o setor financeiro do país, que fica desequilibrado e instável, segundo os gritos de uma economia mercadológica e macrolucrativa sem controle, pondo em perigo os créditos de uma área que deveria zelar pela qualidade da política econômica brasileira. Remédios como a diminuição dos gastospúblicos e aumento de taxas, tarifas e impostos, enfraquecimento do crédito bancário inclusive o consignado e elevação das taxas de juros, programas de incentivo educacional e de saúde, de infraestrutura urbana e rural, de aumento e valorização do trabalho e emprego, são não meros paliativos todavia uma verdadeira injeção positiva capaz de sarar os débitos da inflação, corrigir exageros e demasiadas políticas extravagantes, disciplinar o mercado e a vidasocial, ordenar a macroeconomia e organizar bem o andamento do intercâmbio de relações e conexões financeiras e políticas, sociais e culturais, o que ajuda muito no progresso da nação, no crescimento sustentável do país, na evolução otimista da consciência e da liberdade da sociedade rumo a um desenvolvimento alegre e equilibrado por parte do povo brasileiro. Deste modo, urge continuar monitorando a economia de modo positivo e otimista sem fugir da realidade, sensato e equilibrado sem cair na alienação dos fatos cotidianos, como o faz muito bem o governo e equipe de Dilma Roussef. É um trabalho que vale a pena fazer.
17. Um Governo que reflete um Mundo em crise
Os bem-te-vis que passam e circulam pelo céu nesta manhã de segunda-feira, dia 24 de Outubro de 2011, aqui no Rio de Janeiro, bairro da Tijuca, Cidade Maravilhosa, parecem profetizar: “Bem-te-vi, Dilma”. É verdade. Os passarinhos estão anunciando um presente e futuro para a Presidenta bastante promissores, positivos e otimistas, sem contudo fazer com que ela deixe de cair na real e constatar que o Mundo atual vive uma crise internacional do ponto de vista político e econômico e financeiro, de distúrbios em quase todas as sociedades modernas sobretudo na Ásia e no Norte da África como também na União Européia, e transtornos de ordem cultural, ambiental e espiritual. As experiências cotidianas são críticas e muito dialéticas, e talvez estejam fazendo a diferença e contaminando, afetando e contagiando o Governo de Dilma Roussef. Porque a queda de ministros, as críticas do PT, as turbulências com o Congresso Nacional, Senadores e Deputados, as ameaças da inflação, os conflitos internos entre seus correligionários, amigos e adeptos e seguidores, as dificuldades da política externa no relacionamento com alguns Estadistas da América e da Europa, os problemas enfrentados quando a nossa Mulher Superiora esteve recentemente abrindo a Conferência da ONU e ditando regras e condutas de boas intencionalidades para as nações integrantes da Organização, as contradições que envolvem seu contato com a imprensa e a opinião pública, e os meios de comunicação e a sociedade, a instabilidade de Programas como o PAC e Minha Casa Minha Vida, a insegurança muitas vezes demonstrada por seus assessores de plantão, a não tranquilidade refletida nos discursos e expressões de pontos de vista da sua equipe de trabalho, tudo isso, enfim, revela um reflexo de contexto interplenetário e global onde as pessoas vivem indefinições na sua conduta ética e moral, indeterminismos no seu empenho de trabalho e afazeres de rua e domésticos, vazios psicológicos que alimentam a confusão interministerial e complicam a vida governamental, apesar da compostura exemplar de Dilma, que exige moderação nas atividades presidenciais, rigor e austeridade na economia, trato sério com seus assessores, e uma linha de conduta em que a presença da mulher brasileira parece superar quaisquer crises de valores e insuficiência de princípios, falta de normas convergentes e ausência de raizes moralizantes que façam concordar os desejosos por contrariedades, que apelam para a violência no convívio com a coisa pública, e se tornam agressivos e insensatos, praticamente desequilibrados, quando assumem um bate-papo com os diversos escalões governamentais e demais estruturas sociais, como as instituições, ONGs e suas hierarquias administrativas. Quem sabe isso não seja um reflexo da crise internacional onde se vive sem regras, os valores estão alterados e os princípios sem fundamento, em que as normas sociais e as diretrizes políticas são desobedecidas em nome de uma liberdade que se identifica quase sempre com os apelos e anseios pela cultura descartável e uma mentalidade que tem na vida inútil e sem sentido e sem razão de ser, o motor das controvérsias e o operador sagaz das atitudes impensadas e discordantes e das ações divergentes e transtornadas. Talvez a crise mundial seja responsável por isso e esteja sim influenciando as atividades do Governo de Dilma Roussef. Parece normal esse reflexo. O que Dilma e sua equipe, assim como todo o povo brasileiro, não pode é perder a cabeça nessa hora, manter a sensatez e o bom-senso das coisas, agir com juizo e equilíbrio, e pôr um pouco de otimismo em suas políticas públicas sem ignorar ou deixar de sair da realidade. Abraçar sim o cotidiano, mas com a alegria de quem sabe o que quer e o que pode fazer pelo país. Isso me parece uma alternativa que a Presidenta da República do Brasil tem feito muito bem. Dar sempre esperança ao povo do Brasil. Aliás essa é asuafunção gestora e seu cargo de ocupante da maior tarefa nacional e internacional: dar a todos o seu sorriso bonito de mulher, e fazer com que seu romantismo natural seja um ponto de destaque e de alerta, uma porta aberta de esperança e paz e justiça social para todos os brasileiros e brasileiras, e a comunidade internacional. Dilma nesse aspecto tem se saido muito bem.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A Questão Gay
A Questão Gay
No Antigo Testamento, após o dilúvio e a tempestade e o temporal de 40 dias e 40 noites que sacudiu a Terra, quando muitos morreram e outros desapareceram sem mais dar notícia, Deus olhou para a Arca da Aliança e viu Noé e sua família e sua gente e seus animais e a vida que ainda restava e insistia em viver, e sem mais nem menos fez brilhar no Céu o Arco-Íris, sinal da aliança que então se fez entre o Criador e suas criaturas. Nesse instante, o Autor da Vida abençoou o território que restava e ordenou que se fizessem novas todas as coisas. E o mundo começou a mudar para melhor, o dilúvio nunca mais se repetiu, e as pessoas puderam viver em paz umas com as outras por longos dias, meses, anos, decênios, séculos e milênios. O Senhor dos tempos inaugurou assim um momento diferente de novas alternativas de vida, de diversas possibilidades de existência e de oportunidades variadas para tudo e para todos. Eis que ora os homens gritavam: “ Viva a diferença. Viva a diversidade. Viva a pluralidade. Bendito seja o Senhor para sempre!”. E assim o Planeta Global passou a respirar vida alternativa, amor colorido, realidade diversificada, onde as diferenças deveriam ser respeitadas, os contrários bem administrados, os preconceitos superados e as superstições ultrapassadas com inteligência e transcendidas com a sabedoria de quem gosta de viver a vida optando por permitir a liberdade para si e os outros, a felicidade para todos e cada um, a saúde coletiva e individual e o bem-estar geral de todos os cidadãos e cidadãs de sociedades em que o bem-comum deve ser sempre a lei reinante no convívio de diferentes, na interatividade de contextos diversos e no compartilhamento de ambientes variados. Pois bem. É justamente deste modo que eu observo a causa gay e suas consequências sociais e morais das quais não é possível se alienar nem ignorar nem se excluir de suas forças de diversidade múltipla e de variedade de conteúdos e de sujeitos que assumem compromissos e se unem em nome de um amor cujo símbolo é precisamente o Arco-Íris. Sim, viva a diferença, porque o importante é ser feliz. Os Gays estão aí, por aqui e por ali. É uma realidade social. Chega de preconceitos! Que cada qual siga a sua consciência com a transparência de virtudes bem abraçadas e a autenticidade de uma opção de vida feita com racionalidade e cordialidade, amor e responsabilidade. Devemos respeitar as diferenças. Viva a diversidade. Viva as pessoas verdadeiras que superam as pressões da sociedade, estão acima dos conceitos e definições alheias, vivem longe de estigmas ou marcas registradas de ambientes sociais hostis às suas alternativas de vida e opções de existência. Que Deus abençoe os Gays. Também são gente. São pessoas humanas e filhos do Senhor. Têm direito de ser alguém na vida. Merecem igualmente ser felizes. Portanto, viva a diferença, salve a diversidade, parabéns para a pluralidade. O importante é ser feliz.
No Antigo Testamento, após o dilúvio e a tempestade e o temporal de 40 dias e 40 noites que sacudiu a Terra, quando muitos morreram e outros desapareceram sem mais dar notícia, Deus olhou para a Arca da Aliança e viu Noé e sua família e sua gente e seus animais e a vida que ainda restava e insistia em viver, e sem mais nem menos fez brilhar no Céu o Arco-Íris, sinal da aliança que então se fez entre o Criador e suas criaturas. Nesse instante, o Autor da Vida abençoou o território que restava e ordenou que se fizessem novas todas as coisas. E o mundo começou a mudar para melhor, o dilúvio nunca mais se repetiu, e as pessoas puderam viver em paz umas com as outras por longos dias, meses, anos, decênios, séculos e milênios. O Senhor dos tempos inaugurou assim um momento diferente de novas alternativas de vida, de diversas possibilidades de existência e de oportunidades variadas para tudo e para todos. Eis que ora os homens gritavam: “ Viva a diferença. Viva a diversidade. Viva a pluralidade. Bendito seja o Senhor para sempre!”. E assim o Planeta Global passou a respirar vida alternativa, amor colorido, realidade diversificada, onde as diferenças deveriam ser respeitadas, os contrários bem administrados, os preconceitos superados e as superstições ultrapassadas com inteligência e transcendidas com a sabedoria de quem gosta de viver a vida optando por permitir a liberdade para si e os outros, a felicidade para todos e cada um, a saúde coletiva e individual e o bem-estar geral de todos os cidadãos e cidadãs de sociedades em que o bem-comum deve ser sempre a lei reinante no convívio de diferentes, na interatividade de contextos diversos e no compartilhamento de ambientes variados. Pois bem. É justamente deste modo que eu observo a causa gay e suas consequências sociais e morais das quais não é possível se alienar nem ignorar nem se excluir de suas forças de diversidade múltipla e de variedade de conteúdos e de sujeitos que assumem compromissos e se unem em nome de um amor cujo símbolo é precisamente o Arco-Íris. Sim, viva a diferença, porque o importante é ser feliz. Os Gays estão aí, por aqui e por ali. É uma realidade social. Chega de preconceitos! Que cada qual siga a sua consciência com a transparência de virtudes bem abraçadas e a autenticidade de uma opção de vida feita com racionalidade e cordialidade, amor e responsabilidade. Devemos respeitar as diferenças. Viva a diversidade. Viva as pessoas verdadeiras que superam as pressões da sociedade, estão acima dos conceitos e definições alheias, vivem longe de estigmas ou marcas registradas de ambientes sociais hostis às suas alternativas de vida e opções de existência. Que Deus abençoe os Gays. Também são gente. São pessoas humanas e filhos do Senhor. Têm direito de ser alguém na vida. Merecem igualmente ser felizes. Portanto, viva a diferença, salve a diversidade, parabéns para a pluralidade. O importante é ser feliz.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Paz Interior
Garanta a sua paz interior
Na vida de cada dia, lute por manter a sua paz interior, garanta a sua calma interna e sustente a sua tranqüilidade mental e emocional, em meio aos contrários da existência, os maus relacionamentos , os conflitos familiares, as discussões no trabalho, as intrigas dos vizinhos, as controvérsias de conhecidos, a violência de inimigos e adversários, a maldade e a ruindade de certas pessoas, as contrariedades urbanas e rurais, as adversidades psicológicas e sociais, as contradições da vida e da existência, o ambiente hostil e dialético em torno de você, as brigas de parentes ao seu lado, a crítica de colegas do emprego, a gritaria das ruas, a confusão dos supermercados, a desordem da mente, a indisciplina racional, a desorganização dos conhecimentos, a falta de discernimento espiritual em algumas ocasiões, a ausência de sentido para o que se está fazendo no momento presente, os antagonismos cotidianos, o pessimismo de vários grupos e indivíduos, o negativismo de outros setores da sociedade, a carência afetiva, o vazio espiritual, o nada existencial, a dúvida e a incerteza de diferentes atividades, a tristeza e a angústia, a solidão e a depressão, o isolamento e a exclusão social, a divisão interpessoal e a marginalização das cidades, as complicações no dia a dia das escolas, a rejeição amorosa, a ignorância religiosa, as superstições e os preconceitos, os bloqueios da inteligência, a relatividade das coisas, o indeterminismo dos seres, a indefinição da racionalidade, a indeterminação de suas relações, o lado desumano dos poderosos, a hipocrisia política, a alienação psico-social, o desemprego e o comodismo, as dificuldades econômicas e financeiras, as dívidas e a inadimplência, a falsidade moral, a crise ética e espiritual, a bagunça das crianças e o desrespeito dos filhos, a traição do marido ou a infidelidade da esposa, o pagamento do aluguel e do condomínio, o conserto do automóvel e da televisão, os débitos do IPTU e do IPVA, os compromissos não-assumidos, as atitudes irresponsáveis, o respeito ignorado, o desequilíbrio da cabeça e o seu descontrole com a falta de domínio de si mesmo, o desejo insatisfeito e as promessas não cumpridas, as necessidades irrealizadas e os sonhos que não se cumprem, a vocação incompleta e a profissão sem idoneidade, a incompetência física e mental, a não-habilidade nos negócios, a ausência de criatividade quando indispensável, a dependência patológica, as doenças e as enfermidades em geral, as moléstias viróticas e bacterianas, o clima cruel e o ambiente cheio de indiferenças e insensibilidades a sua volta, a fixação ideológica, o quebra-quebra entre polícia e bandidos, a pancadaria e o tiroteio com balas perdidas entre os marginais, enfim, toda sorte de problemas e circunstâncias produtoras de inimizades e destruidoras de intimidades, privacidades e familiaridades, de origem material ou espiritual, genética ou ambiental, biológica ou psicológica, consciente ou inconsciente, racional ou social, real ou imaginária, ilusória ou experimental.
Em tudo isso, defenda-se, batalhe por sua segurança pessoal, pela sua luz interior, por sua paz espiritual, combatendo sempre sem cessar os elementos estranhos e esquisitos que anseiam por estragar sua boa cabeça de bem com a vida, invadindo o seu ser, pensar e existir como querendo destruir seu repouso psicológico e sua bonança garantida por sua fé em Deus.
Lute pelo bem de sua interioridade.
Seja guerreiro.
Um soldado do cotidiano.
Um batalhador incansável.
Um combatente ativo e sempre de pé, sempre fazendo o bem e vivendo a paz, tornando a sua bondade em ajudar as pessoas e a sua concórdia que mantém as boas interatividades, um caminho para o amor, fonte da vida.
Sim, salve Deus na sua vida.
Advogue os dons, talentos e carismas que Ele lhe deu.
Liberte a sua criatividade.
E abra-se para as novidades da existência.
Faça de seus comportamentos diários e noturnos um complexo de possibilidades e de alternativas capazes de fundamentar a sua boa vida neste mundo e o seu ótimo bem-estar carregado de saúde mental, física e espiritual.
Seja pacífico.
E bom.
Na vida de cada dia, lute por manter a sua paz interior, garanta a sua calma interna e sustente a sua tranqüilidade mental e emocional, em meio aos contrários da existência, os maus relacionamentos , os conflitos familiares, as discussões no trabalho, as intrigas dos vizinhos, as controvérsias de conhecidos, a violência de inimigos e adversários, a maldade e a ruindade de certas pessoas, as contrariedades urbanas e rurais, as adversidades psicológicas e sociais, as contradições da vida e da existência, o ambiente hostil e dialético em torno de você, as brigas de parentes ao seu lado, a crítica de colegas do emprego, a gritaria das ruas, a confusão dos supermercados, a desordem da mente, a indisciplina racional, a desorganização dos conhecimentos, a falta de discernimento espiritual em algumas ocasiões, a ausência de sentido para o que se está fazendo no momento presente, os antagonismos cotidianos, o pessimismo de vários grupos e indivíduos, o negativismo de outros setores da sociedade, a carência afetiva, o vazio espiritual, o nada existencial, a dúvida e a incerteza de diferentes atividades, a tristeza e a angústia, a solidão e a depressão, o isolamento e a exclusão social, a divisão interpessoal e a marginalização das cidades, as complicações no dia a dia das escolas, a rejeição amorosa, a ignorância religiosa, as superstições e os preconceitos, os bloqueios da inteligência, a relatividade das coisas, o indeterminismo dos seres, a indefinição da racionalidade, a indeterminação de suas relações, o lado desumano dos poderosos, a hipocrisia política, a alienação psico-social, o desemprego e o comodismo, as dificuldades econômicas e financeiras, as dívidas e a inadimplência, a falsidade moral, a crise ética e espiritual, a bagunça das crianças e o desrespeito dos filhos, a traição do marido ou a infidelidade da esposa, o pagamento do aluguel e do condomínio, o conserto do automóvel e da televisão, os débitos do IPTU e do IPVA, os compromissos não-assumidos, as atitudes irresponsáveis, o respeito ignorado, o desequilíbrio da cabeça e o seu descontrole com a falta de domínio de si mesmo, o desejo insatisfeito e as promessas não cumpridas, as necessidades irrealizadas e os sonhos que não se cumprem, a vocação incompleta e a profissão sem idoneidade, a incompetência física e mental, a não-habilidade nos negócios, a ausência de criatividade quando indispensável, a dependência patológica, as doenças e as enfermidades em geral, as moléstias viróticas e bacterianas, o clima cruel e o ambiente cheio de indiferenças e insensibilidades a sua volta, a fixação ideológica, o quebra-quebra entre polícia e bandidos, a pancadaria e o tiroteio com balas perdidas entre os marginais, enfim, toda sorte de problemas e circunstâncias produtoras de inimizades e destruidoras de intimidades, privacidades e familiaridades, de origem material ou espiritual, genética ou ambiental, biológica ou psicológica, consciente ou inconsciente, racional ou social, real ou imaginária, ilusória ou experimental.
Em tudo isso, defenda-se, batalhe por sua segurança pessoal, pela sua luz interior, por sua paz espiritual, combatendo sempre sem cessar os elementos estranhos e esquisitos que anseiam por estragar sua boa cabeça de bem com a vida, invadindo o seu ser, pensar e existir como querendo destruir seu repouso psicológico e sua bonança garantida por sua fé em Deus.
Lute pelo bem de sua interioridade.
Seja guerreiro.
Um soldado do cotidiano.
Um batalhador incansável.
Um combatente ativo e sempre de pé, sempre fazendo o bem e vivendo a paz, tornando a sua bondade em ajudar as pessoas e a sua concórdia que mantém as boas interatividades, um caminho para o amor, fonte da vida.
Sim, salve Deus na sua vida.
Advogue os dons, talentos e carismas que Ele lhe deu.
Liberte a sua criatividade.
E abra-se para as novidades da existência.
Faça de seus comportamentos diários e noturnos um complexo de possibilidades e de alternativas capazes de fundamentar a sua boa vida neste mundo e o seu ótimo bem-estar carregado de saúde mental, física e espiritual.
Seja pacífico.
E bom.
domingo, 2 de outubro de 2011
Blindagem Mental
A Inteligência Imunológica Ambiental
A Estrutura Imunológica e o Sistema de Blindagem Automática Ambiental da Inteligência Pluridimensional
A Inteligência humana, naturalmente constituída e culturalmente desenvolvida, opera em várias dimensões da realidade cotidiana, produzindo automaticamente em torno de si um ambiente agradável e amigável, favorável e saudável, capaz de lhe proporcionar diariamente um bem-estar generalizado identificado com sua constante produção de boas idéias e bons ideais, boas virtudes e bons valores comportamentais, bons pensamentos e boas emoções sentimentais, boas intenções e boas ações, boas atitudes no convívio social e boas experiências de vida, bons projetos de trabalho e boas energias de saúde física, mental e espiritual.
Tal conjunto de boas teorias e boas práticas de comportamento social, político e econômico, natural e cultural, e também ambiental, onde se reflete a ótima qualidade de vida vivida e o ótimo estado de existência experimentada, chamamos de Inteligência Blindada Imunológica Ambiental tendo em vista sua atuação real em diversas dimensões de tempo e lugar da realidade da experiência cotidiana, propiciando-lhe de fato um ambiente de paz e concórdia, de saúde pessoal e interpessoal e bem-estar social e coletivo.
Essa a Inteligência Blindada Imunológica Ambiental.
Presente em todos os ambientes.
Atuante em todos os tempos e lugares.
Insistente nas diversas dimensões da realidade do dia-a-dia.
Sua Blindagem Automática Imunológica se deve ao fato de ser permanentemente protegida pelo bem que faz e pela paz que vive, defendida pela vida que ama e pelo amor que pratica, guardada pelo respeito que mantém e por sua atitude responsável em relação aos outros, diante de Deus, o Senhor, e perante o conjunto da sociedade humana cujos esforços, empenhos, trabalhos e atividades concorrem para a sua defesa, guarda e proteção, aqui e agora, no presente e no futuro da humanidade.
Sua advogada é a sociedade da qual faz parte.
Seu remédio é a vida.
Seu médico é o amor.
Seu fundamento é Deus, o Senhor.
Seus amigos são o bem e a paz.
Tal a sua Blindagem e a sua Imunidade.
Essa a sua estrutura de defesa.
Esse seu sistema de proteção.
Eis pois os seus seguranças da vida.
Os seus Anjos da Guarda.
A sua garantia de existência.
A sua base de sobrevivência.
Cultivemos pois então em nosso dia-a-dia a Inteligência Imunológica Ambiental, nossa blindagem contra os perigos e ameaças da vida, nossa segurança contra inimigos e estranhos adversários, nossa garantia de defesa contra as dificuldades e contrariedades da existência, nossa guarda e proteção contra a cultura da maldade e a mentalidade de violência espalhadas em volta de nós.
Que Deus, o Senhor, nos ajude e abençôe.
A Estrutura Imunológica e o Sistema de Blindagem Automática Ambiental da Inteligência Pluridimensional
A Inteligência humana, naturalmente constituída e culturalmente desenvolvida, opera em várias dimensões da realidade cotidiana, produzindo automaticamente em torno de si um ambiente agradável e amigável, favorável e saudável, capaz de lhe proporcionar diariamente um bem-estar generalizado identificado com sua constante produção de boas idéias e bons ideais, boas virtudes e bons valores comportamentais, bons pensamentos e boas emoções sentimentais, boas intenções e boas ações, boas atitudes no convívio social e boas experiências de vida, bons projetos de trabalho e boas energias de saúde física, mental e espiritual.
Tal conjunto de boas teorias e boas práticas de comportamento social, político e econômico, natural e cultural, e também ambiental, onde se reflete a ótima qualidade de vida vivida e o ótimo estado de existência experimentada, chamamos de Inteligência Blindada Imunológica Ambiental tendo em vista sua atuação real em diversas dimensões de tempo e lugar da realidade da experiência cotidiana, propiciando-lhe de fato um ambiente de paz e concórdia, de saúde pessoal e interpessoal e bem-estar social e coletivo.
Essa a Inteligência Blindada Imunológica Ambiental.
Presente em todos os ambientes.
Atuante em todos os tempos e lugares.
Insistente nas diversas dimensões da realidade do dia-a-dia.
Sua Blindagem Automática Imunológica se deve ao fato de ser permanentemente protegida pelo bem que faz e pela paz que vive, defendida pela vida que ama e pelo amor que pratica, guardada pelo respeito que mantém e por sua atitude responsável em relação aos outros, diante de Deus, o Senhor, e perante o conjunto da sociedade humana cujos esforços, empenhos, trabalhos e atividades concorrem para a sua defesa, guarda e proteção, aqui e agora, no presente e no futuro da humanidade.
Sua advogada é a sociedade da qual faz parte.
Seu remédio é a vida.
Seu médico é o amor.
Seu fundamento é Deus, o Senhor.
Seus amigos são o bem e a paz.
Tal a sua Blindagem e a sua Imunidade.
Essa a sua estrutura de defesa.
Esse seu sistema de proteção.
Eis pois os seus seguranças da vida.
Os seus Anjos da Guarda.
A sua garantia de existência.
A sua base de sobrevivência.
Cultivemos pois então em nosso dia-a-dia a Inteligência Imunológica Ambiental, nossa blindagem contra os perigos e ameaças da vida, nossa segurança contra inimigos e estranhos adversários, nossa garantia de defesa contra as dificuldades e contrariedades da existência, nossa guarda e proteção contra a cultura da maldade e a mentalidade de violência espalhadas em volta de nós.
Que Deus, o Senhor, nos ajude e abençôe.
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